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Pr. Claudionor

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UM CHAMADO AO CLAMOR, AO ARREPENDIMENTO E À CONTRIÇÃO

Ter, 31/03/2020 por Claudionor de Andrade

 

“Se eu fechar os céus, e não houver chuva; ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra; ou se enviar a peste entre o meu povo; E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2Cr 7:14).
 
 Logo após a inauguração do Santo Templo, em Jerusalém, aparece Deus, de noite, a Salomão, e faz-lhe severas advertências quanto às futuras apostasias e rebeliões do povo eleito. O sapientíssimo rei de Israel, porém, embevecido por seus triunfos, glórias, riquezas e esplendores, parece não ter dado a importância devida às precauções divinas. Não demorou muito para que o próprio monarca começasse a adorar as divindades de suas esposas e concubinas.

 Em consequência de sua idolatria, pecados e iniquidades, a nação israelita foi dispersa pelo mundo. E, só a partir do início do século 20, pôs-se a retornar dolorosamente à terra de seus ancestrais.

Desde que o Senhor aparecera ao rei Salomão, já se passaram mais de 30 séculos. E, ao que parece, pouco, ou quase nada, aprendemos com as desventuras dos hebreus. Apesar de havermos entrado a desfrutar de suas alianças, concertos e promessas e, principalmente, de suas Escrituras e do próprio Senhor Jesus, o Messias prometido a Israel e Salvador do mundo, estamos a repetir as mesmas apostasias e rebeliões.

Devido aos nossos pecados, somos castigados pela estiagem física e espiritual. Somos invadidos pelos gafanhotos e devoradores, que estão a consumir, agora, as riquezas de nossa terra fértil, carinhosa e benfazeja. E, como se não bastassem todas essas adversidades, aterrorizam-nos, a cada estação, vírus e agentes infeciosos, que nos encarceram em casa, levando-nos a descurar de nossos afazeres e impedindo-nos, até mesmo, de nos congregar, conforme recomenda-nos a Palavra de Deus: “Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia” (Hb 10:25).

Todavia, queridos irmãos em Nosso Senhor Jesus Cristo, podemos reverter o presente cativeiro, se observamos, rigorosamente, as mesmas advertências que Deus, através do rei Salomão, fez a todo Israel e a Judá.

Atentemos, pois, à exposição da Palavra de Deus:   
1. O desafio e a oportunidade da partícula condicional “se”. Apesar de castigar severamente a Israel, deixa-lhe o Senhor um maravilhoso escape sintetizado na partícula condicional “se”. Essa conjunção gramatical, que expressa hipótese, condição e possibilidade, faz toda a diferença em tempos de crise e de angústia como a que, atualmente, lança o mundo ao desespero e à própria desesperança.
Logo, se ouvirmos a voz de Deus e lhe cumprirmos a vontade, nosso cativeiro será prontamente mudado. Prestemos reverente atenção ao que nos diz o Espírito Santo: “Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações, como na provocação, no dia da tentação no deserto” (Hb 3:7,8).

2. O povo de Deus habitua-se à apostasia. Conquanto apóstata e rebelde, o povo israelita, espalhado entre os gentios, ainda era reconhecido como o povo divinamente eleito, conforme inferimos da advertência divina: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome” (2 Cr 7:14:a).

Não obstante todos os seus privilégios espirituais e materiais – eleição, concertos, profecias e bênçãos incomuns, como a terra que mana leite e mel –, recusavam-se eles a submeter-se às reivindicações do Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Conquanto cativos, persistiam em suas iniquidades pessoais e nacionais.

Infelizmente, esta é a situação de boa parte da cristandade evangélica de nossos dias. Ainda somos conhecidos, pelos homens, como povo de Deus. Mas será que Deus ainda nos reconhece como povo seu? Temos a Bíblia, mas já não a estimamos como a Palavra de Deus, por estarmos alongados do Deus da Palavra. E, seduzidos por teologias daninhas e mundanas, damos mais importância às bênçãos do que ao Abençoador. Nesse estado de iniquidade, acabamos por idolatrar o passageiro e o efêmero, relegando a segundo plano o Pai da Eternidade – Jesus Cristo, o sempiterno Filho de Deus. Se Ele voltar neste instante, como nos haveremos perante o Rei dos reis, dos santos anjos e dos redimidos do Cordeiro?

3. O chamado urgente à humilhação. Consideremos, agora, querido leitor, a primeira condição apresentada pelo santo e misericordioso Deus, para que Ele, sem mais tardança, venha em nosso auxílio e sare-nos a terra, na qual habitamos e onde estabelecemos o nosso lar: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar” (2 Cr 7:14, b).

