O Dia Mundial da Religião foi celebrado no último sábado (21). A data foi separada para que todas as pessoas pudessem refletir sobre o direito da liberdade religiosa. Os cristãos que vivem nos 50 países elencados na Lista Mundial da Perseguição 2023 têm esse direito e outros negados em nome de uma religião predominante.

Essa falta de liberdade de religião é sinônimo do extremismo religioso, que atinge todas as outras esferas da sociedade. Em países baseados na interpretação radical da sharia (conjunto de leis islâmicas), as mulheres não têm o direito de escolher a religião que desejam seguir e não podem frequentar escolas secundárias, como o Afeganistão, 1º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2022. Atualmente, o governo Talibã também exigiu que as ONGs que trabalham no país não empregassem mulheres no território.

Segundo o G7, grupo que reúne as sete nações mais ricas do mundo, esse ato é um crime contra a humanidade. Os especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) também condenaram o confinamento de mulheres e meninas nas casas delas. Porém, essa realidade é presente em países islâmicos radicais e as cristãs enfrentam esses problemas há décadas.

Com informações: Portas Abertas (23.01.23)

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