Uma recente pesquisa da Lifeway Research, mostrou que a Geração Z (18 a 28 anos de idade) mantém maior frequência na igreja aos domingos, em relação a outras faixas etárias, mas muitas vezes, a fé não molda suas vidas durante a semana.

Para o estudo State of Discipleship (“Estado do Discipulado”, em português), foram entrevistados mais de 2.600 pastores protestantes nos EUA e mais de 2.100 frequentadores de igrejas protestantes, com o objetivo de descobrir as percepções dos pastores sobre o discipulado e revelar os níveis de discipulado entre os frequentadores das igrejas.

Especializada em mensurar as necessidades da igreja e da cultura, a Lifeway Research destacou oito indicadores que medem características evidentes na vida dos crentes que estão progredindo em maturidade espiritual: envolvimento com a Bíblia, obediência a Deus e negação de si mesmo, serviço a Deus e aos outros, compartilhamento de Cristo, exercício da fé, busca por Deus, construção de relacionamentos e viver sem vergonha.

Considerando uma escala de 0 a 100, o frequentador médio de igrejas protestantes nos EUA obteve uma pontuação de 68,1 em todos os indicadores. As quatro gerações adultas apresentaram pontuações semelhantes: Geração Z (65,6), Millennials (68,5), Geração X (67,6) e Baby Boomers e gerações anteriores (67,6).

“Os jovens frequentadores de igrejas que se identificam como cristãos em qualquer uma das tradições protestantes concordam com muitas das crenças e seguem as práticas da fé, mas frequentemente com menos entrega e menos discernimento dos detalhes teológicos”, disse Scott McConnell, diretor executivo da Lifeway Research.

De acordo com os resultados, a média de frequência de fiéis em cada geração fica em torno de quatro cultos por mês, no entanto, a média mensal de frequência no cultos é de 6,2 entre os jovens da Geração Z, 4,8 entre os millennials, 5,1 entre a Geração X e 4,5 para os baby boomers e gerações anteriores.

Os frequentadores de igrejas da Geração Z estão entre os que “mais provavelmente dizem que o Deus da Bíblia não é diferente dos deuses ou seres espirituais retratados por outras religiões mundiais (49%)”. Eles também são os que mais acreditam que, “se uma pessoa busca sinceramente a Deus, pode obter a vida eterna por meio de religiões que não o cristianismo (54%)”.

O estudo mostra que os frequentadores de igrejas da Geração Z são os que mais acreditam que Jesus era um pecador como nós (42%). Além disso, é a geração “menos propensa a acreditar que o fruto do Espírito, descrito em Gálatas 5, seja evidência de um relacionamento genuíno com Deus (75%)”.

Para obter mais informações, consulte o relatório completo e visite LifewayResearch.com/Discipleship.

 

Redação CPAD News/ Com informações LifewayResearch

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