Já não é de hoje que vimos sendo contaminados por tralhas e modismos teológicos: a teologização da prosperidade material em detrimento da espiritual, a confissão prepotente e ruinosa em lugar da santíssima fé, o treinamento meramente empresarial ao invés dos dons espirituais e ministeriais e outras coisas igualmente daninhas, nocivas e deletérias. Todo esse refugo homilético fez de nós uma geração orgulhosa e ensimesmada. Uma geração, enfim, cheia de si, mas vazia do Espírito Santo. Sem o percebermos, criamos um deus segundo à nossa imagem e semelhança: tão soberbo e enfatuado quanto nós.

É chegado o momento de nos curvarmos ante o Altíssimo e desvencilharmo-nos da síndrome que transformou o querubim ungido no arqui-inimigo de Deus e no mentiroso e caluniador que todos conhecemos. E, hoje, desgraçadamente, não são poucos os que se fazem tão diabos quanto o próprio diabo.

4. O chamado urgente à oração. Neste instante tão decisivo, constranjo-me a fazer-lhe, querido irmão, uma pergunta igualmente decisiva e urgente: “Quantos avivamentos tiveram início sem um retorno incondicional à oração?”. Não percamos tempo a alinhavar uma resposta, porque todos sabemos que, sem uma volta incondicional à Bíblia Sagrada e à oração, o legítimo avivamento bíblico e apostólico é impossível. Atentemos à demanda divina: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar” (2Cr 7:14,c).

Já humilhados, contritos e envergonhados perante o Senhor, entreguemo-nos à oração, aos rogos e à intercessão persistente, discernidora, sábia e amorosa. E, tendo em vista a crise que ora nos fustiga, que estes sejam, por enquanto, nossos principais motivos de clamor e preces instantes.

Oremos para que Deus avive a sua obra no Brasil, na América Latina e nos Estados Unidos. Que o Pai Celeste lembre-se, também, de seus redimidos na Europa, na Ásia, na África e na Oceania.

Roguemos em favor do presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, pastor José Wellington Costa Júnior. Que o Cordeiro Imaculado dê-lhe ânimo, saber espiritual e discernimento bíblico, para orientar, neste grave momento, esse tão grande rebanho, que o Bom Pastor lhe confiou.

Intercedamos em prol do presidente desta imensa e venturosa república, Sr. Jair Messias Bolsonaro. Que o Deus de Israel conceda-lhe a sabedoria, a força e a autoridade necessárias, a fim de que ele, escudado na santíssima fé, conduza-nos a um termo bom, seguro, feliz e justo.

Elevemos nossas preces, agora, e peçamos a Deus, em quem reside todos os tesouros da sabedoria, do conhecimento e da ciência, venha iluminar os cientistas, almejando que estes descubram vacinas eficazes contra os vírus e agentes infecciosos, que, de quando em quando, semeiam, entre as nações, o terror, a enfermidade e a morte. Conforme sabemos, não existe incompatibilidade alguma entre a fé cristã e a verdadeira ciência.

Insistamos, junto ao trono divino, esteja o Pai Celeste a guardar nossas casas e templos, pois Ele mesmo no-lo prometeu: “Nenhuma praga chegará a tua tenda” (Sl 91:10).

Oremos, enfim, desejando ardentemente, que o Senhor ajude-nos a proclamar o Evangelho de Cristo, neste momento de medo, pavor e desesperança. Se o fizermos, a sua Palavra, que jamais se lhe voltará vazia, redundará em salvação de milhões de almas, batismos no Espírito Santo, curas divinas, sinais e maravilhas e na edificação dos santos.

5. O chamado urgente a buscar a face de Deus. Já humilhados e contritos perante Deus, e já em constante oração, obedeçamos a mais esta reivindicação de sua inspirada e inerrante Palavra: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face” (2Cr 7:14,d).

Querido irmão, o que temos buscado até agora? Fama, riquezas, prazeres iníquos? O atual momento reclama-nos a buscar, humilde e urgentemente, a face de Deus. Se não o fizermos, como nos haveremos ante esta crise e de outras, ainda piores, que hão de surgir, mais amiúde, nestes tempos últimos e escatológicos?

Como, porém, haveremos de buscar a face de Deus? Lendo-lhe diariamente a Palavra: a Bíblia Sagrada. Diariamente orando e diariamente confessando-lhe nossas apostasias e rebeliões. Adorando-o diariamente e diariamente reconhecendo-lhe a soberania sobre quanto existe no Céu e na Terra. Enfim, almejando-lhe o Reino e a sua justiça, conforme Ele mesmo ensinou-nos através de seu Unigênito: “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6:33). Se ansiarmos pela face adorada de Nosso Senhor, não teremos de amedrontar-nos com crise alguma.

6. O chamado urgente a nos convertermos dos maus caminhos. Finalmente, querido irmão, chegamos à última reivindicação divina em tempos de crise, perplexidade e provações. Humilhados, e já corados de vergonha, ouçamos a voz de Deus: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos” (2Cr 7:14,e).

