A cristã Jinyi (pseudônimo) teve o seu marido preso e a igreja doméstica invadida na China. Sem o apoio de outras igrejas, ela passou a sofrer com o isolamento. O caso acontece por causa do medo generalizado de punição.
Em muitas regiões daquele país, qualquer vínculo com igrejas não registradas é visto com desconfiança pelas autoridades. Isso faz com que até mesmo outros cristãos evitem contato, receosos de sofrerem consequências.
A vigilância constante faz com que atitudes simples, como visitar alguém, enviar uma mensagem ou oferecer ajuda, sejam vistas como riscos. Em alguns casos, igrejas inteiras podem ser responsabilizadas por manter contato com pessoas consideradas alvo das autoridades.
O distanciamento entre os cristãos contribui para um cenário onde o isolamento se torna uma extensão da própria perseguição. A ausência de apoio em um momento de crise pode fazer com que cristãos se sintam esquecidos ou abandonados.
Segundo a Portas Abertas, o país é o 17º na Lista Mundial da Perseguição 2026.
Redação CPAD News / Com informações Portas Abertas

