Nesta quinta-feira (6), dezenas de profissionais de saúde se concentram à frente do gabinete do governador de Bunia, capital da província de Ituri, que concentra quase 90% dos casos de Ebola na República Democrática do Congo (RDC). Eles não recebem salários nem bônus pelo trabalho de combate à doença desde que o surto foi declarado em meados de maio.

Além disso, muitos profissionais e instalações de saúde foram atacados por rebeldes e multidões enfurecidas. A precariedade das condições de vida deles tem sido uma das principais preocupações durante o surto, que se desenrola em uma das áreas mais remotas e vulneráveis ​​daquele país.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou no último dia 22 (julho), que o surto de Ebola já havia matado mais de mil pessoas no Congo e em Uganda. Nesta quarta-feira (5), o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, instou as autoridades a priorizarem o atendimento e o apoio aos profissionais que atuam na resposta à crise.

Segundo a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras, o surto ainda está “se espalhando em um ritmo alarmante e sem precedentes” e que a resposta “ainda não está chegando às comunidades com rapidez suficiente para interromper as cadeias de transmissão”.

 

Redação CPAD News / Com informações G1

Share.
Leave A Reply