No dia 04 de março, a Suprema Corte recebeu uma petição judicial por medidas de proteção aos cristãos enviada pelo arcebispo de Bangalore, doutor Peter Machado, junto ao Fórum de Solidariedade Nacional e a Comunidade Evangélica da Índia. Na lei do país, essa intercessão é uma solicitação a um tribunal superior que orienta o tribunal inferior e as autoridades.

Entretanto, a petição para adiantar a audiência foi recusada em 26 de abril. Segundo o chefe de justiça da Índia, “sem data. Não há urgência. Nada acontecerá, os céus não cairão”, O tribunal da Índia enfrenta um acúmulo de casos e essa solicitação não é uma prioridade.

No pedido, os requerentes pedem à Suprema Corte, entre outras solicitações, a criação de uma “equipe de investigação para registrar crimes e processar os grupos responsáveis pelos ataques aos cristãos”. Também solicitam “providenciar proteção policial aos cristãos que estão sob ameaça de ataque por multidões violentas”, e “identificar e processar grupos políticos e sociais responsáveis por violência contra cristãos”.

O número de casos de agressão a cristãos na Índia aumentou nitidamente nos últimos anos, 2021 foi o “ano mais violento para cristãos na Índia” de acordo com o Forum United Christian. Ele afirma que 486 casos de violência contra cristãos foram reportados em 2021, um aumento de 75% em comparação com 2020. Contudo, como denunciar um crime na Índia é um desafio, o número atual deve ser maior.

Segundo a Portas Abertas, a Índia é o 10º país na Lista Mundial da Perseguição (LMP),

 

Com informações: Portas Abertas

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