Milhares de cristãos enfrentam restrições, ameaças e violência por professarem sua fé em Jesus Cristo. Para lembrar essa realidade e mobilizar a Igreja, cristãos de diferentes países participarão, nos dias 1º e 8 de novembro, do Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida (IDOP) 2026, uma mobilização mundial dedicada à intercessão por aqueles que enfrentam perseguição por causa da fé em Cristo.
Promovida pela Aliança Evangélica Mundial, a iniciativa busca ampliar a conscientização sobre a realidade dos cristãos perseguidos e incentivar igrejas a se lembrarem deles em suas orações. Neste ano, o IDOP dará atenção especial às situações vividas por seguidores de Jesus na Líbia, em Moçambique, na Nigéria, no Paquistão e na Síria.
Segundo os organizadores, o objetivo é evitar que cristãos que sofrem perseguição sejam esquecidos por seus irmãos na fé.
O IDOP teve início em 1994, após o assassinato do bispo Haik Hovsepian Mehr, no Irã. O episódio motivou um pedido urgente de oração pelos cristãos que enfrentavam perseguição naquele país. A proposta ganhou dimensão internacional e, em 1996, a então Comunidade Evangélica Mundial, atualmente denominada Aliança Evangélica Mundial, convocou igrejas de diferentes nações para um dia de oração pelos perseguidos.
Na primeira edição, mais de 100 países participaram do IDOP. Desde então, há 30 anos, igrejas ao redor do mundo reservam um culto para orar pelos irmãos que sofrem perseguição por servirem a Jesus.
A organização disponibiliza gratuitamente recursos como estudos bíblicos, sugestões de oração, guias específicos por país, músicas e cartazes para incentivar a participação das igrejas. Os materiais de apoio estão disponíveis em seis idiomas: inglês, francês, português, russo, espanhol e árabe.
Além dos momentos de intercessão, a programação pode incluir a participação de cristãos ou missionários, que compartilham relatos e experiências vividas em países onde há perseguição religiosa.
Redação CPAD News / Com informações Comunhão e IDOP
