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Pr. Silas Daniel

Pr. Silas Daniel

As sandices de John MacArthur

Qua, 23/10/2013 por

 

Como prometido, segue abaixo algumas reflexões sobe declarações do pastor John MacArthur ao site do The Christian Post, nos EUA, no domingo, 20 de outubro. Os trechos traduzidos da matéria com MacArthur vêm em itálico e minhas observações em texto normal.
 
Para aqueles que disseram que MacArthur está atacando seus irmãos em Cristo, MacArthur respondeu que ele “desejava que pudesse afirmar isso [chamá-los de irmãos]”. [Mas,] Em sua opinião, como ele e seus colegas oradores observaram durante a conferência, o movimento carismático é feito, em grande parte, por “não-cristãos”.

Eu, sinceramente, não me importo se John MacArthur escreve e prega o cessacionismo. E daí? Problema dele. Ele tem todo o direito de fazê-lo. E obviamente também nem me importo de ele fazer uma conferência para defender, entre outras coisas, o cessacionismo. E daí? A igreja dele é pastoreada por ele e ela apóia fielmente o seu líder. Aliás, todos os anos MacArthur faz conferências em sua igreja e o templo desta, com capacidade para 3 mil pessoas, sempre enche, não só de visitantes, mas principalmente com o seu próprio povo, como prova de apoio ao seu líder. Neste ano, não foi diferente.

Os três únicos problemas são que MacArthur fez questão de desafiar publicamente pentecostais tratando-os como hereges; distorceu o próprio ensino pentecostal para asseverar a questão entre continuísmo e cessacionismo como uma doutrina primária, essencial, de suma importância para a saúde da fé de qualquer cristão, e não como uma doutrina secundária; e ainda colocou, no mesmo saco, pentecostais clássicos e neopentecostais. Aí não dá. As críticas que MacArthur sofreu por essa conferência foram justamente relacionadas a esses radicalismos e injustiça.

Em primeiro lugar, pentecostais clássicos têm a Bíblia como a sua única regra de fé e prática, e justamente por isso pregam constantemente contra “novas revelações” que se chocam com a Bíblia ou querem acrescentar algo a ela.

E em segundo lugar, pentecostais clássicos também pregam contra a Teologia da Prosperidade, contra a Confissão Positiva, contra o “cair no Espírito”, contra a “unção do riso” etc, que são desvios neopentecostais.

Como se não bastasse isso, ainda temos que ouvir MacArthur afirmar que acredita que a maioria dos cristãos no mundo que dizem crer na contemporaneidade dos dons espirituais é, na verdade, de “não-cristãos”.
 
“Se a questão [da continuidade ou não dos dons espirituais] não é clara – como alguns estão dizendo –, ela só se tornou clara sob a influência dos falsos mestres? Ficou clara para os apóstolos; ficou clara para os Pais da Igreja Primitiva; ficou clara para os reformadores; ficou clara para os puritanos; ficou clara nos credos, como a Confissão de Westminster; ficou clara para os teólogos reformados como B. B. Warfield; ficou clara para Spurgeon; ficou clara, nos tempos mais modernos, a R. C. Sproul. Terá agora se tornado clara por causa de Aimee Semple McPherson, Jimmy Swaggart, Jim Bakker e Kenneth Copeland? Essa é uma idéia ridícula”.

Não, MacArthur, a não descontinuidade dos dons espirituais se tornou clara para nós pelos próprios apóstolos, pela própria Bíblia Sagrada, a única regra de fé e prática para qualquer crente genuinamente pentecostal. Não há nenhum texto bíblico que diga que os dons espirituais não são mais para os nossos dias.

E a questão ficou clara também para Pais da Igreja e grandes nomes da Igreja dos primeiros séculos como Justino Mártir (100-165), Irineu (115-202), Teófilo de Antioquia (120-186), Tertuliano (160-220), Novaciano (200-258), Gregório Taumaturgo (213-270) e Hilário de Poitiers (300-368), mas, infelizmente, foi renegada pela maioria dos Pais da Igreja do terceiro século em diante como reação aos desvios Montanistas.

Apesar disso, há registros de contemporaneidade dos dons espirituais durante a Alta Idade Média e, depois, entre os valdenses, nos séculos 12 a 15, e com os anabatistas, no século 16; entre os quacres e pietistas, no século 17; na França, entre os Camisardes, chamados de “calvinistas das cavernas”, no século 18; na Finlândia, também no século 18, durante o avivamento que impactou os luteranos naquele país e que ficou conhecido como “Heränneet”; além de entre os Morávios, na República Tcheca, na mesma época. Nos séculos 18 e 19, há ainda registros na Inglaterra, Rússia, Estados Unidos, Indonésia, Escócia, Austrália, Brasil (sim, entre batistas no Rio Grande do Sul, 30 anos antes da chegada de Gunnar Vingren e Daniel Berg), Armênia, Alemanha, África e Noruega, dentre outros países.

A contemporaneidade de todos os dons espirituais, inclusive a glossolalia, foi clara para John Wesley (1703-1791), que a defendeu em carta ao pastor Conyers Middleton (The Works of John Wesley, A Letter to the Rev. Dr. Conyers Middleton, volume 10, pp. 54 a 56). Essa carta pode ser lida clicando AQUI.

