O cirurgião iraniano Alireza Golchini, de 52 anos, foi preso em 10 de janeiro na cidade de Qazvin, centro do Irã. Ele foi acusado de “Moharebeh”, que significa “travar guerra contra Deus”. Segundo o grupo de direitos humanos Hengaw, sediado na Noruega, o crime pode levar à pena de morte.

Um familiar da vítima disse ao jornal britânico “The Guardian” que, no dia da prisão, o profissional foi espancado na frente da esposa e do filho, de 11 anos,  e teve o braço e as costelas quebrados. “Tudo o que ele fez foi cumprir seu dever de salvar vidas como médico. Ele jurou salvar vidas. Estou preocupado não só com ele, mas também com outros profissionais de saúde que foram presos simplesmente por cumprirem seu juramento”, disse o primo de Alireza, Nima Golchini.

Outros médicos e voluntários da área da saúde foram presos na última semana por tratar de manifestantes feridos. Cerca de 5000 pessoas foram mortas durante os protestos contra o governo, que tiveram início no dia 28 de dezembro de 2025. O acesso às informações e imagens continua limitado.

Redação CPAD News / Com informações Notícias UOL

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