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13/12/2019

Universo Cristão

Menino cristão é assassinado por não querer se tornar soldado do Boko Haram

Terroristas que operam na região são conhecidos por sequestrar crianças e jovens do sexo masculino para treiná-los como militantes

Fonte: Guia-me / com informações Barnabas Fund / Foto: Reprodução/Barnabas Fund | 28/11/2019 - 13:30
Menino cristão é assassinado por não querer se tornar soldado do Boko Haram

Um estudante cristão, que teria 12 anos, foi morto a tiros pelo Boko Haram quando resistiu à tentativa dos militantes de sequestrá-lo como "criança-soldado" em uma operação no distrito de Tourou, norte de Camarões, em torno de 19 de novembro.

O garoto e sua mãe fugiram de casa quando os militantes invadiram a vila saqueando casas em vez de incendiá-las, despojando-as de pertences e utensílios domésticos, incluindo roupas pessoais e de cama, relatou um contato do Barnabas Fund.

Os militantes do Boko Haram que operam na região são conhecidos por capturar crianças e jovens do sexo masculino para forçá-los a treinar como militantes. Acredita-se que o menino foi morto no local quando se recusou a ser levado embora, sabendo que seria forçado a se juntar e lutar pelo grupo terrorista.

Um pastor local pediu orações dizendo: “Agora estou cansado e não sei como ajudá-los em seu trauma. Ore por mim, porque estou sempre visitando nossos irmãos em Cristo quando [ataques] acontecem com eles.”

O pastor pioneiro aposentado, David Mokoni, e um garoto cristão com deficiência auditiva foram mortos quando militantes do Boko Haram atacaram uma igreja em Moskota, norte de Camarões, em 6 de novembro, em uma das recentes crises de pelo menos quatro ataques brutais. Outro garoto, de 15 anos, morreu quando militantes dividiram seu crânio com um machado enquanto dormia na vila de Kotserehé, em 31 de outubro.

O Boko Haram vem intensificando seus ataques a aldeias cristãs no extremo norte de Camarões, na tentativa de estabelecer um califado islâmico desde o nordeste da Nigéria até o norte de Camarões. A ONU estima que mais de 170.000 camaroneses, principalmente cristãos, foram forçados a deixar suas casas pelo Boko Haram.