Forças de Segurança do Irã confirmaram a morte de sete cristãos armênio-iranianos durante os protestos generalizados, que começaram no dia 28 de dezembro, contra o regime naquele país. Entre os mortos estava o jovem cristão Ejmin Masihi. Fontes disseram que outros três cristãos ficaram feridos nos movimentos.
Há registro de, pelo menos, um cristão de origem muçulmana entre os milhares de detidos durante as prisões em massa realizadas em todo território iraniano. Os convertidos ao cristianismo, fato considerado uma traição à religião islâmica, recebem tratamentos mais severos.
As vidas e a liberdade das comunidades cristãs reconhecidas (armênia-iraniana e assíria) assim como as não reconhecidas (cristãs de origem muçulmana) estão afetadas pela instabilidade atual no país. A verdadeira dimensão das mortes ainda é incerta. O Irã segue isolado do resto do mundo, após Khamenei ter cortado o acesso à internet e as linhas telefônicas.
Segundo a Portas Abertas, o país é o 10º na Lista Mundial da Perseguição 2026.
Redação CPAD News / Com informações Portas Abertas


