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Mensageiro da Paz

Jovem é curada de câncer terminal

Mensageiro da Paz (Janeiro/ 2016)

09/01/2017 - 00:00

Aos 17 anos de idade, Juliana Teixeira, membro da AD na Liberdade em Santarém (PA), começou a sentir fortes dores no estômago e na cabeça. Em princípio, nem ela ou sua família imaginaram que se trataria de algo tão grave. Dez anos se passaram e o problema avançou culminando no diagnóstico de um câncer em estado terminal. Apenas um milagre salvaria a jovem. E foi exatamente isso que o Senhor proveu! No dia 25 de abril de 2016 nossa irmã teve uma crise tão forte que chegou desmaiada ao hospital. Apesar do susto, o médico apenas perguntou se ela tinha gastrite, passou uma endoscopia e a liberou. O problema persistiu e segundo recorda a família, graças a uma tia que havia operado a vesícula no ano anterior e narrou que os sintomas eram semelhantes, ela pediu que o médico passasse uma ultrassonografia abdominal. Resultado: sua vesícula estava cheia de pedras e muito inflamada, tornando a cirurgia a única opção.

“O médico me passou remédio para desinfl amar e nesse período demos entrada nos papéis pra fazer a cirurgia pelo SUS. Apesar de meu caso ser urgente, disseram-me que havia mais de 80 pessoas na minha frente e que minha cirurgia provavelmente nem seria pra esse ano. Mas Deus já começara a agir. Duas semanas depois já me ligaram dizendo que a cirurgia estava marcada para aquele mesmo mês. Deus é Maravilhoso!”, louva Juliana. Na data agendada, após a operação o alívio infelizmente não ocorreu. Ao contrário, era só o início da batalha. Juliana conta que quando voltou do centro cirúrgico sua mãe foi chamada pelo médico e voltou da conversa muito abalada, com os olhos cheios de lágrimas, mas sem lhe contar nada. Hoje Juliana sabe o que a mãe ouviu: o que era para ser só uma simples cirurgia na vesícula revelou um tumor maligno no seu estômago, já em estado muito avançado.

Provavelmente já vinha se desenvolvendo há 10 anos, quando Juliana, ainda adolescente, começara a sentir dores, tratadas como uma simples gastrite. “O médico disse para minha mãe e para o meu esposo que o tumor já estava em estado avançado e mesmo fazendo quimioterapia não teria mais como remover tudo. Durante a operação da vesícula ele fez uma biópsia e o resultado mostrou que o tumor era maligno. Eu já estava em estado erminal. Então, o médico os aconselhou a me tirarem de lá e internarem em outro local com mais recursos, mesmo que fosse em outro Estado, pois eles já estavam me perdendo”, relembra. Seu marido, Josias Cordeiro, desesperado e chorando contou o veredicto médico a seus pais e irmã, também crentes fervorosos no Senhor e lhes pediu oração. Jandira, cunhada de Juliana, se pôs a orar imediatamente e ela conta que Deus tinha lhe orientado a crer no milagre e fazer uma campanha de oração de 10 dias. Foi o que toda a família fez. “No dia seguinte ao meu diagnóstico, meu esposo e sua família começaram a fazer os 10 dias de jejum e oração pela minha cura. Eles cantavam hinos sobre a cura divina e liam Isaías 53. No terceiro dia de campanha, após a oração, a irmã Jandira teve uma visão. Ela nos contou que viu o anjo do Senhor com um instrumento nas mãos (como se fosse uma batuta de maestro) na ponta tinha uma labareda de fogo e saía lá da casa dela onde estavam orando, e ia até meu quarto. O anjo colocava aquele instrumento em meu umbigo e queimava o tumor”, glorifica.

A família inteira, assim como Juliana, creu e tomou posse daquela vitória do Senhor anunciada em visão. E no dia seguinte, Juliana foi fazer exames que já estavam agendados para dar início ao tratamento de quimioterapia. Qual não foi a surpresa do médico ao ver diante dos seus olhos que não havia mais nada de errado no estômago de Juliana. Não satisfeito, já que o médico havia visualizado com os próprios olhos o tumor tomando quase todo o órgão, e retirado um pedaço do mesmo para biópsia, ele pediu uma ressonância e novamente: mais nada de câncer. Ao checar o novo resultado, o médico – ainda perplexo sem acreditar – pediu uma laparoscopia (um procedimento cirúrgico realizado sob efeito de anestesia que possibilita visualizar o órgão por uma câmera inserida nele).

Durante o exame, a família conta que o médico viu algo estranho, mas indecifrável e chamou a tia de Juliana que estava presente para questioná-la quando a paciente havia feito a cirurgia. Ela respondeu que tinham passado 16 dias da cirurgia da vesícula. E o médico insistiu perguntando sobre ‘a outra cirurgia’. Ao que os familiares garantiram que Juliana não havia feito nenhuma outra. Ao menos, não por mãos humanas. “Passados alguns minutos, o médico voltou a ligar para comunicar que precisaria me abrir de novo, já que não conseguia identifi car o que tinha dentro do meu estômago, mas via alguma coisa mínima. Quando ele abriu minha barriga, viu que era o tumor, mas que este estava totalmente ressecado, murcho, queimado. Imediatamente lembramos da visão na qual o anjo do Senhor tinha um instrumento com fogo nas mãos e tocava meu umbigo. O médico apenas tirou aquele pedaço ressequido e fechou. Glórias sejam dadas ao nome de Jesus!”, testifica Juliana.

A família teve a oportunidade não só de falar do poder de Cristo, mas também de mostrá-lo comprovando sua ação miraculosa em vários exames. O que a medicina jamais explicará, Juliana testemunhará todos os dias de sua vida: o Senhor é o mesmo, Jeová Rafá, o Deus que nos cura!

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