No terceiro sábado de setembro será celebrado o Dia Mundial do Doador de Medula Óssea (World Marrow Donor Day). A data tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre a importância da doação e agradecer aos doadores cadastrados que oferecem esperança de cura a pacientes com doenças como leucemias, linfomas, aplasias de medula, anemias graves, mieloma múltiplo, síndromes de imunodeficiência congênita, e outras doenças sanguíneas.
A data foi instituída pela Associação Mundial de Doadores de Medula (WMDA) no dia 19 de setembro de 2015 e, desde então, é comemorada anualmente no terceiro sábado de setembro. O Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME) coordena campanhas no Brasil.
Popularmente conhecido como “tutano”, a medula óssea é um tecido macio localizado dentro dos ossos responsável pela produção de todas as células do sangue. O transplante pode tratar e curar cerca de 80 doenças diferentes.
De acordo com o Ministério da Saúde, o transplante de células-tronco hematopoéticas (medula óssea), consiste na substituição de uma medula óssea doente por células-tronco hematopoéticas normais. Elas são obtidas da medula óssea, do sangue periférico ou de sangue de cordão umbilical e placentário.
A medula óssea fabrica glóbulos vermelhos (que transportam oxigênio), glóbulos brancos (que defendem contra infecções) e plaquetas (que ajudam na coagulação); e abriga as chamadas células-tronco. Nos adultos elas se concentram-se em ossos como: bacia, costelas, esterno e vértebras.
Para se tornar um doador é necessário estar com boa saúde, ter entre 18 a 35 anos e idade e se cadastrar em um hemocentro com documento oficial com foto.
LEIA TAMBÉM: Anemia Falciforme, alteração genética e hereditária dos glóbulos vermelhos do sangue
LEIA TAMBÉM: Formação de coágulos matam milhões de pessoas todos os anos

Por Ezequias Gadelha / Com informações Gov.Br, REDOME, Associação Brasileira de Câncer do Sangue (Abrale), Associação da Medula Óssea (Ameo)