A contemporaneidade dos dons espirituais foi clara para o célebre batista inglês F. B. Meyer (1847-1929), sobre o qual o cessacionista Spurgeon disse certa vez: “Ele prega como um homem que viu Deus face a face”.

Ela foi clara para o reverendo R. B. Swan, sua esposa e alguns membros de sua igreja em Providence, Rhode Island, EUA, em 1875, que receberam todos, segundo depoimento do próprio Rev. Swan, a glossolalia. E o que dizer dos relatos e/ou experiências próprias de glossolalia registrados nos séculos 18 e 19 por Thomas Walsh, William Doughty, William Arthur, Horace Bushnell, V. P. Simmons, J. C. Aroolappen e tantos outros?

Em 1801, há 212 anos, nos Estados Unidos, na localidade de Cane Ridge, Kentucky, cerca de 3 mil pessoas, em um acampamento da Igreja Presbiteriana, entraram no que descreveram como “estado de júbilo”, com “centenas” delas “falando em línguas sobrenaturalmente” (Dicionário do Movimento Pentecostal, CPAD, 2007, p. 235).

A contemporaneidade dos dons espirituais foi clara para o célebre evangelista congregacional Dwight Lyman Moody (1837-1899), contemporâneo de Spurgeon e que foi, segundo historiadores, o homem que mais ganhou vidas para Jesus no século 19.

Ela foi clara também para o célebre pregador calvinista congregacional David Martyn Lloyd-Jones (1899-1981) (Leia AQUI excelente artigo de John Piper a respeito). E nos dias de hoje, a contemporaneidade dos dons espirituais é aceita por calvinistas como Wayne Grudem, J. I. Packer, John Piper, Craig Keener, D. A. Carson, Mark Driscoll, C. J. Mahaney, Tim Keller, Sam Storms, Matt Chandler, Vincent Cheung, James MacDonald, Matt Slick, James K. A. Smith, Johanes Lilik Susanto e Paul Walsher, só para citar os conhecidos. Porém, MacArthur ignora essa gente toda e cita ele e R. C. Sproul como referência sobre o assunto, como que querendo dizer que a teologia dele e de Sproul está acima da de todos estes outros colegas calvinistas. Com todo respeito que possamos ter por MacArthur e Sproul como ensinadores (eu mesmo gosto de muitos textos de Sproul), eles não são melhores teólogos do que muitos daqueles que acabei de mencionar.

E para piorar, MacArthur, ao final de sua fala, cita nomes do pentecostalismo que pregavam heresias ou que caíram em pecado, quando deveria lembrar de pentecostais como Stanley Horton, Anthony D. Palma, William Menzies, David Wilkerson, Roger Stronstad, Myer Pearlman, George Wood etc etc etc, todos seus compatriotas. Já imaginou se cometo o mesmo pecado de tomar todos os reformados por nomes dentre eles que os constrangem justamente por não representarem a maioria dos reformados ou o que pensa os reformados, seja pelo seu ensino ou comportamento? Não seria correto, seria? Seria profundamente desonesto, na verdade.
 
Outra acusação foi que MacArthur e os cessacionistas estão falando de algo que só é verdade para extremistas, lunáticos do movimento, e ele afirma que “obviamente não é verdade”, porque acredita que há erro no movimento carismático que varre todo o movimento. “Noventa por cento das pessoas em todo o mundo ligadas ao movimento carismático apropriam-se do evangelho da prosperidade”, disse ele. “24 a 25 milhões deles negam a trindade, 100 milhões deles são católicos romanos. Esta não é uma franja. Este é o movimento, e está crescendo a uma taxa rápida”, acrescentou.

Se juntarmos todos os católicos carismáticos, os unitaristas e os carismáticos e neopentecostais adeptos da Teologia da Prosperidade ou de outras heresias em todo o mundo, eles provavelmente não chegam sequer a 30% dos mais de 800 milhões de pentecostais no planeta. Colocar todos eles no mesmo saco é de uma irresponsabilidade e insensibilidade enormes. Nas igrejas pentecostais europeias, por exemplo, quase inexiste a Teologia da Prosperidade. E mesmo nos EUA, Brasil e África, onde a Teologia da Prosperidade é forte, há muitos pentecostais que pregam e ensinam contra ela, inclusive a maior denominação pentecostal do nosso país. 
 
“Se os líderes reformados que conhecem a verdade, o Evangelho e a Palavra de Deus não policiarem o movimento, os terroristas espirituais vão dominar”, disse ele.

A moda agora é chamar todo divergente de “terrorista”. Vide Obama, que chamou os parlamentares republicanos mês passado de “homens bomba”, “terroristas” e “incendiários”.

MacArthur já chamou carismáticos de “não-cristãos” e “terroristas”. O que falta agora? “Doentes mentais”? “Demoníacos”?
 
“O movimento carismático tem aberto mais amplamente a porta para o erro teológico do que qualquer outra aberração doutrinária nos dias de hoje”, acrescentou MacArthur, observando que no capítulo 12 de seu livro ele escreveu uma carta aberta a seus amigos continuístas.

O neopentecostalismo é que tem aberto. E mais uma vez ele coloca os males do mundo evangélico na conta dos continuístas de forma geral. É de uma desonestidade enorme. Será que ele não leu nenhum livro da profusão de livros apologéticos pentecostais nos EUA e no mundo combatendo os erros do neopentecostalismo?
 
