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    “Semeia a Palavra” – Entrevista com Tia Jô

    Nesta primeira entrevista da série "Semeia a Palavra", a irmã Joani Bentes, carinhosamente conhecida como Tia Jô, compartilha conselhos preciosos sobre como semear o Evangelho
    Daiene CardosoBy Daiene Cardoso8 de outubro de 2025Updated:8 de outubro de 20258 Mins Read
    Foto: CPAD (Sampler's Produtora/ AD Santana)
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    No decorrer deste último trimestre de 2025, teremos a honra de entrevistar alguns dos mais notáveis servos de Cristo, homens e mulheres cuja caminhada é marcada pelo ardor evangelístico e pelo chamado missionário, testemunhando com a vida e ministério o cumprimento da grande comissão deixada por Jesus, em Mateus 28.18-20.

    Nesta primeira entrevista da série “Semeia a Palavra”, a irmã Joani Bentes, carinhosamente conhecida como Tia Jô, compartilha conselhos preciosos sobre como semear o Evangelho e manter viva a chama missionária nos corações.

    Apresentadora de programas infantis de rádio e TV, missionária, professora de educação infantil cristã, Joani Bentes é conferencista internacional em 50 países e em todo o território brasileiro. Com 35 anos de ministério, é idealizadora do seminário Liderar Conectar Kids, mentora de projetos missionários através do Instituto Tia Jô – Missão Até Que Todos Saibam, e é reconhecida como Embaixadora de Crianças Africanas, inspirando gerações e levantando líderes comprometidos com o Reino de Deus.

     

    Ao longo do seu ministério voltado ao público infantil, já tivemos a oportunidade de conhecer alguns testemunhos sobre crianças que foram evangelizadas por meio de seu trabalho e se tornaram grandes pregadores. Mas agora, conte pra gente: como a Tia Jô se descobriu missionária?

    Eu tive o privilégio de nascer em um lar evangélico, filha de um pastor missionário no coração da Amazônia. Desde muito pequena, o chamado missionário já pulsava em mim. Lembro-me de ainda na Escola Dominical, com menos de oito anos, sentir claramente no meu coração que eu também seria uma missionária, assim como meus pais. Com apenas nove anos, eu já dava aula de Escola Dominical debaixo de um pé de mangueira. Acompanhava meu pai nas viagens pelas comunidades — às vezes de bicicleta, outras vezes em canoas motorizadas — levando cultos, distribuindo a Santa Ceia e compartilhando o amor de Jesus com os ribeirinhos. Esse chamado missionário nasceu comigo e cresceu comigo; ele foi latente desde a infância e continua vivo até hoje.

    “Comece onde você está. Evangelize na sua rua, na sua escola, no seu trabalho, na sua igreja”

    Algumas pessoas acreditam que, para evangelizar, é preciso ter um “dom específico”, uma aptidão natural. Como educadora e missionária, o que a irmã pode dizer sobre isso?

    Eu acredito que evangelizar é, antes de tudo, um mandamento, não apenas um dom. Jesus não disse: ‘Ide vós que têm o dom’, mas sim ‘Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura’. É claro que algumas pessoas têm habilidades naturais para comunicação, ensino ou relacionamento, mas o evangelismo não é restrito a quem tem uma aptidão especial — ele é o resultado de um coração cheio de amor por Jesus e pelas pessoas.

    Como educadora, tenho visto ao longo dos anos que a evangelização também pode e deve ser ensinada. É possível treinar, capacitar e despertar pessoas para evangelizar com excelência. Quando alguém entende o valor de uma alma e se enche do Espírito Santo, ele se torna um instrumento poderoso nas mãos de Deus. Eu costumo dizer que evangelizar é o amor em movimento — e esse amor pode ser cultivado, ensinado e multiplicado.

    Em suas viagens missionárias, a irmã sempre fala com muito amor sobre seu chamado e mostra muita dedicação tanto em estudar quanto em produzir os materiais didáticos e recursos visuais, mantendo-os sempre atualizados. Como manter o coração sempre sensível à voz de Deus, mesmo diante de uma rotina cansativa física e psicologicamente?

    Essa é uma pergunta que toca diretamente na alma de quem vive o ministério. Eu aprendi que sensibilidade espiritual não é resultado de momentos extraordinários, mas de uma comunhão constante. O segredo está em permanecer aos pés de Jesus, mesmo quando o corpo está cansado e a agenda está cheia, vida devocional inegociável, jejum e oração constante.

    As viagens, os estudos, as produções e as responsabilidades exigem muito de nós — física, emocional e mentalmente —, mas é no lugar secreto que encontramos renovo. É ali que o coração volta a pulsar no ritmo do céu. Antes de produzir qualquer material, eu me ajoelho e peço: ‘Senhor, o que o Teu Espírito quer ensinar às crianças?’.

    Manter o coração sensível é uma decisão diária. Eu aprendi que mais importante do que fazer muito para Deus é permanecer nEle. Quando a motivação é amor e obediência, até o cansaço se transforma em adoração.

