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Pr. Esdras Bentho

Pr. Esdras Bentho

O Mal: uma perspectiva pastoral

Qui, 27/04/2017 por

Neste ensaio será apresentado uma breve perspectiva pastoral concernente o problema do mal vivido nas comunidades cristãs. O principal objetivo é analisar uma situação-limite da experiência de sofrimento e verificar como as diversas respostas ao problema do mal considerariam a questão do sofrimento e da oração de livramento ou petição.

O fato

Em um dos mais trágicos acidentes ocorridos no Estado de Minas Gerais, conhecido pelos meios de comunicação como “tragédia no rio Doce”, conta-se o drama vivido pela soldadora Geovanna Rodrigues, de vinte e oito anos. Depois do rompimento de duas barragens em Mariana, Fundão e Santarém, administrada pela mineradora Samarco, a senhora Geovanna passava os dias nas proximidades do ginásio da cidade à espera de informações sobre o filho desaparecido, que mais tarde teve o corpo reconhecido pela mãe.

Thiago Damasceno, de sete anos, cuja paixão era andar de bicicleta, fora levado pela enxurrada de lama que devastou diversas cidades e sepultou o futuro de centenas de moradores. Segundo o Portal G1, as duas barragens despejaram 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério e água destruindo os distritos de Bento Rodrigues, Camargos, Paracatu, Ponte do Gama e cidades adjacentes[1].

O pequeno Thiago morava em Bento Rodrigues, o primeiro subdistrito a ser atingido pela lama de rejeitos da mineradora. Segundo a avó paterna, Carminha de Jesus, de quarenta e oito anos, os dois foram surpreendidos pela força da lama enquanto estavam no quarto. Carminha conta o momento dramático do desenlace: “Eu segurei as mãos dele, mas a enxurrada era muito forte. Ele gritava dizendo: ‘Jesus, me salva, não quero morrer’”.

As Perguntas

Casos semelhantes acompanham a vida humana desde sua gênese. O mal é absurdo e escandaloso. Está presente em diversas circunstâncias e de muitos modos diferentes. Numa situação semelhante ao do pequeno Thiago muitas perguntas são feitas e tantas outras respostas são dadas para tentar explicar o escândalo do mal. Entre elas:

  • Por que Deus não salvou a criança inocente quando esta pediu-lhe salvação?
  • Se Deus quis salvar, mas não pôde ele é fraco? Se podia salvar mas não o fez ele é mal?
  • Deus é indiferente ao problema do mal?

 As Respostas

Para o problema do mal apresentam-se inúmeras respostas. Trata-se, na verdade, do desejo do sujeito pensante em compreender o escândalo e absurdo que cerca a vida humana. Todavia, não se pode dar respostas arcaicas a problemas modernos. As perguntas do homem da modernidade não devem ser respondidas com as respostas antigas da apologética e teodiceia tradicional. As perguntas podem ser aquelas que o homem em sua história de sofrimento sempre fez e fará, mas as respostas devem ser capazes de responder, ou guiar à compreensão e solução do problema. Como afirma Queiruga:

Na nova situação moderna o problema do mal requer uma mediação que faça justiça à sua nova figura secular. De saída, o mal não é um problema religioso mas simplesmente um problema humano universal [2].

 Obviamente, para o escândalo do mal, nenhuma resposta será completa e satisfatória em sua totalidade. Entre essas respostas encontram-se:

 Contra Deum

De acordo com o argumento “contra Deum”, a presença do mal no mundo é uma prova contundente de que Deus não existe. Se Deus realmente existisse o mal não teria lugar no mundo físico, porquanto ele mesmo como “supremo bem” o erradicaria. Neste primeiro argumento, a angústia, o sofrimento e o mal em todas as formas de entende-lo são consequências a qual o ser lançado no mundo está sujeito. Essa forma de entender o mal e suas manifestações no mundo culpa a própria vítima por uma existência sem sentido. O ser é lançado no mundo sem seu consentimento, para viver o absurdo da vida, da falta de sentido e propósito. As vicissitudes vividas in loco pelo sujeito revelam as limitações e finitude da natureza humana[3].

