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Pr. José Wellington

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Elias e a ação divina

Seg, 22/04/2013 por José Wellington

 

Convido o prezado leitor a meditar comigo no texto de 1 Reis 17.1, que diz: “Então Elias, o tisbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Assim diz o Senhor, perante cuja face estou, que nestes anos nem orvalho nem chuva haverá, senão segundo a minha palavra”.

No contexto histórico dessa passagem, a Bíblia revela que Israel enfrentava dias difíceis. A nação estava dividida entre dois chefes militares: Tibini e Onri. Nesse conturbado panorama político, os hebreus passaram a cultuar diversos deuses e a idolatria acabou por aumentar não somente o pecado como também a ignorância dessas pessoas. Mais tarde, Onri veio a falecer e seu filho Acabe sobe ao trono. Este novo governante contraiu núpcias com uma noiva que não pertencia à sua linhagem, não adotou seus costumes e nem reverenciava o Senhor. Ela pertencia a outro povo e religião. A rainha trouxe consigo o seu próprio deus, conhecido pelo nome de Baal, e aquela mulher manifestou o desejo de transformá-lo em divindade nacional.

A influência de Jezabel como primeira-dama fez com que a sua religião fosse adotada por diversas pessoas; ela também conseguiu montar uma grande corte de profetas. Costumo dizer que Jezabel era uma missionária de Baal.

Diante dessa profunda crise, o Senhor levanta o profeta Elias no cenário nacional, como um verdadeiro nômade. Não temos informações de sua família ou de quem eram seus pais, pois a Bíblia não menciona nada a respeito. Diz apenas que ele chegou e que era um homem de Deus.

Mesmo sendo um anônimo, uma vez que ele não era portador de uma carta de recomendação, não exercia o sacerdócio e nem era um profeta reconhecido na época, Elias se apresenta de uma forma singular e revelava a Acabe a autoridade de Deus em sua vida. Eu não sei como o profeta conseguiu uma audiência com o rei, mas ele fica diante do monarca e entrega o aviso de que não haveria chuva. Depois, ele vai embora.

Talvez o rei Acabe estivesse habituado a escutar diversas mensagens, mas a mensagem pronunciada por Elias era a Palavra de Deus, e não a de um homem. Elias era um homem de Deus e por isso o Senhor fez cumprir a mensagem anunciada. Imagine: se passaram três anos e seis meses sem chover. Mais tarde, Elias retorna e se coloca diante do monarca, e a esta altura Acabe já o reconhece como profeta. Elias lança um desafio a Baal, Aserá e seus profetas. Foi um desafio lançado a toda a corte religiosa da época.

No monte Carmelo, após a exibição dos seus opositores no intuito de fazer os deuses se manifestarem, sem nenhum sucesso, Elias clamou ao Senhor para que mostrasse que ele era seu servo e que Jeová era o Dono de todo o poder, e para que isso acontecesse o Senhor deveria enviar fogo do céu. E essa manifestação de poder não tardou, e logo o céu se abriu e o fogo desceu.

Nós somos contemporâneos de uma época marcada por crises em diversos setores da sociedade, assim como na época de Elias, mas eu quero dizer a você que, apesar de todo esforço humano, a solução está na pessoa de Jesus, porque Ele detém todo o poder no céu e na terra. O Senhor pode resolver a sua crise espiritual. Busque a Jesus, pois Ele tem a solução para a sua vida.

5 comentários

Ricardo HOS

Uma grande "A PAZ DO SENHOR!". Um dos melhores profetas na TORÓ, e ou a BÍBLIA. O Elias Mas Eu Acho o Eliseu com mais Poder e Mais Milagres. Mais, Elias teve mais Importância que o Eliseu. Mais na BÍBLIA Inteira, O Maior é JESUS (O DEUS VIVO). A Bíblia só Existi POR-CAUSA-DELE.

presbitero.narciso

obrigado gue o SENHOR TE ABENÇOE E TE GUARDE;. TIAGO .1.12

Daniel Freitas

A paz, mensagem muito edificante

Sandra M G Santos

Este texto traz crescimento Espiritual, e desperta em cada ministério, seja,missionários(a), pastores e pregadores, fé de buscar os dons Espirituais.

Ricardo Gonçalves Martin

A paz ! Bela mensagem , eu acredito , somente Jesus tem solução para dias atuais .

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Perfil

José Wellington é presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), presidente da Convenção Fraternal e Interestadual das Assembleias de Deus do Ministério do Belém no Estado de São Paulo (Confradesp), membro da diretoria do Comitê Mundial das Assembleias de Deus e do Comitê Mundial Pentecostal, e autor do livro “Como ter um ministério bem-sucedido”, título da CPAD.

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