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18/09/2017

Universo Cristão

Muçulmano se converte na prisão após ser impactado pelo amor de cristãos

Adeosun Kazeem foi impactado pela compaixão e bondade de cristãos que costumavam fazer visitas frequentes aos presos, na Nigéria

Fonte: Guia-me / com informações de The Christian Post | 18/04/2017 - 09:00
Muçulmano se converte na prisão após ser impactado pelo amor de cristãos

Impactado pelos atos de amor e compaixão dos cristãos, um homem muçulmano que estava detido em uma prisão de segurança máxima entregou sua vida a Jesus em Port Harcourt, no estado de Rivers, na Nigéria.

Depois que Adeosun Kazeem foi condenado por assassinato, em 2007, ele foi abandonado pela família, amigos e perdeu os direitos dos fiéis muçulmanos. Enquanto isso, cristãos que costumavam fazer visitas frequentes aos presos sempre expressavam amor e bondade ao criminoso.

Uma das pessoas que mais marcou a vida de Kazeem foi o Bispo Winning Willy Bunting, descrito pelo detento como um grande influenciador em sua caminhada de fé. Kazeem renunciou o islamismo e aceitou a Cristo após 15 anos de prisão, durante a celebração do aniversário de Bunting dentro do complexo prisional.

Bunting, que é supervisor geral do ministério Exército Apostólico, teve a ideia de comemorar seu aniversário na detenção de Port Harcourt com o objetivo de evangelizar presidiários na Sexta-feira Santa.

“Meu aniversário sempre foi celebrado em grandes eventos. Quatro anos atrás eu comemorei meu aniversário em quatro cidades do mundo, depois de celebrar na Nigéria”, disse Bunting ao site Naija Church News.

“Este ano, fui instruído pelo Deus Todo-Poderoso para ir às prisões e comemorar meus 55 anos”, o líder acrescentou.

O Bispo afirma que Deus quis usar seu aniversário para fazer algo especial nas vidas dos condenados. “Kazeem, que foi muçulmano por 40 anos, aceitou Jesus Cristo e deixou o islamismo. Eu acredito que as fortalezas da prisão foram quebradas e houve liberdade”, disse Bunting.

O líder cristão incentiva os cristãos a exercerem sua compaixão para com os presos, a fim de que eles possam ajudar a “despovoar o reino das trevas”.