Nesta terça-feira (12), foi celebrado o Dia Mundial e Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Fibromialgia. A data, sob a Lei 14.233/2021, tem por objetivo combater o preconceito e a descrença, pois à síndrome, que causa dor crônica generalizada, sono não reparador, fadiga extrema, alterações de memória/concentração e humor (ansiedade/depressão).
Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a síndrome que afeta cerca de 2,5% a 3% da população mundial, a maioria mulheres entre 30 e 50 anos, também pode acometer homens, idosos, adolescentes e crianças. Apesar de relativamente frequente, portadores da doença ainda enfrentam o preconceito.
A conscientização é fundamental, pois o diagnóstico precoce e o tratamento multidisciplinar melhoram a qualidade de vida dos pacientes. A doença causa dor em todo o corpo, principalmente nos músculos e tendões. A síndrome também provoca fadiga, distúrbios do sono, ansiedade, alterações de memória e de atenção, cansaço excessivo e depressão. As pessoas que vivem com ela sofrem preconceito exatamente por falta de conhecimento sobre a mesma.
O diagnóstico é apenas clínico, não existem exames complementares que confirmem ou excluam a doença. Diferentemente da artrite, a fibromialgia não causa nenhum tipo de inflamação ou dano aos músculos, tecidos, articulações ou órgãos. No entanto, as doenças podem atuar de forma associada.
A fibromialgia não tem cura.

Obs: Os assuntos tratados nessa editoria seguem uma linha informativa, e a mesma não se responsabiliza em tratar diagnósticos. Em caso de apresentação de algum sintoma, um médico especialista deverá ser consultado.
Por Ezequias Gadelha / Com informações: Portal Gov.br, CNN Brasil

1 comentário
Pingback: Fibromialgia: Uma Luta Silenciosa Que Afeta Milhões De Brasileiros, Principalmente Mulheres - Gospelnewsbrasil.com.br