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13/08/2020

Universo Cristão

Rede de aborto processa pastores que realizam cultos ao lado de clínica, nos EUA

O projeto conhecido `Igreja na Planned Parenthood´ tem como propósito unir cristãos no combate ao aborto com uma manifestação pacífica

Fonte: Guiame/ Com informações do Life Site News - Foto: Christine Stickelmeyer/TCAPP | 31/07/2020 - 12:45
Rede de aborto processa pastores que realizam cultos ao lado de clínica, nos EUA

O escritório da Planned Parenthood (rede de clínicas de aborto) do estado de Washington processou uma comunidade cristã por realizar cultos mensais de adoração com uma mensagem pró-vida do lado de fora de um de uma de suas clínicas na cidade.

O pastor Ken Peters, responsável pela realização dos cultos, expressou seu repúdio à atitude da rede abortista em processar o grupo que tem participado das ações.

"Vocês têm uma indústria de bilhões de dólares processando pastores de igrejas locais que não são ricos, por cantar e reunir-se pacificamente", disse o pastor Ken Peters, responsável pelos cultos, respondendo à Planned Parenthood, segundo a Fox News.

O processo

O projeto ‘Igreja na Planned Parenthood (TCAPP)', como é chamado oficialmente, "vem realizando protestos maciços desde o outono de 2018 ao lado de um dos prédios da Planned Parenthood", afirmou o texto da ação apresentada pela rede abortista. "Diretamente do outro lado da parede, de onde a multidão se reúne para cantar, cantar, assobiar, gritar e gritar, estão todas as salas de exames dos pacientes da instalação".

Porém, o processo não mencionou que os cultos começam às 18h, quando o centro de aborto fecha.

“Os líderes do [projeto] TCAPP aumentam intencionalmente o barulho, incentivando a multidão a levantar a voz, a cantar mais alto, a gritar e a gritar cada vez mais”, afirmou a Planned Parenthood da Grande Washington e Norte de Idaho no processo. "O nível de ruído excede rotineiramente os limites estabelecidos na lei de ruído da cidade".

"Se os protestos do TCAPP fossem sobre adoração e não sobre interromper as operações da clínica, o TCAPP poderia se mudar para o lado oposto da rua em frente ao prédio do Exército de Salvação", sugeriu o processo. Nesse local, "há mais espaço para uma grande reunião e todos os envolvidos seriam mais seguros", afirmou a empresa que lucra com a interrupção de seres humanos.

Peters, o fundador do TCAPP, disse ao site ‘Crosscut’ que ele escolheu especificamente a parte estreita da rua para realizar cultos uma vez por mês.

"Queremos chegar o mais perto possível da Planned Parenthood, porque quanto mais próximos estamos, maior a declaração que fazemos", disse ele. "Nossa ação afirma que discordamos do que eles estão fazendo".

Comentando sobre o nível de ruído, Peters disse: "Estamos fazendo todo o possível para cumprir as leis sobre som e ainda assim podemos fazer o que achamos que nossa Primeira Emenda nos permite". Ao mesmo tempo, "(sabemos) que eles estão lá com seus pequenos medidores de som e sim, é apenas um jogo estúpido".

"Estamos nessa disputa há dois anos", disse Peters. "Nós nunca fomos advertidos. Nós não causamos destruição. Nós não saqueamos. Nós não tumultuamos. Nós literalmente vamos à Planned Parenthood e realizamos o culto uma vez por mês. Fazemos isso por horas. Mas não estamos causando nenhum dano”.

Propósito

Peters explicou que sua intenção é “chamar a atenção para o fato de que eles [Planned Parenthood] estão tirando vidas por dinheiro”.

“É disso que eles não gostam. É por isso que eles estão nos processando. Estamos iluminando lançando a luz do Senhor sobre os pecados deles, e é por isso que eles nos odeiam", afirmou.

O projeto Igreja na Planned Parenthood enfatiza em seu site que “NÃO é um protesto. É um culto às portas do inferno. A Igreja na Planned Parenthood é uma reunião de cristãos para a adoração a Deus e a oração corporativa pelo arrependimento desta nação, arrependimento pela igreja apática e arrependimento de nossa culpa por sangue neste holocausto do aborto”.

A Planned Parenthood comete mais de 345 mil abortos por ano, de acordo com o relatório mais recente. Além disso, a organização distribuiu mais de 593 mil kits de contracepção de emergência, comumente conhecidos como a pílula do dia seguinte, que também podem causar abortos em alguns casos.