Na última sexta-feira (5), legisladores do estado norte-americano de Indiana aprovaram as restrições do direito ao aborto, e a lei assinada pelo governador Eric Holcomb, entra em vigor a partir de 15 de setembro.

O estado foi o primeiro nos Estados Unidos a aderir a decisão, após a Suprema Corte derrubar, em junho deste ano, a Roe v. Wade que legalizava o aborto em todo o país.

De acordo com a CNN, as novas regras garantem algumas exceções. O aborto é permitido, caso a vida da mãe esteja em risco, ou seja sinalizado anomalias fetais fatais, até 20ª semanas após a fertilização. Em caso de gravidez resultante de estupro ou incesto, também será permitido o procedimento.

A decisão da Suprema Corte dos EUA vem sendo analisada por diversos estados, como Carolina do Sul e Virgínia Ocidental, que já começaram a debater o tema mas ainda não divulgaram nenhuma decisão sobre as proibições propostas.

Segundo a AP, os estados conservadores, Iowa, Flórida, Nebraska e outros, apesar de ainda não terem anunciado medidas legislativas, já estão analisando o assunto.

 

Com informações CNN Brasil, AP e G1

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