O Dia Internacional do Café (uma drupa pequena, redonda, com cerca de 1,5 cm de diâmetro) foi celebrado na última quinta-feira (1º). A data foi escolhida pela Organização Internacional do Café (OIC), com sede em Londres, no Reino Unido, com o objetivo de coincidir como o início do “ano do café”, período do início da nova safra e colheita em vários países. Apesar do valor elevado no mercado, esse produto é um item presente na mesa de milhões de brasileiros.
Com base nos arquivos públicos do Pará, o café chegou ao Brasil, trazido de forma clandestina de Caiena, capital da Guiana Francesa, pelo sargento-mor Francisco de Melo Palheta em maio de 1727. Ele foi encarregado pelo governo daquele Estado de ir à Guiana Francesa conseguir as sementes. No entanto, segundo relatos, ele só conseguiu as sementes com a ajuda da esposa do governador local, visto que a saída da cereja do café havia sido proibida pelos franceses.
O uso moderado do café auxilia no aumento da disposição, na melhora da concentração e na proteção contra doenças crônicas, exemplos: diabetes tipo 2; doenças cardiovasculares; doenças hepáticas (do fígado); doenças neurodegenerativas; determinados tipos de câncer; doença renal crônica, entre outras.
Em contrapartida, o excesso da ingestão de café pode provocar ansiedade e nervosismo; problemas no sono; irritação estomacal; aumento da pressão arterial, entre outros. A quantidade recomendada para adultos é de cerca de 3 a 4 xícaras (aproximadamente 400 mg de cafeína) por dia. Pessoas com hipertensão severa, gestantes ou indivíduos muito sensíveis à cafeína devem consumir quantidades menores ou buscar orientação médica.

Obs: Os assuntos tratados nessa editoria seguem uma linha informativa, e a mesma não se responsabiliza em tratar diagnósticos. Em caso de apresentação de algum sintoma, um médico especialista deverá ser consultado.
Por Ezequias Gadelha / Com informações Gov.Br, Brasil Escola, International Coffee Organization (ICO), Tua Saúde, Fazenda Jotacê