Deste modo, o homem cerca-se de cultura, trabalho, lazer e leis para encontrar algum sentido para enfrentar o mal no mundo. Todavia, inevitavelmente o mal assolará o indivíduo seja por meio do sofrimento, seja por meio da injustiça, ou da morte. Essa é a única certeza que se pode ter. Esse argumento, muito comum na filosofia niilista e esboçada por Freud[4], não atende aos apelos do coração humano e não responde a presença do mal no mundo. O niilismo esvazia o homem e o mundo de sentido e se constitui um desafio para a fé cristã.

Primeiro, pelo fato de o niilismo atingir diversas áreas da vida humana. Segundo, o niilismo de matiz nietzschiano não apenas afirma a falta de sentido das coisas, mas encoraja ao ser a não procurar sentido no mundo. Ele proclama a morte do sentido. Na filosofia niilista resta ao homem o vazio, a desilusão em não encontrar um propósito, um sentido para a vida. Não existe, portanto, qualquer valor ou conceito de verdade, mas a falta deles. O homem está só. O mundo não avança em direção a um telos. O niilismo rejeita toda a verdade objetiva e lança o homem em um vazio, desespero e solidão. Na filosofia niilista não apenas as representações de Deus estão mortas, mas o próprio Deus[5].

O argumento “contra Deum” inicialmente não resolve o problema do mal e do sofrimento, mas o racionaliza. O mal não é algo que se possa evitar. A resposta ao absurdo do mal é o absurdo da existência. Sem Deus, o homem carrega solitariamente o peso do mal. Ao afastar Deus do mundo, a modernidade assume incondicionalmente a responsabilidade pelo mal. Não há qualquer recurso transcendente. A oração é compreendida dentro do jogo da linguagem[6], da psicologia, um mantra e autoajuda.

Pro Deo

O argumento clássico “pro Deo” é o discurso da teodiceia, da apologética. Esse argumento tem sido o mais comum entre os cristãos, desde Agostinho. Este atribuía a Deus a criação de todas as coisas, a perfeição, a harmonia da natureza e das coisas, a fonte da qual flui tudo o que é bom. O mal na esfera física e moral é visto como consequência da escolha do homem (consentimento da vontade) ao abandonar a Deus, enquanto na esfera espiritual é visto como a rebelião do anjo mau, que abandona sua natureza boa e santa[7].

O mal no mundo é, portanto, o resultado da escolha, da liberdade e incapacidade do sujeito em obedecer a Deus e manter-se fiel ao propósito pelo qual fora criado. Desde então diversos argumentos (ético, cosmológico, metafísico) foram desenvolvidos tendo como linha mestra a distinção agostiniana entre mal moral, mal físico e mal como entidade pessoal. Argumentos desenvolvidos em sua maior parte com dados da razão e da revelação das Escrituras, como a ciência de Deus[8].

Nos argumentos pro Deum o problema do mal é de responsabilidade humana. O homem é responsável pelo mal porquanto foi ele quem cedeu à tentação e à voz do demônio contra o Criador. Deus é inocentado. Deus está fora do mal, embora o permita. Todo contexto do pecado original é interpretado dentro do ambiente da culpa e da vontade corrompida do homem pela concupiscência. É uma interpretação que justifica a Deus, apresentando o real responsável pela entrada do mal no mundo.

Nesta perspectiva, as tragédias, as enfermidades, as injustiças sociais, o drama humano como um todo são consequências do pecado ou da desobediência do próprio homem. Deus criou o homem para a vida, a felicidade, a paz e justiça. Contudo, se o mesmo não vive plenamente essas virtudes a culpa é do próprio homem que usa sua liberdade em oposição à vontade de Deus.