“Se os dons praticados na igreja carismática de hoje são equivalentes aos descritos no Novo Testamento, então esses dons originais não tinham nada de especial”, disse ele, acrescentando que estes “degradam os verdadeiros dons que Deus deu à igreja do primeiro século”.
Ele acrescentou que o movimento “desonra o Espírito Santo, atraindo pessoas com falsificações, e faz as pessoas pensarem que elas não têm o que precisam, e que há algo lá fora que precisam perseguir”.

Esse foi o argumento mais tíbio de todos. Os dons só seriam extraordinários se ficassem circunscritos à Era Apostólica?

Quanto a eventuais falsificações, MacArthur esquece que falsas e distorcidas manifestações de dons espirituais ocorreram até nos tempos apostólicos, vide, só para citar um exemplo, as orientações de Paulo aos crentes em Corinto sobre desvios nessa área ali.

O que devemos fazer não é negar os dons porque há gente que os perverte, mas orientar em favor das manifestações sadias. Como diz um velho e sábio provérbio latino, Abusus non tollit usum – “O abuso não tolhe o uso”.

Não se joga o bebê fora junto com a água suja da bacia. Não se toma a maioria pela minoria. Não se deve transformar exceção em regra e regra em exceção. Regra é regra, exceção é exceção.

Quanto às declarações de que a contemporaneidade dos dons espirituais “desonra o Espírito Santo” e “faz as pessoas pensarem que elas não têm o que precisam, e que há algo lá fora que precisam perseguir”, trata-se de uma tremenda distorção das coisas:

1) Quem aceitou Jesus como Senhor e Salvador tem tudo o que precisa em termos de Salvação, mas isso não significa que os dons espirituais, que acompanham a Salvação, que são acessórios dela, não são importantes. Os dons (inclusive os espirituais) não são essenciais para a salvação, mas eles são importantes, porque foram dados à Igreja para a sua edificação, para o enriquecimento da vida cristã.

2) Desprezar os dons espirituais é que é negativo, pois é apagar uma ação específica do Espírito Santo em nossas vidas a qual tem por objetivo enriquecer ainda mais o nosso serviço a Deus e à Sua Igreja (1Ts 5.19-21).

3) A Bíblia nos orienta a buscarmos, a perseguirmos, “os melhores dons”, e inclusive menciona o de profecia como um destes melhores (1Co 14.1).
 
MacArthur também apontou para aqueles que são continuístas, auxiliando o problema, porque eles querem dar lugar para o movimento carismático e “não estão ajudando a resolver os problemas de falsa doutrina”.

Pois é, para MacArthur, gente como Wayde Grudem, J. I. Packer, John Piper e o falecido D. Martyn Lloyd-Jones seriam calvinistas que atrapalham, dando oportunidade à expansão da falsa doutrina. E como ele já disse que a maioria dos crentes continuístas é de “não-cristãos”, logo o próximo passo deve ser o Céu só para os cessacionistas. Não sei se ele vai chegar a tanto, mas ele já beira a isso em alguns momentos ao afirmar que seu cessacionismo não é uma questão secundária, mas de suma importância para toda a fé cristã.

Que pena. Em uma época em que os cristãos sérios deveriam se unir para combater males reais e comuns no meio evangélico, alguns deles dirigem seus ataques para o foco errado.

67 comentários

Jose Edelson Monteiro De Souza

Já li alguns livros do senhor John MacArthu, são livro muito bom, mas o que me impressiona, é como um homem com tal conhecimento é tão fraco no relacionamento com Deus. Certa feita vi em um site uma pessoa fazendo um comentário sobre um livro seu, no qual MacArthu negava a eficácia do sangue de Cristo. Eu cheguei a pensar que, a pessoa estava dizendo asneira, mas é fato comprovado. Eu não sem quem é mais herege se é o senhor MacArthu, ou sua teologia. Um texto Bíblico muito conhecido 1 Ts 5.21.

Israel correia de Oliveira

Uma humilde sugestão: Por que a nossa CPAD não organiza conferências para defender a doutrina pentecostal assim como faz a Ed fiel e a Vida, nós dispomos de excelentes expositores do Evangelho, como Pr Antonio Gilberto, Ciro Sanchez, Elienai Cabral, Eliezer Lira, Altair Germano, José Gonçalves e tantos outros, fica a dica. Quanto ao MacArthur ele beira ao ridículo, em sua bíblia de estudo ele é bastante desonesto com o texto dos carismas em 1 Co. 14.

