No dia 24 de setembro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem uma reunião marcada com o presidente da China, Xi Jinping, na Casa Branca, em Washington, com o objetivo de dar continuidade ao encontro de maio, em que os dois países sinalizaram interesse em ampliar a cooperação em áreas que vão do comércio ao turismo.
Com isso, a ChinaAid, organização internacional que apoia cristãos perseguidos na China, decidiu lançar um apelo humanitário pedindo ao presidente Trump que solicite pessoalmente ao presidente Xi a devolução do passaporte do pastor John Cao e permita que ele retorne para casa nos EUA.
Em 2017, pastor John foi detido pelo governo chinês por realizar um trabalho missionário na fronteira entre a China e Mianmar, onde ajudou a estabelecer 16 escolas que atendem milhares de crianças e famílias locais. Ele foi condenado a sete anos de prisão e cumpriu integralmente a pena.
Apesar de ter sido libertado em 2024, o pastor teve seus documentos apreendidos e está impedido de retornar aos EUA, onde sua esposa e filhos, que são cidadãos americanos, residem.
“Agora ele está lutando contra um câncer de próstata em estágio 4 que se espalhou para os ossos e a coluna. Ele passou por quimioterapia e radioterapia enquanto sua família o aguarda nos Estados Unidos. Seu neto de um ano, Conner, nunca o conheceu”, ressalta um trecho da petição.
A campanha também busca reunir 100.000 assinaturas até 24 de setembro, antes do encontro entre Trump e Xi, para demostrar o amplo apoio público a essa solicitação humanitária. Quem desejar contribuir com a assinatura deve acessar a página da petição: https://revelationmedia.com/bringcaohome.
“Este não é mais simplesmente um caso de liberdade religiosa ou direitos humanos — é um apelo humanitário urgente”, afirma o Rev. Dr. Bob Fu, fundador e presidente da ChinaAid.
Redação CPAD News/ Com informações ChinaAid e International Christian Concern (ICC)