Tal conceito não responde a razão pela qual o homem sofre, mas põe a culpa e o peso do mal sobre o homem. É um sistema de culpabilidade que tem enfermado a compreensão do sujeito a respeito de si. No afã de defender Deus, acusa o homem, responsabiliza-o. O mal e o sofrimento são, portanto, castigos. A justiça de Deus exige reparação. Esta vem de formas diferentes: desastres, tragédias, sofrimentos. A imagem Deus é a do vingador, do justiceiro.

A teodiceia coloca Deus longe do sofrimento humano. É asséptica[9]. A oração seria o meio, o mecanismo, o instrumento que tiraria Deus de sua passividade e o faria se deslocar do céu e intervir na vida humana. A oração, como afirma Rubio, é “mágico-mecanicista”[10]. Deus está do lado de fora, do outro lado do sofrimento humano. Este argumento também não ajuda ao sofrente, pois trata-se de um sistema que culpa a vítima, e a faz responsável por sua própria dor. Ao entrar em colapso como teoria de explicação do mal, consequentemente, a oração de petição – considerada como um modo mágico e mecânico de se relacionar com Deus – também perdeu sua força. A oração do aflito, “Senhor salva-me” e a imediata perda da vida humana requer que esse tipo de oração mágica e mecânica seja repensada em perspectiva com a providência divina[11].

 In deo e Ad Deum

O argumento “in Deo” entende que o mal é um problema de Deus assim como um problema do homem. O mal não deve ser enfrentado à parte de Deus. E Deus não precisa ser defendido quanto a natureza e presença do mal no mundo. Deus não precisa ser poupado quanto presença do mal no mundo. Ele é Deus de salvação. O argumento “ad Deum” entende que o problema do mal não pode ser enfrentado sem que o compreenda em sua relação “para com Deus”. Ambos conceitos acolhem o problema e colocam-no na relação entre Deus e o homem, mediado pela súplica, pela alteridade. “Deus aceita ser o cordeiro de Deus e objeto de maldição”[12]. Deus não é indiferente ao sofrimento dos homens.

 Cum Deo

O argumento “cum Deo” coloca Deus no centro do debate. Ele luta com o homem contra o mal. A luta do homem é a mesma de Deus, cum Deo. Deus é sujeito ativo e se coloca como adversário do mal. Deus incrimina o mal. Não apenas é o primeiro interessado pelo problema do mal como também o primeiro a ser atingido por ele. Deus, portanto, é a resposta radical para o mal. É Deus que se torna objeção contra o mal[13]. Deste modo, o homem não está só quanto ao problema do mal, mas tem a Deus como seu aliado e combatente. A luta de Deus contra o mal é a luta do homem, e vice-versa. Logo, a oração evoca a participação de Deus no dilema humano. Como afirma Rubio, “a oração de petição, como a fé cristã na providência, só tem sentido no contexto duma relação pessoal-dialógica com Deus”[14]. A oração, portanto, é vista como diálogo entre o homem e Deus, principalmente quando emana do sofrimento pessoal. O primeiro efeito da resposta de Deus à lamentação-pedido é a mudança interior do próprio súplice[15].

Por conseguinte, Deus se entristece do mal e toma partido das vítimas, tornando-se também vítima. Ele é misericordioso! Ele carrega o mal juntamente com o sofrente (Is 53). É com Deus que se deve tratar o problema do mal. Ele é amor e tudo que se opõe ao bem do homem também opõe-se a Deus[16].

 Perspectivas Pastorais

 O problema do mal está presente na teologia pastoral e ministerial de muitas maneiras. A primeira é de caráter bíblico. A Sagrada Escritura não “joga o problema do mal debaixo do tapete”, mas reconhece em diversas tradições e gêneros literários a presença do mal na história humana e, até mesmo, independente dela. A segunda é a própria experiência humana de sofrimento na qual todos, indistintamente, estão imbuídos. A terceira é que o mal continua um absurdo, escândalo e mistério até mesmo para os pastores. Este também em sua finitude é abarcado pelo sofrimento que também atinge o crédulo. O próprio pastor precisa de uma formação que contemple as questões e respostas atuais ao problema do mal. Sem formação e esclarecimentos adequados do problema, o pastor não será capaz de dirimir as controvérsias e restituir a esperança do sofrente. De La Peña lembra-nos que a função da teologia não é explicar o mal[17]. Portanto, quais possibilidades abrem-se para o exercício do ministério pastoral? Algumas questões podem ser observadas, sem contudo, pretender absolutizar tais propostas.

