No final do último mês de maio, integrantes de uma igreja doméstica na China foram acusados pelas autoridades de “usar uma organização sectária para minar a aplicação da lei”, por se reunirem em comunhão e realizarem treinamentos ministeriais.
Foram realizadas diversas audiências, com grupos pequenos de réus. Ao todo, 31 cristãos foram condenados. Song Yude, o líder da igreja doméstica, foi quem recebeu a pena mais longa, de quatro anos de prisão, enquanto a mais curta foi de dois anos e quatro meses.
Um cristão de 77 anos, Yang Zhijin, foi setenciado em mais de três anos na prisão por ajudar fiéis detidos a obter assistência jurídica.
Proibir o funcionamento de igrejas sem registro oficial é uma das inúmeras restrições do governo chinês. Organização de direitos humanos no país denuncia a ação como “uma das maiores perseguições coordenadas contra cristãos nos últimos anos”.
“Esses são cristãos inocentes, não criminosos. São membros pacíficos de igrejas domésticas que exerceram seus direitos universalmente reconhecidos à liberdade de religião, culto, reunião e associação”, declarou o presidente da ChinaAid, Bob Fu.
Redação CPAD News/ Com informações Guiame
