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Início » Mãe e filha sofrem perseguição ao se tornarem cristãs no Irã
Universo Cristão

Mãe e filha sofrem perseguição ao se tornarem cristãs no Irã

No país, convertidos são perseguidos severamente pelo governo e pelas comunidades, como assédios, prisões, interrogatórios, detenções e até ameaças de morte
De Redação CPAD News18 de dezembro de 2024Atualizado:18 de dezembro de 20242 minutos lidos
Foto representativa: Portas Abertas
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Sepideh*, de 13 anos, foi criada em uma família muçulmana no Irã. Ela se converteu a cristo com o testemunho da avó materna. Segundo a mãe da adolescente, Neda*, a idosa abandonou os vícios depois que se tornou cristã. Inspirada pela transformação da dela, Neda e Sepideh começaram a seguir o cristianismo.

Elas começaram a frequentar uma igreja doméstica, onde experimentaram cordialidade e amor que não conheciam. Na época, a menina estava com dez anos. “Eu gostei das histórias da Bíblia e me senti amada por Deus. Quando orava, sempre me sentia bem, diferente das orações feitas na escola”, disse.

Por um ano, mãe e filha participaram dos cultos em segredo. No Irã, convertidos são perseguidos severamente pelo governo e pelas comunidades, como assédios, prisões, interrogatórios, detenções e até ameaças de morte. O pai de Sepideh, um muçulmano rígido, ficou furioso quando descobriu que filha e esposa participavam de encontros cristãos. Como não podiam participar da igreja doméstica, elas frequentavam encontros online. Mas ele continuou com as ameaças.

A menina escondia a identidade cristã na escola. Apesar de ser uma boa aluna, era forçada a participar de rituais islâmicos. Apesar da pressão, mãe e filha participaram de uma conferência cristã em outro país com a desculpa de fazer turismo.

Elas sofreram com o pai da jovem, que passou  a ficar noites fora de casa para se drogar. Certa noite, após visitar uma amiga, Sepideh e a mãe retornaram para a residência, mas não puderam entrar, pois a mesma estava trancada.  “Eu fiquei com muito medo ao ver meu pai gritando. Ele disse que não nos queria mais. Eu congelei, sem saber o que fazer. Eu amava meu pai, mas o que podia fazer? Ele não me queria mais na vida dele”, lembrou.

*Nomes alterados por segurança.

 

Com informações: Portas Abertas

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