Ao ouvir essa cláusula, do Juiz de Toda a terra, poderá algum crente indagar com insolência: “O arrependimento não diz respeito apenas aos incrédulos e ímpios?”. Quantas vezes, querido irmão, não nos surpreendemos a agir ímpia e incredulamente? Quebramos os mandamentos de Deus, ensurdecemo-nos à sua voz, entristecemos-lhe o Espírito Santo e nenhuma atenção prestamos-lhe às reivindicações e demandas.

Arrependamo-nos, pois, de nossos pecados e de nossos caminhos maus e perversos. Arranquemos de nossos corações as impurezas, adultérios e prostituições, ódios e homicídios, avarezas e cobiças. Fujamos à pornografia, às chocarrices e ao palavreado baixo e chulo. Caso contrário, em nossos pecados e iniquidades, pereceremos. Fortaleçamos os laços familiares e não permitamos que o divórcio, o aborto e outros itens da agenda pós-moderna arruínem-nos o lar.

7. Se atendermos a todas as reivindicações de Deus, virá Ele prontamente a socorrer-nos. Já humilhados perante o Deus Único e Verdadeiro. Já entregues à oração, à intercessão e ao clamor persistente, constante e amoroso. Já buscando a face adorada do Senhor Jesus, o Rei dos reis e Senhor dos senhores. E já convertidos de nossos pecados e iniquidades, esperemos, agora, o fiel cumprimento das promessas do Deus que não pode mentir, pois a sua natureza moral é absolutamente justa, verdadeira e perfeitíssima. Tanto ao Israel do Antigo Testamento quanto ao seu povo do Testamento Novo, promete: “então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2Cr 7:14, parte final do versículo).

Consideremos, rapidamente, as promessas que nos faz o Deus da Bíblia Sagrada:

Antes de tudo, querido irmão, o Senhor ouvir-nos-á dos céus. Não podemos mais viver distanciados do Pai Celeste. Sem Ele, perdemo-nos. Infelizmente, conformando-nos com este mundo, fizemo-nos piores do que o filho pródigo da parábola de Nosso Senhor. Aquele, pelo menos, veio a repugnar as bolotas que os porcos comiam, ao lembrar-se da fartura da casa paterna. Quanto a nós, já nos deliciamos, sem qualquer problema de consciência, com as bolotas teológicas, motivacionais e pagãs. Preparadas pelos gurus que, em nossos arraiais, tomaram o lugar do Consolador Divino, são-nos ofertadas, hoje, de maneira gourmet, conforme predisse o apóstolo Paulo: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas” (2Tm 4:3,4).

Não obstante, se nos convertermos de nossos maus caminhos, seremos ouvidos pelo Pai Celeste. Voltemo-nos à Palavra de Deus e o Deus da Palavra há de se voltar prontamente para cada um de nós. De sua alta morada, atentará às nossas misérias.

Em segundo lugar, o perdão de nossos pecados. Conquanto já salvos, justificados pela fé e posicionalmente santos, nós, filhos de Deus, precisamos de constantes perdões, pois, constantemente, estamos a infringir-lhe as ordenanças e a desconsiderar-lhe a vontade. Há, porém, uma boa notícia: é possível, com a ajuda do Espírito Santo, ter uma vida santa, irrepreensível e de comprovada excelência diante de Deus e perante os homens. Assim viveu o patriarca Jó durante toda a sua longa existência aqui na terra: “Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e era este homem íntegro, reto e temente a Deus e desviava-se do mal” (Jó 1:1).

Confessemos-lhe nossos pecados, conforme fazia diariamente o rei Davi: “Quem pode entender os seus erros? Expurga-me tu dos que me são ocultos. Também da soberba guarda o teu servo, para que se não assenhorie de mim. Então serei sincero, e ficarei limpo de grande transgressão” (Sl 19:12,13).

Finalmente, o Senhor há de providenciar uma cura eficaz e duradoura à nossa terra. Antes, porém, terá de curar nossas igrejas, enviando-nos um poderoso avivamento espiritual, cujas bases repousem na Bíblia Sagrada, a inspirada e inerrante Palavra de Deus.
Sim, querido irmão, o Brasil está adoentado espiritual, moral, ética e emocionalmente. Assemelhamo-nos ao Israel da época de Isaías, o santo profeta do Senhor. Eis a descrição da nação hebreia daqueles dias:

“Por que seríeis ainda castigados, se mais vos rebelaríeis? Toda a cabeça está enferma e todo o coração fraco. Desde a planta do pé até a cabeça não há nele coisa sã, senão feridas, e inchaços, e chagas podres não espremidas, nem ligadas, nem amolecidas com óleo. A vossa terra está assolada, as vossas cidades estão abrasadas pelo fogo; a vossa terra os estranhos a devoram em vossa presença; e está como devastada, numa subversão de estranhos” (Is 1:5-7).

