O cristão Mohammad Nikbakht, que deixou o Islã para seguir a Cristo, está correndo risco de ser executado no Irã. De acordo com o Conselho Nacional de Solidariedade daquele país, ele foi aprisionado por cerca de 200 agentes na residência dele, em março deste ano. Desde então, ele está na Prisão Dastgerd, em Isfahan, na ala dos presos políticos.
Segundo a Organização Não Governamental Iran Human Rights, o cristão foi ameaçado de execução, logo após seus dois irmãos, Hadi e Fazlullah, terem sido condenados à morte sob acusações de “corrupção na Terra”. Esta acusação é usada de forma arbitrária para reprimir ativistas políticos contrários ao regime. As condenações dos irmãos dele estão ligadas ao suposto envolvimento na organização de protestos contra o governo iraniano.
Uma petição online foi feita para exigir a libertação de Mohammad. O documento apela à ONU, governos democráticos e organizações de direitos humanos e liberdade religiosa a “tomarem medidas imediatas e decisivas” para “garantir sua segurança imediata” e “alertar publicamente as autoridades iranianas de que a vida do cristão deve ser protegida e que serão totalmente responsabilizadas por qualquer dano”.
Segundo a Portas Abertas, o país é o 10º na Lista Mundial da Perseguição 2026. Líderes e cristãos descobertos podem enfrentar prisão e tortura, principalmente se deixaram o Islã, proibido pela lei islâmica, Sharia.

Redação CPAD News / Com informações Portas Abertas e Guiame
