Nesta semana, a nossa editoria estará atendendo uma sugestão de pauta e abordará um pouco sobre a conjuntivite. Por definição, ela é a inflamação da conjuntiva (membrana transparente do olho) que causa vermelhidão, lacrimejamento, coceira e sensação de areia. Geralmente, ela é causada por vírus, bactérias ou alergias. O maior número de casos de conjuntivites no Brasil é registrado geralmente no verão. Mas a doença também pode acontecer em outras estações devido à aglomerações de pessoas.
Segundo a Secretaria da Saúde de São Paulo, de janeiro a agosto do ano passado, foram registrados 74.507 atendimentos ambulatoriais por conjuntivite, um aumento de 35,5% na comparação com igual período do ano anterior, quando houve quase 55 mil casos. As internações também passaram de 41 para 61, alta de 51%. Porto Alegre registrou aumento de 47% nos casos em 2025, enquanto Caxias do Sul teve alta de 37%.
A doença, altamente contagiosa, pode levar até duas semanas para ser curada e exige uso de medicamentos. A conjuntivite pode ser transmitida quando uma pessoa doente coça os olhos e toca em outras superfícies, assim como os objetos: toalhas, lenços, travesseiros, maquiagem, óculos, celulares, teclados e maçanetas. As infecções também podem ser espalhadas através de abraços, beijos e espirros (em casos virais).
Formas de prevenção da doença: lavar as mãos e o rosto frequentemente; evitar coçar os olhos; não compartilhar toalhas, óculos ou maquiagem; evitar locais aglomerados ou piscinas, se infecciosa;
usar compressas frias para aliviar a coceira (alérgica).
Ao sentir os sintomas, o paciente deverá procurar orientação médica para diagnóstico e tratamento adequados.

Obs: Os assuntos tratados nessa editoria seguem uma linha informativa, e a mesma não se responsabiliza em tratar diagnósticos. Em caso de apresentação de algum sintoma, um médico especialista deverá ser consultado.
Por Ezequias Gadelha / Com informações SBT News e Gov.br