  •  Apresentar que a fé cristã é compatível com a percepção e o sofrimento por meio mal[18]. Segundo De La Peña tal compatibilidade é demonstrada no fato de que o próprio Jesus-Deus, se revela como alguém que sofre com os homens. Ele vence assumindo-o solidariamente e transmutando-o em semente de ressurreição[19]. O sofrente não está sozinho em seu mal e não precisa carrega-lo sozinho. A fé em Cristo permite enfrentar o mal de modo mais esperançoso. 


  • Apresentar que a salvação, por meio da graça, preenche a finitude humana pela infinitude divina, “fazendo explodir as barreiras de sua limitação”[20]. De La Peña lembra-nos que o ser humano é criado finito e obcecado pela ideia de felicidade e, com isso, deseja superar toda contingência da vida presente, pois aspira à infinitude. Tal superação, contudo, só é possível na graça de Cristo, visto que Jesus assumiu concretamente uma vida solidária aos homens, uma solidariedade redentora, que também nos permite ser assumidos como filhos de Deus – filhos no Filho[21]. A possibilidade de superação do mal está na vida de comunhão com Deus por meio de Jesus, que une definitivamente Deus e o homem. O Deus de Jesus é um Deus que está incondicionalmente ao lado das vítimas do mal, oferecendo-lhe o calor da sua amizade e a força da sua presença. O Deus de Jesus não se mostra satisfeito com um mundo assolado pelo mal e vem pôr termo a essa situação[22].
  •  Apresentar que o Deus-Ágape implica sempre o compromisso de lutar contra o mal, dentro e fora de nós[23]. Assim, o mal não é superado quando ele é retribuído com outro mal. Ao pagar o mal com o mal, o discípulo, afirma Rubio, “não vence o mal, antes fica enredado no seu intrincado e poderoso emaranhado”[24]. Assim, deve-se retribuir com o bem o mal recebido numa atitude que traduz o gesto do próprio Filho de Deus diante de seus ofensores.

 

 Inconclusão

 O mal mostra-se um grande desafio à fé cristã inculturada. Apesar das diversas tentativas que procuram esclarece-lo, ainda se mantém no âmbito do inexplicável. As opções de respostas são inúmeras e a teologia pastoral deve estar atenta as considerações das ciências humanas. Todavia, o grande esforço empreendido pelos pensadores cristãos tem lançado luzes para o exercício de uma pastoral holística, que contemple o homem em todas suas dimensões. A pessoa de Jesus, a sua paixão e o modo como enfrentou o mal, mostrou-nos uma nova face de Deus: Deus está com as vítimas do mal, oferecendo sua amizade e calor.

 ESDRAS COSTA BENTHO

Pedagogo, Mestre e Doutorando em Teologia pela PUC, RJ. Recebeu o título "cum laude" por sua dissertação de mestrado: Da História à Palavra: A teologia da revelação em Paul Ricoeur, orientado pela professora Dra. Maria Clara L. Bingmer (PUC, RJ).

Referências Bibliográficas

AQUINO, T. de. Suma Teológica: Teologia, Deus, Trindade. São Paulo: Edições Loyola, 2001, Volume 1.

ESTRADA, J. A. A impossível teodiceia: a crise da fé em Deus e o problema do mal. São Paulo: Loyola.

FREUD, S. O futuro de uma ilusão. São Paulo: L&PM, 2010.

GESCHÉ, A. O mal. São Paulo: Paulinas.

HEIDEGGER, M. Introdução à metafísica. Lisboa: Instituto Piaget, 1987.