Antonio Evangelista

Parabenizo ao Pr. Silas Daniel pela colaboração em refutar Jonh MacArthur que considero um fundamentalista que vai na contra mão de muitos "evangélicos tradicionais que antes reservavam uma variedade de manifestações do Espirito exclusivamente para o período apostólico, hoje proclamam esses mesmos dons como bençãos contemporâneas" (William W. Menzies - No poder do Espirito). Aplaudimos sim a abertura de nossos irmãos tradicionais para as novas dimensões da obra do Espirito. Oremos por MacArthur

Antonio Evangelista

A posição cessacionalista não nos surpreende pois há muito tempo, vem caminhando ao lado do pentecostais clássicos, mas a agressividade, desrespeito e blasfêmia de MacArthur contra uma ação que consideramos ser genuína e oriunda do Espirito Santo, nos deixam impressionados. Billy Graham não compartilha de nossa visão a respeito do batismo no Espirito Santo, mas nem por isso deixa de ser respeitoso com seus aqueles que considera seus irmãos e que vivenciam essa maravilhosa experiência. (Continua)

Esdras Bentho

Querido Pr. Silas Daniel, que suas sábias palavras sirvam de alerta para aqueles que ainda flertam com a tradição teológica da qual faz parte MacArthur. Essa teologia positivista e reducionista, que coloca a ação do Espírito Santo em um invólucro dogmático, mostrou em MacArthur o que tem de pior: intolerância e incapacidade de entender que o ministério do Espírito Santo não está limitado à realidade denominacional de quem quer que seja. O Espírito é um SER LIVRE! Um abraço companheiro

JOSIAS LEONARDO

Claro que concordo com o amado pr Silas; Jesus é o mesmo ontem, hoje, e o será eternamente, diz Hebreus 13.Se esse pastor não crer, logo, não verá e não vê nada, e não adianta ele distorcer a Palavra, o que vale é o que sentimos e o que vivemos com Deus, e não o que esse pastor diz.

Pastor Paulo Gonçalves

Querido Pastor Silas Daniel Apoio que o senhor traduza seu texto para o inglês e envie ao Pastor John MacArthur, pois, embora eu seja um estudante da teologia dele, também não aceito esse tipo de posicionamento dele. Deus te abençoe.

Rafael Barea

Mto bom brother... Sou adepto da fé reformada, porém tenho lutado muito para encontrar o equilíbrio entre teologos... Muitos sufocam nossa fé, nos fazendo incredulos naquilo que Deus quer e poder fazer em nossas vidas... creio no conuinismo e fico feliz de ver teologos reofrmados como Piper e outros usando de equilibrio no ensino.. Amém a Sã Doutrina... E não apagueis o espírito!

Leonardo Moraes

John MacArthur baseou-se no caos carismático que ele tem visto entre os pentecostais. Quem não é claro e efetivo na posiciona que assume apanha junto com os outros. É verdade que, na declaração doutrinária, o pentecostalismo clássico defende uma práxis equilibrada para o exercido sadio dos dons espirituais. Por conseguinte, basta frequentar os cultos para comprovar que a prática é diferente. Os pentecostais, na grande maioria dos casos, não tratam diretamente desses assuntos nos cult

douglas sergio

Diante disso eu vejo que macarthur ataca o pentecostalismo devido a tanta bagunça que gira em torno desse nome,creio sim no continuismo de um forma equilibrada e biblica.

Rodri Pontes

O Macarthur é parcial quando analisa a questão da atualidade dos dons espirituais, no entanto, é necessário o pentecostalismo tomar uma posição quanto ao que é uma liturgia correta. Basta frequentar algumas igrejas pentecostais de periferia para ver a bagunça que é o culto. É bom lembrar também que continuistas como Carson, Grudem e Piper são moderados, e não acreditam em boa parte do que defende a teologia pentecostal no que concerne a atualidade dos dons.

Suyene Carvalho

Perfeito!!! Eu era cessacionista até ontem, mas o ES de Deus abriu meus olhos e ouvidos para tamanha soberba e arrogância de minha parte. Quem sou eu para dizer que um dom de Deus acabou ou não, se a própria Bíblia não diz isso???

Samuel Matos

Ola meu nome é Samuel sou um cristão reformado e de forma alguma apoio qualquer ofensas desse tipo contra o Pentecostalismo clássico e digo que os tais que agem dessa forma não reconhecem os benefícios da maior igreja evangélica do Brasil: As Assembleias de Deus, Um trabalho árduo de pregação e proclamação do evangelho, Afirmo que atitudes assim não devem partir de reformados, estás atitudes são parecidas mais com fundamentalistas

Silas Daniel

Cara Ruth, HÁ ANOS que a CPAD decidiu não publicar mais obras de John MAcArthur. Não há hipocrisia nenhuma aqui.

RUTH ROSSINI

LEMBRANDO QUE O SENHOR sILAS DANIEL NÃO RESPONDEU ESTA PERGUNTA DO IRMÃO rOBSON ALVES DE LIMA Robson Alves de Lima "Comentario: Caro Pr. Silas. Então que a CPAD abandone sua posição dupla no que tange aos autores que publica, e nada mais imprima do John MacArthur, já que ele está "tão enganado" assim. Agora, se a CPAD crê que ele está certo, que seus articulistas deixem de ser tão fariseus e vejam bem o que estão falando, pois, ão é engano dizer, as maiores desgraças teológicas

DANIELLE RIBEIRO SANTOS

Examinai tudo.Retende o bem.Depois de ler"O Caos Carismáticos",percebi a forma leviana como o pr. John MacArthur trata a Teologia Pentecostal e os próprios pentecostais.Ele distorce as exortações de Paulo aos coríntios para fundamentar seu próprio ponto de vista,e por fim insinua que os carismáticos(pentecostais clássicos e neopentecostais)são doentes mentais e endemoniados.Fiquei enfadada com seus argumentos,não por ele não comungar comigo na questão da atualidade dos dons espiritua

jesiel gomes

Paz e graça ir. Silas eu leo mt materiao de macartwur e considero bom e aproveitavel porem ai não tinha atendado para essa doutrina de macartwur. I achei sublime como nos defendeu te tais acusaçoes pois sou da asenbleia e considerei estarrecedor seus comentario sobre os continuistas

