Em Jerusalém, a Igreja do Santo Sepulcro foi fechada recentemente, por questões de segurança em meio as tensões da guerra no Oriente Médio. O templo é considerado sagrado por ser construído no local onde ocorreu a crucificação e o sepultamento de Jesus.

A decisão impede o acesso de fiéis à igreja, nos dias que antecede a Quaresma (tradição católica) e a Semana Santa. De acordo com um relatório recente do Daily Mail, a Igreja do Santo Sepulcro foi obrigada a fechar suas portas após detritos de mísseis iranianos caírem próximo ao templo. Por segurança, autoridades bloquearam o acesso e aos outros locais sagrados da região. Eles justificaram o fechamento como ação preventiva diante a possibilidade de novos ataques e incidentes.

O fechamento inédito é considerado incomum, porque esta igreja já vivenciou conflitos anteriores como, invasões, destruições e instabilidades políticas, e o local permanecia aberto. A interrupção no período próximo a Semana Santa pode representar uma ruptura nas práticas religiosas tradicionais.

O relatório lembrou que a Igreja do Santo Sepulcro havia sido destruída em 614, quase demolida em 1009 e incendiada alguns séculos depois. Até na época da pandemia, adotando as medidas protetivas, as portas permaneciam abertas.

Autoridades religiosas têm buscado alternativa com o governo israelense para reverter a situação, e permitir que, ao menos, aconteça a realização de cerimônias essenciais. A Igreja do Santo Sepulcro está fechada desde o dia 28 de fevereiro e tem causado além do impacto espiritual, segue prejudicando a economia local, na qual depende do turismo religioso.

Considerada local sagrado para o cristianismo, a igreja é partilhada por católicos, ortodoxos gregos, armênios, coptas, etíopes e sírios.

 

Redação CPAD News / Com informações Aventura na História, Comunhão e Vatican News

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