PAULO II, João. Fides et Ratio. São Paulo: Edições Loyola, 1999.

QUEIRUGA, A. T. Repensar o mal na nova situação secular. In: Perspectiva Teológica, no 33, 2003, p. 309-330 – Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia.

RUBIO, A. G. Unidade na pluralidade: o ser humano à luz da fé e da reflexão cristãs. 4. ed., rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2001.

RUIZ DE LA PEÑA, J. L. Criação, Graça, Salvação. São Paulo: Loyola, 1998.

____ Teologia da Criação. São Paulo: Loyola, 1998.

SANTO AGOSTINHO. A verdadeira religião e o cuidado devido aos mortos. São Paulo: Paulus, 2012.

WITTIGENSTEIN, L. Investigações filosóficas. Rio de Janeiro: Vozes, 1998.

 

 

 



[1] Disponível em << http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2015/11/corpo-do-garoto-thiago-de-7-anos-e-reconhecido-pela-familia-em-mariana.html>>. Pesquisa feita em 14.nov.2016.

[2] QUEIRUGA, A. T. Repensar o mal na nova situação secular. In: Perspectiva Teológica, no 33, 2003, p. 309-330 – Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia.

[3] HEIDEGGER, M. Introdução à metafísica. Lisboa: Instituto Piaget, 1987, p. 58-59. O filósofo fala do Ser como uma “névoa evaporizante” “em que nós estamos”.

[4] FREUD, S. O futuro de uma ilusão. São Paulo: L&PM, 2010.

[5] Ver PAULO II, João. Exigências e tarefas atuais. In: Fides et Ratio. São Paulo: Edições Loyola, 1999, p.61-74.

[6] WITTIGENSTEIN, L. Investigações filosóficas. Rio de Janeiro: Vozes, Coleção Pensamento Humano, p.27.

[7] A teoria do mal. In: SANTO AGOSTINHO. A verdadeira religião e o cuidado devido aos mortos. São Paulo: Paulus, Coleção Patrística, 2012, § 21-28.

[8] Aquino, T. de. Suma Teológica: Teologia, Deus, Trindade. São Paulo: Edições Loyola, 2001, Volume 1, p.138.

[9] GESCHÉ, A. O mal. São Paulo: Paulinas, 2003, p. 21.

[10] RUBIO, A. G. Unidade na pluralidade: o ser humano à luz da fé e da reflexão cristãs. 4. Ed., rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2001, p. 667.

[11] Id. ibid., p. 228-232.

[12] GESCHÉ, A. Id. Ibid.

[13] Id. p.32.

[14] RUBIO, A. G. Id. Ibid., p.229.

[15] Id. Ibid., p.667.

[16] QUEIRUGA, A. T. Id. Ibid., p. 320.

[17] RUIZ DE LA PEÑA, J. L. Teologia da Criação. São Paulo: Loyola, 1998, p.137-153.

[18] Id. Ibid., p. 139.

[19] Ibid., p. 152.

[20] RUIZ DE LA PEÑA, J. L. Criação, Graça, Salvação. São Paulo: Loyola, 1998, p.74.

[21] Id. Ibid., p. 85.

[22] ESTRADA, J. A. A impossível teodiceia: a crise da fé em Deus e o problema do mal. São Paulo: Loyola, p. 380.

[23] RUBIO, A. G. Id. Ibid., p.670.

[24] Id. Ibid., p. 670.

22 comentários

Jeison

Maravilhos!!! Obrigado irmão Esdras por essas palavras.

José Agnal

Um primor de texto que apresenta as argumentações sobre o mal dentro da teologia em suas diversas linhas. Estudo profundo e de repercussão. Deus abençoe o amado pastor por se dedicar aos estudos de teologia e se tornar relevante.

Ev. Wellington Ferreira J.