Marcos Laureano Lúcio J

Paz do Senhor ao longo do seu ministério tenho lhe admirado por sua bravura contra os falsos ensino, mui especial na pós-modernidade. Que O Eterno continue lhe conservando com esta fibra e firmeza da Palavra de Deus. Dc. Marcos Laureano L. Jr. IEADPE - Setor 06 - Sirinhaém - PE

Silas Daniel

Diego, já conhecia o vídeo. Boa ideia lembrá-lo aqui. Abraço!

Silas Daniel

Jefferson, pode republicar, mas citando, claro, a fonte. Abraço!

Cintia

Que ridículo por a culpa de todo o mal nos pentecostais, se olharmos pras igrejas e grupos tradicionais que negam os milagres, que buscam ecumenismo ou o "diálogo com outras religiões" e por aí vai... veremos que estamos errados quando negamos a Bíblia não quando somos calvinistas ou arminianos, pentecostais ou tradicionais, neopentecostais ou reformados. Jesus me acorde, só pode ser um pesadelo, gente fazendo congresso pra falar dos outros irmãos, e as almas senhor MacArthur?

Cíntia

Estava estudando esse assunto essa semana então poder ler seu comentário, pr Silas, foi muito bom. Veio em ótimo momento. Concordo com o senhor, mas fiquei preocupada com uma coisa: apesar de me considerar uma "pentecostal clássica", conheço muitas denominações e irmãos de várias delas que são "neopentecostais". E metade deles não são adeptos dos desvios neopentecostais. Observei uma preocupação exagerada do senhor em se afastar deles e culpando-os de todo o mal que nos difama. C

Cleison Brugger

Olá, pastor Silas Daniel, paz e bem! A sugestão dada pelo irmão abaixo é riquíssima para a teologia pentecostal no Brasil, a obra "Teologia Carismática de Lucas" de Roger Stronstad. Com quem poderemos falar a pedir a publicação desta obra? daria uma confiabilidade à casa publicadora e enriqueceria a teologia pentecostal brasileira que, infelizmente, carece de obras exegéticas na defesa de sua teologia.

Diego

Texto esclarecedor Pr. Silas, parabéns. Existe um vídeo interessante do John Piper sobre o dom de línguas. Como já dito no texto, Piper assim como MacArthur é calvinista. Entretanto, ele mostra muito mais prudência e humildade em suas palavras. Vale a pena conferir. https://www.youtube.com/watch?v=LePVc-w1KRI

Jefferson

Muito bom o artigo posso replubicar em meu blog??? e também gostaria de sabe da história deste despertamento na igreja batista no sul do Brasil...

Silas Daniel

Irmão Carlos Roberto, sem dúvida alguma. Além de ser preciso muito malabarismo para tentar defender biblicamente o cessacionismo, não dá para brigar com os dados históricos. O cessacionismo não se sustenta nem de uma forma nem de outra. Abraço!

Silas Daniel

Ismá, é isso aí: eu também não deixo de considerar bom o que de bom MacArthur disse, e quanto ao que disse que não se sustenta, deixo de lado. A quem chame isso de "hipocrisia". Eu, não: considero tolerância sadia, o que nem sempre ocorre com quem está do outro lado. Tolerância não é concordância, e muito menos concordância com tudo.

Silas Daniel

(Concluindo...) Até no Brasil, infelizmente, a maioria dos nossos irmãos não-pentecostais, segundo o último Censo do IBGE, decresceu ou estagnou. Os evangélicos estão decaindo há décadas nos EUA (de 60% em 1990 a 48% em 2012) e a denominação que mais cresce lá nos últimos anos é a Assembleia de Deus. Gostaria que todas as igrejas sérias crescessem, mas a verdade é que não está ocorrendo. Cada um cuide de seus problemas sem culpar os outros.

Silas Daniel

(Continuando...) Ademais, que eu saiba, durante o século 20, a igreja evangélica arrefeceu profundamente na Europa, e em alguns lugares praticamente morreu, não por causa do pentecostalismo. A Europa protestante e cristã se tornou pós-cristã sem que os pentecostais tivessem nenhum suposto pingo de culpa nisso tudo. Ao contrário, o Hemisfério Sul (América do Sul, Ásia e África) é hoje mais cristã do que o Hemisfério Norte por causa do pentecostalismo. (Continua...)

Silas Daniel

Caro Robson, sua paixão cega pelo MacArthur faz você nem atentar para o que está dizendo. "Pagãos"? Como assim? Eu não chamei os escritos de MacArthur de "pagãos". Outra coisa: o irmão mistura alhos com bugalhos, mistura pentecostais clássicos com neopentecostais. Todas as bizarrias do neopentecostalismo são combatidas pelos pentecostais clássicos. Os pentecostais não são a razão dos males do meio evangélico. (Continua...)

