Nesta quinta-feira (22), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente o Conselho da Paz durante uma cerimônia no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Sete países, entre eles Arábia Saudita, Turquia e Egito, disseram que vão aderir ao Conselho, juntamente com Israel, que também confirmou publicamente sua participação.

Durante a programação, o republicano afirmou que “muitas coisas boas estavam acontecendo”, e que as ameaças à Europa, à América e ao Oriente Médio “estavam realmente se acalmando”. Na noite anterior (21), ele havia afirmado que o presidente da Rússia, Vladimir Vladimirovitch Putin, também havia concordado em integrar o Conselho, no entanto, Putin disse que o país ainda está analisando o convite.

Inicialmente, acreditava-se que o Conselho teria como objetivo ajudar a pôr fim à guerra de dois anos entre Israel e o Hamas e supervisionar a reconstrução em Gaza. Mas o estatuto proposto não menciona o território palestino e parece ter sido concebido para substituir funções da Organização das Nações Unidas (ONU).

Alguns países como Canadá e o Reino Unido ainda não se pronunciaram publicamente se iriam entrar no Conselho, que já foi aderido pelos países: Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Argentina, Albânia, Armênia, Azerbaijão, Belarus, Hungria, Cazaquistão, Marrocos e Vietnã. A agência de notícias Reuters informou que o Uzbequistão, o Paquistão, a Indonésia, o Kosovo e o Paraguai já teriam aceitado o convite.

Ainda não há informações se o Brasil participará da entidade.

 

Redação CPAD News / Com informações A Gazeta

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