Esse articulista tem sido vitima de leitores que tem compromisso com a doutrina da igreja mas que não entendem o que o pastor Bentho diz. Entendem a mensagem e não fiquem acusando o pastor por coisas que ele não disse ou que vocês por não entenderem o acusam.

Rosangela Eliotério C.

Deus abençoe pastor por esse estudo abençoado, fui muito edificada.

Everton Santos

Parabéns pelo texto profundo, claro e esclarecedor. Amei as explicações.

José Ovídio Lira

Estudo esclarecedor pastor Esdras, vou tirar uma cópia para os alunos do seminário que dou aula. É a primeira vez que leio um estudo sobre o mal numa forma diferente. Deus continue abençoando o senhor e seus estudos.

Anselmo Oliveira

Pastor Esdras Bentho o senhor é um dos melhores teólogos que as Assembleias de Deus no Brasil tem, semelhante ao nosso pastor Antonio Gilberto e Esequias Soares, e ainda é tão novo, ainda tem muita contribuição a dá para nossa igreja..

Rafael Santos

Excelente artigo, mestre! Como já disse noutras ocasiões, o senhor me inspira a estudar mais e sempre! Um abraço!

Anna Maria

"a salvação, por meio da graça, preenche a finitude humana pela infinitude divina", lindo...lindo....lindo.

Ev. Wilson Borges

Os livros citados é pra humilhar, kkkkkk

Luiz

BRINCOU.....MEU QUERIDO.

Eleanor Furtado

Quanta alegria em saber que em nossa igreja temos pessoas como o pastor Esdras. Que a vida dele seja abençoada e repleta da graça de Deus. Meus parabéns meu querido.

Diácono Josué

"O mal é absurdo e escandaloso. Está presente em diversas circunstâncias e de muitos modos diferentes" - que frase profunda e digna de meditação.

Helena Onófrio

Passei por momentos muito difíceis com a perda de alguém muito próximo e que considerava uma pessoa iluminada e boa. Ao ler esse artigo pude entender que Deus está comigo. Diz o autor: "O sofrente não está sozinho em seu mal e não precisa carrega-lo sozinho. A fé em Cristo permite enfrentar o mal de modo mais esperançoso"

Dâmaris Sueli da Mata

Lindo esse artigo sobre o mal. Fiquei muito feliz em ler um texto com tanta pertinência.

Leandro Jr.

O autor fala com muita facilidade a respeito de um assunto tão complicado. Sem dúvida um grande teólogo assembleiano.

Mauricio Ribeiro Neves

Esse artigo poderia fazer parte de qualquer obra teológica ou revista científica mas aqui está para todos os leitores do cpadnews. Obrigado ao site pelos ótimos comentaristas.

Silvia Caetano

Fui muito edificada com esse estudo do pastor Bentho.

Alinor

Estudo profundo no qual o articulista historiou os argumentos a respeito do mal e da oração. Fico muito feliz de saber que a Assembleia de Deus tem teólogos desse nível. Meus parabéns professor Esdras, Deus o abençoe.

Thiago Santana

A Assembleia de Deus brasileira realmente tem um teólogo de mão cheia. Mais um nordestino mostrando seu valor na educação teológica.

Eduardo

O professor Esdras sempre surpreende seus leitores, vemos o quanto tem crescido como teólogo. Que Deus abençoe o senhor pastor.

João de Souza

Gostei muito do estudo do irmão Esdras. Muito profundo e atual. Parabéns a CPAD.

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Perfil

Esdras Costa Bentho Teólogo, Bacharel e Licenciado em Teologia com especialização em Hermenêutica; graduado em Pedagogia (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Formação de Professores), e escritor. Atualmente concluindo o Mestrado em Teologia pela PUC, RJ, atua como professor na Faecad, RJ, trabalha como editor de Bíblias e revisor sênior para editoras cristãs.

É autor dos livros “A Família no Antigo Testamento – História e Sociologia” e “Hermenêutica Fácil e Descomplicada”, e co-autor de “Davi: As vitórias e derrotas de um homem de Deus”, todos títulos da CPAD.

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