Silas Daniel

(Continuando...) Esvaziei a caixa dessa "avalanche de dislexia" (uso o termo dislexia aqui entre aspas, não no sentido de doença, mas apenas de não entendimento do texto lido) e achei por bem apenas postar um comentário meu avisando o motivo do indeferimento e respondendo a tudo aquilo de uma vez só. O meu ponto, que está mais do que claro no texto, é que a história da Igreja está repleta de manifestações dos dons espirituais e de cristãos que defenderam o continuísmo.

Silas Daniel

Caro Mizael, você e outra pessoa mandaram mensagens muito parecidas e repetitivas, e em uma quantidade enorme, entupindo a caixa de mensagens deste artigo, todas insistindo em negar o que eu não afirmei em momento algum do texto: que Lloyd Jones e Wesley falaram em línguas ou que defendiam a doutrina do Batismo no Espírito precisamente como os pentecostais clássicos a entendem. (Continua...)

Ismá Sena

A paz do Senhor! Já lí um livro de Jonh MacArthur a respeito dos 12 apóstolo e o recomendo a todos lerem esse livro "12 homens comuns", tenho a Bíblia de estudo de MacArthur e no que se refere aos assuntos de dons espirituais, principalmente nos capítulos de 1 Co. 12-14 ele simplesmente comete vários equívocos quanto aos dons espirituais e suas atualizações. Deus continue lhe abençoando e continue nesta apologia, que todos nós precisamos nestes últimos dias da igreja na terra.

Robson Alves de Lima

Caro Pr. Silas. Então que a CPAD abandone sua posição dupla no que tange aos autores que publica, e nada mais imprima do John MacArthur, já que ele está "tão enganado" assim. Agora, se a CPAD crê que ele está certo, que seus articulistas deixem de ser tão fariseus e vejam bem o que estão falando, pois, ão é engano dizer, as maiores desgraças teológicas do século surgiram dentro do Movimento Pentecostal. E se John é ruim, não publiquem livros que abertamente são pagãos. Quais?

Carlos Roberto

Caro, pastor Silas Daniel, excelente argumentação histórica, sobre o assunto em questão. Uma grande amiga dos pentecostais, que deixam os calvinistas, e os que seguem o cessacionismo loucos é a história.. Eu mesmo, tenho experiência em debates nas redes sociais, com estes, que querem negar a própria história, que tem a contribuição de homens e mulheres, e sempre acreditaram na contemporaneidade dos dons espirituais. A CPAD está de parabéns!!!!!!!

Mizael Andrade Reis

Talvez tão inadequado quanto defender o cessacionismo pela insistência do silêncio histórico, seja defender o continuísmo pelo argumento de teólogos e pregadores que defenderam os dons crendo numa natureza completamente distinta da visão pentecostal. Acho isso desonesto se esse ponto não for esclarecido.

Mizael Andrade Reis

Deixar claro uma coisa, já que você não deferiu meus comentários: Eu não sou cessacionista, mas não sou pentecostal. Creio na atualidade dos dons, mas não creio que o movimento pentecostal esteja interpretando-os, os dons, correta e biblicamente, e é por essa razão que escrevi algo sobre isso nos comentários anteriores.

Maurício Bezerra Santos

MacArthur é o novo Dom Quixote teológico e os seus seguidores são Sancho Panza.

Marcelo de Oliveira e Oli

Caro Pr. Silas, Apenas para complementar uma informação sobre o Charles Finney. Em sua Teologia Sistemática ele fez uma consideração com endereço certo: o calvinismo. É de arrasar quarteirão (Teologia Sistemática, editada pela CPAD, p.23, no ponto 10). Entretanto, essa briga é antiga. Creio que não chegaremos a bom termo. Mas é importante colocar algumas coisas em seu devido lugar. O seu texto contribui para isso.

Silas Daniel

Caro Marcelo, obrigado pelas palavras de apreço e motivação, e por também compartilhar conosco sua experiência pessoal sobre esse assunto. Forte abraço!

Silas Daniel

Caro John Lennon, obrigado pelas palavras de apreço e motivação. Meu e-mail é silas.daniel@cpad.com.br. Abraço!

Marcelo de Oliveira e Oli

(Encerro) Tudo isso é uma grande lástima! Por isso, quem acha que é possível coadunar a rigidez da Teologia Reformada com o Pentecostalismo Clássico pode estar dando um tiro no pé. O teólogo pentecostal, Antony Palma, mostrou isso com louvor em sua obra “Batismo no Espírito Santo e com Fogo” editada pela CPAD, quando discutiu uma proposta de hermenêutica pentecostal. Pr. Silas, parabéns pelo texto e discussão! Um abraço.

Marcelo de Oliveira e Oli

(Continuando) O movimento de avivamento que ocorreu no Brasil a partir de 1911 nunca foi reconhecido pela Igreja Reformada, bem como outras tradicionais. Isso tem de se deixar bem claro. Movimentos de avivamentos foram reconhecidos pelos reformados quando tinha reformado no meio. Fora isso, não. As Assembleias de Deus são suportadas por muitos deles, não respeitadas. (continua)

Silas Daniel

Ai, ai, ai... Mandaram para caixa de mensagens uma penca de mensagens repetitivas que insistem em algo que eu não disse no texto: eu não disse no texto que D. M. Lloyd Jones e John Wesley falaram em línguas ou que defendiam a doutrina do Batismo no Espírito Santo exatamente nos mínimos detalhes como os pentecostais clássicos a entendem! Onde está no meu texto isso? Apenas informo, de forma documentada, que eles se opunham ao cessacionismo. Será que é tão difícil entender isso?

