Ainda não foi divulgada a data em que o copiloto acusado de tentar derrubar o voo FZ1073 da Flydubai será interrogado por autoridades de Israel. O avião, que saiu de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, tinha como destino Tel Aviv e sobrevoava a Jordânia quando desviou sua rota após emitir sinais de emergência na última quarta-feira (30).
Segundo uma fonte não identificada, o homem, que está preso e disse ter agido sozinho, será ouvido nos Emirados Árabes Unidos, que irá liderar a investigação sobre o incidente, para onde foi levado nesta quinta-feira (1º). Um funcionário do governo israelense confirmou à agência Reuters que investigadores do país participarão da investigação.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse, nesta sexta-feira (2), que o governo dele busca saber se o copiloto agiu sob ordens de alguém e afirmou que os possíveis envolvidos pagarão um “preço alto” caso sejam descobertos. A única informação confirmada até o momento sobre o copiloto do voo é a de que ele é um cidadão de Omã.
De acordo com o site de monitoramento aéreo Flightradar24, o confronto do suspeito com o piloto na quarta-feira deixou a aeronave temporariamente sem controle e fez o avião despencar cerca de 4.300 metros em cerca de 30 segundos. Na ocasião, ele foi contido pelos passageiros, junto com os tripulantes. Nenhum passageiro foi ferido.
O ministro da Segurança Nacional israelense, Itamar Ben Gvir, disse que o terrorista tinha como objetivo assassinar os israelenses a bordo — 100 dos 180 passageiros eram cidadãos de Israel.
Redação CPAD News / Com informações G1

