Nesta quinta-feira (1º), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o pleito brasileiro é “muito importante” e que está acompanhando “muito de perto” as eleições no Brasil, que começarão no próximo domingo (4).

O republicano não mencionou se está apoiando algum candidato, rompendo com a postura que tem adotado em eleições na América Latina. No exemplo mais recente, no pleito da Colômbia, quando manifestou abertamente apoio ao atual presidente daquele país, Abelardo de la Espriella.

Na semana passada, o governo de Trump recebeu acusações de congressistas de tentar interferir nas eleições brasileiras, em uma carta enviada ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Esta semana, senadores cobraram da gestão Trump, também por meio de uma carta a Rubio, garantias de que o país aceitará o resultado do pleito.

Eles expressaram “preocupação com ações do governo (dos EUA) que ameaçam a aliança estratégica com o Brasil” e voltaram a apontar uma suposta tentativa de interferência por parte de Washington.

Segundo um relatório da União Europeia (UE) sobre a reunião ao que a Reuters teve acesso por parte do governo norte-americano, a suposta interferência veio por meio de “ações judiciais até interferência abertamente reconhecida”. O documento não detalhou a suposta interferência do governo russo.

 

Redação CPAD News / Com informações G1

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