Silas Daniel

Marlon, obrigado. Já fiz a retificação no texto. Abraço!

Marcelo de Oliveira e Oli

(Continuando) Eles apresentam uma interpretação reducionista, fechada e, muitas vezes, implacável para com as experiências espirituais que não se encaixam na "fôrma reformada", a qual eles afirmam ser bíblica. Vide como parte dos reformados depreciam Charles Finney, ao ponto de ignorá-lo como personagem importante no movimento de despertamento do século XIX. (continua)

Marcelo de Oliveira e Oli

Prezado Silas, a arrogância teológica de alguns reformados é de lastimar. Convivi com alguns deles e sei do que estou falando. Pentecostais têm flertado com a Teologia Reformada porque ela é organizada e filosoficamente racional. Aqui, para mim, está o grande problema dessa Teologia. Apesar de uma pretensa "exaltação de Deus e as Escrituras", em muitos casos, o que se vê é a exaltação da razão humana reformada. (continua)

John Lennon H.Sousa

MUITO BOM,PASTOR SILAS, SUA POSTURA É DE UM VERDADEIRO APOLOGISTA.COMO PRECISAMOS DE MAIS HOMENS QUE ASSIM PROCEDAM,DEUS TE ABENÇÕE GRANDEMENTE.QUAL SEU EMAIL PARA EVENTUAIS TIRA DÚVIDAS?

Marlon Marques

Excelente artigo, pr. Silas Daniel. Só uma refutação. J. P. Moreland não é calvinista. Abraços!

Silas Daniel

Caro irmão Gilmar, você está se referindo à obra "Teologia Carismática de Lucas". Acho uma excelente sugestão. Não sou da área de Livros da CPAD, mas de Jornalismo, porém vou passar a sugestão aos colegas lá, se eles já não estiverem avaliando a obra. Abraço!

Silas Daniel

(Encerrando) Faltou Teófilo de Antioquia. No final do século 2, Teófilo escreveu, em sua obra "Para Autólico", Livro II, no capítulo VIII, que era comum em seus dias a expulsão de demônios "em nome do Deus verdadeiro", e em outro momento fala do discernimento de espíritos.

Gilmar

Prezado Pr. Silas Daniel, Não seria interessante a CPAD publicar o livrro "Teologia Sistemática de Lucas", de Roger Stronstad, mesmo editor do Comentário Bíblico Pentecostal? Acho que precisamos investir mais no conhecimento do verdadeiro pentecostalismo, pois, no seu artigo, falando das Assembleias de Deus num certo trecho do texto, você disse que a referida denominação é pentecostal, quando na verdade uma boa parte já se "neopentecostalizou". Atenciosamente, Gilmar

Silas Daniel

(Encerrando) E no século 4, em sua obra intitulada "Sobre a Trindade", no Livro VIII, Capítulo XXXIII, Hilário de Poitiers fala de "profetas", "obras poderosas, entre as quais a cura de doenças", e de "dons como falar ou interpretar variedades de línguas", e afirma que entendia que esses dons ainda eram para seus dias "agentes da Igreja para o ministério e a obra dos quais o Corpo de Cristo é composto", e que "Deus ordenou-lhes" à Igreja.

Silas Daniel

Basílio de Cesaréia, chamado em seus dias de "Basílio, O Grande", ao referir-se, em sua obra intitulada "Do Santo Espírito", a seu mestre, o bispo Gregório Taumaturgo, que viveu no século 3, diz que ele "profetizava", "curava enfermos", "expulsava demônios" e fazia "maravilhas". Basílio chega, por isso, a sugerir que Gregório devesse ser contado como no mesmo nível dos 12 apóstolos. (Continua)

Silas Daniel

(Continuando) Na segunda metade do terceiro século, Novaciano escreve no Capítulo XXIX de seu "Tratado sobre a Trindade" que em seus dias Jesus ainda concedia "profetas", havia "línguas", aconteciam "obras maravilhosas", havia "discernimento de espíritos", Deus concedia "conselhos" e ordenava "os demais dons carismáticos". (Continua...)

Silas Daniel

Tertuliano, que chegou a apoiar os Montanistas (que profetizavam, falavam línguas etc), defende línguas, interpretação de línguas e profecias, p. ex., em sua obra Contra Marcião, Livro V, Capítulo VIII. Ele o faz no século 3. E após a morte de Tertuliano, Asterius Urbanus escreve que entendia que "o dom de profecia", como na época "do apóstolo Paulo", deveria "permanecer em toda a Igreja até o advento final [de Cristo]" (Escritos de Arterius Urbanus, Capítulo X).

Silas Daniel

Bruno, Irineu fala que era comum em seus dias "expulsão de demônios", "visões", "expressões proféticas", "curas divinas" e até casos de "ressurreição de mortos" (Contra as Heresias, Livro II, Capítulo XXXII, seção IV). E ainda acrescenta que em seus dias havia muitos irmãos que falavam "em línguas pelo Espírito de Deus" e possuíam "dons proféticos" (Ibid, Livro V, Capítulo VI, seção I). Ele escreveu isso quase 100 anos após a morte do apóstolo João.

