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21/11/2018

Universo Cristão

Em meio à crise, cristãos clamam a Deus de joelhos nas ruas da Nicarágua

A Nicarágua está passando por um período de conflitos e protestos que já dura mais de quatro meses

Fonte: Guia-me / com informações da CBN News - Foto: CBN News | 13/09/2018 - 14:35
Em meio à crise, cristãos clamam a Deus de joelhos nas ruas da Nicarágua

Um grupo de cristãos da Nicarágua se ajoelhou para clamar a Deus em meio aos protestos que tem marcado o país há mais de quatro meses. O número de mortes chega a centenas e é difícil determinar devido à falta de um órgão institucional confiável que emita estatísticas sem qualquer interesse.

No entanto, recentemente algumas imagens mostraram uma luta que realmente chocou a igreja. Um grupo formado por médicos e estudantes universitários que se ajoelharam para orar pelas pessoas que foram detidas pelo regime de Daniel Ortega sem justa causa.

Isso ocorreu depois de um ataque em Manágua, onde pelo menos 32 pessoas foram presas. Em meio a uma marcha em que, de acordo com os manifestantes, estavam constantemente sendo intimidados e ofendidos pela polícia de choque, este grupo de pessoas decidiu ficar de joelhos para clamar a Deus por justiça.

Da mesma forma, a Aliança Evangélica da Nicarágua permaneceu em jejum e oração. "Passamos dois meses. Estamos jejuando e orando até que o país seja normalizado, até que a situação na Nicarágua esteja normalizada", disse Mauricio Fonseca, presidente da Aliança Evangélica da Nicarágua.

“Dessa forma, nós queremos que você também nos ajude em clamor, jejum e oração pela Nicarágua”, acrescentou.

Enquanto clamam a Deus, a Aliança Evangélica da Nicarágua está trabalhando com redes de supermercados como a Wal-Mart e a Pricemart pela América Latina para trazer comida para as famílias que foram mais afetadas por este conflito.

"Dissemos aos doadores que existe um método para não tocarmos em um real das doações, porque não queremos isso. Eles pagam e nós retiramos arroz, feijão, açúcar, óleo e café. Estamos dizendo aos nossos irmãos que, dessa forma, eles podem nos ajudar", disse Fonseca.