Senhor, cura os poderes desta república. Abençoa o nosso presidente; possa ele governar, visando sempre a promoção do bem comum, de acordo com as reivindicações da tua Palavra.

Que o legislativo, imbuindo-se de suas responsabilidades e dentro de suas atribuições, auxilie o chefe desta nação a conduzi-la à verdadeira justiça e estabilidade social. E que não haja desarmonia entre os poderes, mas harmonia, cooperação e temor a Deus, pois do Senhor é a Terra e a sua plenitude.

Que o judiciário seja o guardião-mor de nossas leis e, mormente, da Constituição Federal. Lembrem-se, todavia, nossos juízes: acima das leis terrenas acha-se a Lei de Deus, o juiz de toda a Terra, perante o qual todos prestaremos conta não somente agora, mas principalmente no Juízo Final, quando não haverá apelações nem recursos, pois as sentenças divinas são irrecorríveis.

Quanto a nós, servos do Senhor Jesus, evangelizemos, façamos missões e batalhemos, se preciso até à morte, em prol da santíssima fé. Lutemos pela sacralidade da vida, desde a concepção à morte natural; não aceitaremos o aborto nem a eutanásia. Defendamos a família, condenando, pela Bíblia Sagrada, agendas anticristãs e nefastas: ideologia e agora também, desgraçadamente, teologia de gênero, casamento fora dos padrões bíblicos, sacralização dos pecados de Sodoma e Gomorra e destruição dos legítimos valores judaico cristãos.

Promovamos a verdade e condenemos a mentira, a calúnia e as inverdades oferecidas, diariamente, pelos que detém o monopólio da informação. E que Deus abençoe os jornais, revistas, rádios e televisões que porfiam em transmitir-nos informações fidedignas.
E, como sal da terra e luz do mundo, que nós, povo de Deus, ajamos sacerdotal e profeticamente. Oremos pelo Brasil. Intercedamos pelos governantes. Mostrando-se estes, porém, réprobos em suas funções, exortemo-los, arguindo-os com as reivindicações da Bíblia Sagrada, a inspirada e inerrante Palavra de Deus.

Que o Senhor se apiede de nossa pátria. E que nos ergamos, outra vez, como a Pátria do Santo Evangelho.
A todos, a paz de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

A graça do Senhor Jesus, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós. Amém

6 comentários

Rozelaine dos S. Soares Silva

Glória ao Altíssimo Deus!

João Luiz Pereira da Silva

Precisávamos de uma voz desse calibre para o momento. Eis o caminho. Que que Deus continue iluminando nosso pastor Claudionor.

Marcos

Amém, pastor. Se você caro leitor, ou eu mesmo, sentimos sobre nós o peso na consciência ao lermos este texto, ou parte dele, possamos seguir o passo a passo descrito pelo pastor Claudionor, que por sua vez retirou-o da Bíblia Sagrada. Que façamos isso o mais urgentemente (orar, se arrepender...), para obtermos o perdão de Deus e alcançarmos um grande avivamento aqui no Brasil. Lembrando que o objetivo em si não é o avivamento, mas chegarmos nos céus com Jesus!

joanmoraesdossantos moraes

Este é o caminho andemos nele ,em temor , humilhação aos pés do Mestre Assim procedendo receberemos a cura

Sérgio Luís

A paz do Senhor, meu amado. Em tempos de crise,faz-se necessário falar com sabedoria, modéstia e ponderação. E o amado usou,diligentemente,desses ingredientes em seu texto. Nessa época em que arroubos politicos permeiam os escritos pastorais, é bom poder apreciar letras abençoadas e abençoadors. Para glória de Deus. Amém Em Cristo. Paz

ISABEL CRISTINA FERREIRA COSTA PINTO

amém! Glória a Deus! Misericórdia Senhor!

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Perfil

Claudionor de Andrade Claudionor de Andrade é Consultor Teológico da CPAD, membro da Casa de Letras Emílio Conde, teólogo, conferencista, Comentarista das Revistas Lições Bíblicas da CPAD e autor dos livros “As Verdades Centrais da Fé Cristã”, “Manual do Conselheiro Cristão”, “Teologia da Educação Cristã”, “Manual do Superintendente da Escola Dominical”, “Dicionário Teológico”, “As Disciplinas da Vida Cristã”, “Jeremias – O Profeta da Esperança”, “Geografia Bíblica”, “História de Jerusalém”, “Fundamentos Bíblicos de um Autêntico Avivamento”, “Merecem Confiança as Profecias?”, “Comentário Bíblico de Judas”, “Dicionário Bíblico das Profecias” e “Comentário Bíblico de Jó”, dentre outros títulos da CPAD.

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