Antigos vestígios, conhecidos como “fósseis polistratificados”, podem “comprovar” a existência do grande dilúvio descrito na Bíblia, assim como o relato da construção da Arca de Noé. Recentemente, foram encontrados troncos de árvores fossilizados gigantescos, enterrados verticalmente em camadas de rocha desde o Parque Nacional de Yellowstone (Wyoming) até o Monumento Nacional de Florissant Fossil Beds (Colorado) e o Parque Nacional Theodore Roosevelt (Dakota do Norte), nos EUA.
De acordo com os geólogos, esses registros estão causando estranheza porque os troncos atravessam verticalmente múltiplas camadas de rocha sedimentar que se formaram com milhões de anos de diferença. Para alguns defensores da interpretação literal da Bíblia, essa cronologia simplesmente não faz sentido.
Em publicação no X, pesquisadores do Noah’s Ark Scans, grupo que investiga se a arca está escondida na Formação Durupinar (Turquia), postaram que “uma árvore morta não permanece em pé por milhões de anos esperando que o sedimento se acumule lentamente ao seu redor. Ela apodrece. Ela desmorona”. Segundo eles, essas árvores parecem ter sido rapidamente soterradas por fluxos maciços de sedimentos antes que pudessem se decompor”.
O geólogo britânico Derek Ager, já falecido, justificou que a ideia de uma árvore de 10 metros permanecer em pé por centenas de milhares de anos enquanto sedimentos se acumulavam lentamente ao seu redor era “ridícula”. Ele ainda completou que “soterrar lentamente uma árvore desse tamanho levaria aproximadamente 328.000 anos — tempo suficiente para a natureza transformá-la “em pasta”.
Para os incrédulos, as formações encontradas nos EUA são explicados por desastres locais repetidos, e não por um dilúvio global.
Redação CPAD News / Com informações CRN1 e Extra On Line
