Em uma audiência televisionada, o Tribunal Superior de Seul condenou o ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol, nesta quarta-feira (29), a sete anos de prisão por obstrução de Justiça. As acusações incluem obstruir investigadores que tentavam executar um mandado de prisão, desde sua breve declaração de lei marcial em 2024.
Em 19 de fevereiro de 2026, ele foi condenado à prisão perpétua por golpe de Estado. De acordo com a Justiça, o ex-líder foi considerado culpado por liderar uma insurreição na declaração de lei marcial que mergulhou a Coreia do Sul em uma crise política.
A promotoria chegou a pena de morte para o caso, sob o argumento de que ele não demonstrou “remorso” por ações que ameaçaram a “ordem constitucional e a democracia”. O ex-presidente alega que a declaração da lei marcial foi um exercício legal de sua autoridade presidencial.
A defesa dele, que já está preso desde julho de 2025, afirmou que irá recorrer da decisão.
Redação: CPAD News / Com informações G1