    “Evangelizar é o amor em movimento – e esse amor pode ser cultivado, ensinado e multiplicado”

    Muitas vezes, o desejo de fazer missões vem ao coração, mas a pessoa não sabe como dar os primeiros passos. Quais conselhos a irmã daria para quem está nesse ponto inicial do chamado missionário?

    Quando o desejo missionário nasce no coração é sinal de que Deus já começou uma obra ali dentro. O primeiro passo é orar e discernir se esse chamado é realmente de Deus — e, se for, Ele mesmo abrirá os caminhos. Missão não começa com um visto, uma mala ou uma passagem de avião; começa com um coração disposto a obedecer.

    Meu conselho para quem está nesse ponto inicial é: comece onde você está. Evangelize na sua rua, na sua escola, no seu trabalho, na sua igreja. O mesmo Deus que te usa para alcançar uma criança na esquina é o Deus que um dia pode te enviar para as nações.

    Depois, busque preparo. Estude, conheça culturas, aprenda sobre missões transculturais e esteja sob cobertura espiritual. O campo missionário exige maturidade e dependência total do Espírito Santo.

    E, acima de tudo, mantenha o coração quebrantado. Missão não é aventura, é entrega. Não é sobre viajar o mundo, é sobre amar o mundo como Deus amou. Quem tem o coração disponível, Deus mesmo envia.

    Anualmente, a Missão Portas Abertas atualiza o ranking dos países mais hostis para quem professa a fé cristã. Considerando as 50 nações nas quais já esteve, em qual a irmã enfrentou mais barreiras para anunciar o Evangelho?

    Sem dúvida, o Paquistão foi um dos lugares mais desafiadores em que já estive. Lá, precisei pregar com escolta armada e vivenciar de perto a dor de famílias cristãs que viviam em regime de escravidão moderna nas fábricas de tijolos. São pessoas que trabalham exaustivamente, dia e noite, em condições desumanas, por dívidas impagáveis que passam de geração em geração.

    Estar naquele ambiente foi um dos maiores confrontos espirituais da minha vida. Não apenas pelo perigo físico, mas pelo peso espiritual e emocional que senti ao olhar nos olhos daquelas famílias. Lembro-me de orar e dizer: ‘Senhor, o que posso fazer diante de tanta dor?’ — e Ele me respondeu: ‘Ame e liberte’.

    Foi exatamente isso que fizemos. Pregamos, oramos e ajudamos a resgatar famílias que hoje estão livres, recomeçando suas vidas com dignidade. Foi um tempo de lágrimas, mas também de milagres. Ali aprendi que a missão nem sempre é confortável, mas é no campo mais árido que o amor de Deus floresce com mais força.

    “Não podemos nos conformar com um evangelho de conforto enquanto tantos vivem e morrem sem ouvir sobre Jesus”

    Por fim, qual é o seu maior desejo missionário hoje? E qual mensagem a irmã deixaria para a igreja brasileira em relação ao papel que temos, diante da realidade missionária mundial?

    Meu maior desejo missionário hoje é avançar nos vinte países onde já estamos atuando, especialmente nos cinco que pertencem à Janela 10/40 — regiões de intensa perseguição à Igreja de Cristo. Tenho orado para que o Senhor nos permita construir mais escolas no Paquistão, onde as crianças cristãs vivem sob risco e exclusão. Até agora, pela graça de Deus, já conseguimos libertar 64 famílias que viviam em regime de escravidão nas fábricas de tijolos, e o sonho é ver muitas outras experimentando a verdadeira liberdade em Cristo, “Até que todos sejam livre“.

    Também tenho pedido a Deus que nos abra portas para construir um hospital, um orfanato e uma escola técnica no Malawi, um dos países mais pobres do mundo. Ali, desejo levantar um exército de médicos missionários sem fronteiras — pessoas que unam compaixão e competência, levando cura para o corpo e para a alma.

    À igreja brasileira, deixo uma palavra: não podemos nos conformar com um evangelho de conforto enquanto tantos vivem e morrem sem ouvir sobre Jesus. Missões não são apenas um departamento da igreja; são o coração de Deus pulsando no mundo. Que cada cristão compreenda que, quando dizemos ‘Eis-me aqui, Senhor’, o céu se move e a história de nações inteiras pode ser transformada.

     

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    Daiene Cardoso
    Daiene Cardoso

    Jornalista, pós graduada em Produção Audiovisual. Atua em diversas áreas da comunicação e há mais de dez anos como redatora. Responsável pela editoria Cultura no CPAD News. // Envie sua pauta para o email: [email protected]

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    1 comentário

    1. Avatar
      Er Andrade Souza on 8 de outubro de 2025 10:40

      Sou pastor ligado a convenção Cadersbras
      Fico feliz em fazer uso da palavra de Deus,
      Pela cpad.
      Er Andrade Souza Rua Samaria 115-B Bairro Canaã Cidade Ipatinga Estado Minas Gerais CEP 35164-210
      3197151-7035
      Deus abençoe sempre.

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