A venda de Bíblias físicas no Reino Unido e nos Estados Unidos apresentaram um aumento expressivo no ano passado. Pesquisas mostram que o país europeu registrou o seu maior resultado na comercialização do Livro Sagrado, enquanto o país norte-americano, atingiu a maior porcentagem de vendas das últimas duas décadas.

Conforme os dados divulgados pela editora “Society for Promoting Christian Knowledge” (SPCK), entre 2019 e 2025, o crescimento na venda de Bíblias no Reino Unido, corresponde a um percentual de 106%.

Para a SPCK, esta expansão reflete o aumento do interesse de pessoas de diferentes faixas etárias pelas Bíblias impressas, no entanto, também reforça a crescente busca espiritual dos jovens britânicos.

Desde 2024, tem sido observado um surpreendente interesse da Geração Z pela fé cristã e maior frequência à igreja, especialmente no Reino Unido e em partes da Europa. O movimento ficou conhecido como “Quiet Revival” (“Avivamento silencioso”).

“A tendência significativa de alta nas vendas de Bíblias sugere que cada vez mais pessoas estão investigando a fé cristã por conta própria e buscando tirar suas próprias conclusões sobre sua verdade”, avaliou o CEO da SPCK, Sam Richardson, em entrevista ao Premier Christian News.

De acordo com o Circana BookScan, um serviço de monitoramento de vendas de livros, foram vendidos 19 milhões de exemplares das Escrituras em 2025, nos Estados Unidos. O saldo representa um aumento de 12% em comparação a 2024 e o dobro das vendas de 2019.

“2025 marcou um recorde de 21 anos para as vendas de Bíblias nos EUA”, declarou Brenna Connor, diretora na Circana, à Publishers Weekly.

As vendas de Bíblias nos EUA tem subido desde 2022, e editoras locais relacionam esse aumento ao despertar espiritual que tem ocorrido, principalmente, entre os jovens universitários.

Na imprensa norte americana, o fenômeno que envolve buscas por respostas espirituais em meio a tempos de incerteza e aumento de conteúdos nas redes sociais voltados para o estudo da Bíblia e devocionais, tem sido chamado de “Bible boom” (“Boom das Bíblias”).

 

Redação CPAD News/ Com informações Guiame

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