Silas Daniel

Bruno, Justino Mártir escreveu no segundo século: "Porque os dons proféticos permanecem conosco até o presente momento" (Diálogo com Trifão, capítulo LXXXII). E ainda: "Agora, é possível ver, entre nós, mulheres e homens que possuem dons do Espírito de Deus, assim como foi profetizado que os poderes enumerados por Isaías viriam sobre Ele [Jesus] " (Diálogo com Trifão, capítulo LXXXVIII). (Continua)

daniel

pr silas daniel acho seus escritos enteressante e esplicativos, gostaria de pedir para o pastor escrever sobre a visao pentecostal sobre calvinismo e armenianismo. leio tantas posiçoes ouço tantas coisas, mas queria que o senhor escrevesse algo sobre o assunto, pois terei mais clareza. agradeço.

Bruno Azeredo

"""E a questão ficou clara também para Pais da Igreja e grandes nomes da Igreja dos primeiros séculos como Justino Mártir (100-165), Irineu (115-202), Teófilo de Antioquia (120-186), Tertuliano (160-220), Novaciano (200-258), Gregório Taumaturgo (213-270) e Hilário de Poitiers (300-368), mas, infelizmente, foi renegada pela maioria dos Pais da Igreja do terceiro século em diante como reação aos desvios Montanistas.""" --- Gostaria de ver as fontes disso. O que esses homens disseram so

Silas Daniel

Caro Saulo, faz tempo que a CPAD não tem se interessado por obras de MacArthur. E não há dúvida de que ela continuará lançando muitas obras que exponham a teologia pentecostal, como as lançadas Comentário Bíblico Pentecostal, Igreja Revestida de Poder (Robert White), Batismo no Espírito Santo e com Fogo (Anthony D. Palma), Verdades Pentecostais (Antonio Gilberto), Pentecostais ou Carismáticos? (Bill Burkett), Falar em Línguas (R. L. Brandt) etc. Sem falar de biografias.

Silas Daniel

Caro Danilo, compartilho de toda a sua indignação com as distorções de MacArthur. Agora, que eu saiba, a CPAD não tem publicado obras calvinistas; ela apenas publicou algumas obras de autores calvinistas - o que é bem diferente - e cujo conteúdo não se choca com o posicionamento teológico da denominação, como eu já havia dito. Ela publica essas obras só quando elas são muito boas para tratar sobre determinados temas evangélicos mais gerais. Abraço!

Silas Daniel

Irmã Jocilene, para não escrever uma longa resenha aqui do que acho da obra "Caos Carismático" do pastor MacArthur, vou indicar apenas o endereço de três críticas à obra que trazem algumas observações que se assemelham às minhas: (1)www.teologiapentecostal.com/2011/01/o-caos-de-john-macarthur-jr.html (2)www.davidcox.com.mx/library/N/Nathan%20-%20Response%20to%20MacArthurs%20Charismatic%20Chaos%20(a).pdf (3)www.patheos.com/blogs/frankviola/strangefire1/

Saulo Lopes

A Paz do Senhor pastor Silas. Espero que depois deste acontecimento, a CPAD não volte a publicar mais livro deste senhor, alias a CPAD deveria reforçar nos lançamentos de livros sobre o pentecostalismo

Jocilene Nascimento

"ouvi dizer que o livro de macarthur "Caos carismáticos" é lamentável" Está escrito: "Examinai tudo e retende o bem". Bom seria que os irmãos examinassem o livro que tem quase 400 paginas antes de espalhar boatos como o apontado acima. Ler faz bem. Que o Senhor nos desperte em meio à apostasia que estamos presenciando. A paz!

Danilo Ribeiro

Paz Pastor Silas - Participo de um grupo chamado - Arminianismo - e lá alguns irmãos estão fazendo uma "manifestação" - cujo nome é: Não ao Calvinismo na CPAD - na verdade tenho uma ideia até diferente - mas agora, diante deste fato/acontecimento (conferência) sou a favor -e pelo jeito macarthur não conhece nada de pentecostalismo . Pr. Silas fico indignado - Abraços

Danilo Ribeiro

Pr. Silas - Paz - Bom que o senhor - através deste site tem instruído os irmãos que defendem a contemporaneidade dos dons espirituais - contra a FALSA acusação que o Pr. Macarthur fez neste conferência - confundindo o Pentecostalismo Clássico/Histórico com o neo- pentecostalismo - ( ouvi dizer que o livro de macarthur "Caos carismáticos" é lamentável ) - Deus seja louvado pela sua vida e da do Pastor Mark Driscoll e dentre outros , pois não ficaram calados em relação a esta

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Perfil

Silas Daniel é pastor, jornalista, chefe de Jornalismo da CPAD e escritor. Autor dos livros “Reflexão sobre a alma e o tempo”, “Habacuque – a vitória da fé em meio ao caos”, “História da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil”, “Como vencer a frustração espiritual” e “A Sedução das Novas Teologias”, todos títulos da CPAD, tendo este último conquistado o Prêmio Areté da Associação de Editores Cristãos (Asec) como Melhor Obra de Apologética Cristã no Brasil em 2008.

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