Nesta terça-feira (6), a Casa Branca afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discutiu opções para adquirir a Groenlândia. O republicano tem intensificado suas ameaças a diversos países, especialmente na América Latina, após a recente operação militar na Venezuela, que culminou com a prisão do presidente Nicolás Maduro Moros e da esposa dele, Cilia Adela Flores, no último sábado (3).
Ele ampliou o tom agressivo contra nações vizinhas e reforçou seu interesse estratégico na Groenlândia, território dinamarquês rico em recursos naturais e, principalmente, por razões de segurança. Os norte-americanos mantêm uma base militar na região. A premier dinamarquesa e autoridades da ilha rejeitaram as insinuações de Trump, mas alertaram que suas ameaças devem ser levadas a sério.
Outros países como o México, a Colômbia e Cuba também estão na mira de Trump. Com relação ao México, ele afirmou que o país não tem feito o suficiente para reprimir os cartéis de drogas. As tenções entre ele e o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, tem se intensificado significativamente. No último domingo (4), Gustavo Pedro foi chamado de “homem doente que gosta de fabricar e vender cocaína aos Estados Unidos”. Quanto a Cuba, Trump adotou uma abordagem diferente. Ele afirmou que o país não precisaria de intervenção militar, pois “cairia por conta própria”.
O Irã completa a lista de países sob ameaça dos EUA. Trump lembrou que os EUA já atacaram instalações nucleares no Irã anteriormente e não hesitaria em fazê-lo novamente.
Redação CPAD News / Com informações G1 e CNN Brasil
