Igrejas, líderes religiosos e organizações cristãs enfrentam crescente repressão na República da Nicarágua, localizada na América Central. O país tem como presidente Daniel Ortega, desde 10 de janeiro de 2007. Recentemente, ele anunciou que não mais haverá eleições presidenciais na Nicarágua.
De acordo com a Portas Abertas, o endurecimento das medidas também atingiu jornalistas, advogados, organizações da sociedade civil e grupos religiosos. O espaço para a atuação dessas instituições ficou mais limitado, enquanto aumentaram os relatos de vigilância, intimidação e perseguição. Estes denunciam violações de direitos humanos ou defendem publicamente a liberdade e a justiça e podem enfrentar vigilância, assédio, detenções, exílio e até perda da cidadania.
Da mesma forma, igrejas, escolas cristãs e entidades de assistência social também passaram a ser alvo de restrições, com direito a fechamentos e confisco de bens.
Em diversos casos, as ações governamentais provocaram o deslocamento de famílias e reduziram a presença de comunidades cristãs em diferentes regiões. O ambiente de vigilância levou muitas igrejas a reduzir a exposição pública de suas atividades por receio de represálias.
Segundo a Portas Abertas, o país é o 32º na Lista Mundial da Perseguição 2026.
Redação CPAD News / Com informações Portas Abertas e Pleno News

