Nesta terça-feira (9), as Forças de Defesa de Israel (FDI) e Shin Bet confirmaram ataque à liderança do Hamas em Doha, no Catar. Depois de dois anos com o país sediando negociações entre Israel e o Hamas sobre trocas de reféns e cessar-fogo, o governo chegou à decisão de que matar os líderes restantes do Hamas era mais importante do que deixar o canal diplomático aberto.

Um comunicado afirmou que os líderes visados ​​eram responsáveis ​​pelo massacre de cerca de 1.200 israelenses no sul do país em 7 de outubro de 2023, além de gerenciar as operações do grupo terrorista.

Mais cedo, nesta terça-feira, o exército israelense lançou panfletos ordenando a saída dos palestinos que vivem nas ruínas da Cidade de Gaza. O fato aconteceu depois que Israel comunicou que estava prestes a destruir a área em um ataque para acabar com o Hamas.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse para os moradores que eles foram avisados, que os mesmos deveriam aproveitar a oportunidade e deixar o território. As ordens de retirada causaram pânico e confusão no maior centro urbano da Faixa de Gaza. Os moradores afirmaram que não existe lugar seguro para escapar dos bombardeios e de uma crise humanitária.

As autoridades de saúde anunciaram que retirariam os pacientes dos dois principais hospitais da cidade, Al-Shifa e Al-Ahli, no entanto os médicos não deixariam de atender.

Foto: reprodução

 

Redação CPAD News / Com informações: The Jerusalem Post e CNN Brasil

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