Uma igreja localizada no campo de refugiados de Gorom, no Sudão do Sul, foi invadida por um grupo de muçulmanos, no final do mês de maio. Os criminosos atacaram um cristão sudanês que vive no local, e ainda permanecem não identificados.
Convertido do islamismo, além de ter a igreja como um refúgio espiritual, Drake Haron também tem o espaço como uma das últimas estruturas de segurança, dignidade e identidade comunitária em um contexto já profundamente vulnerável.
“O fato de Jesus ter morrido pelos meus pecados para que eu fosse salvo significa muito para mim. Com base nessa realidade, escolhi segui-lo e fazer a sua vontade, que é pregar o evangelho”, afirmou ele ao International Christian Concern (ICC).
Apesar de já imaginar que enfrentaria perseguição após a sua decisão de seguir a Cristo, a igreja dos refugiadores era considerado o local mais improvável para este ato acontecer. Para a ICC, a ação dos criminosos, sinaliza para uma comunidade vulnerável que nenhum lugar é seguro.
“Tornar-me cristão vindo de uma família muçulmana coloca a mim e a muitos outros em risco, mas o lugar para onde Deus me levou vale a pena correr o risco. Do ponto de vista da carne, existe o medo, mas quando me lembro das promessas de Deus em Jesus Cristo, me torno ousado e forte. Mas essas ameaças nunca me fizeram mudar de ideia sobre me tornar cristão”, diz Haron.
Apoiado pelos seus irmãos na fé, Haron afirma que seguirá firme no Evangelho e ora para que a salvação alcance os seus familiares biológicos.
“Estamos otimistas de que nossas famílias muçulmanas serão salvas um dia pelo poder de nosso Senhor Jesus Cristo. Até lá, seremos diligentes para que não sejamos atacados e perseguidos enquanto pregamos o evangelho”, declara.
Redação CPAD News/ Com informações ICC


