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Ciro Sanches Zibordi

Ciro Sanches Zibordi

10 razões FALSAS por que os cristãos não devem celebrar o Natal

Qua, 02/12/2015 por Ciro Sanches Zibordi

Com a chegada do mês dezembro, alguns cristãos — que ironia! —, na Internet e, em especial, nas redes sociais, começam uma campanha ferrenha contra o Natal. E o texto preferido deles é o famigerado “10 motivos para não celebrar o Natal”, de autoria desconhecida, o qual apresenta argumentos refutáveis contrários à celebração do Natal em 25 de dezembro. Ei-los:

1. “A Bíblia não manda celebrar o nascimento de Cristo”. De fato, na Bíblia não está escrito: “Celebrai com júbilo o Natal de Cristo, todos os moradores da terra”. Mas nem tudo, nas Escrituras, é tratado por meio de mandamentos. A Bíblia é, também, um Livro de princípios, doutrinas, tipos, símbolos, parábolas, metáforas, profecias, provérbios, exemplos, etc. E um grande exemplo foi dado pelos anjos de Deus, que celebraram o Natal de Cristo, dizendo: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!” (Lc 2.14). Se há cristãos fanáticos, a ponto de se apegarem à questiúncula de que não existe um mandamento específico para se celebrar o Natal, que parem também de comemorar o Dia do Pastor, o Dia da Bíblia, o Dia da Escola Dominical, o Dia de Missões, a Festa das Nações, o Ano de Gideão, o Ano de Davi, o Ano da Colheita, o Feriado da Visão, o Ano Apostólico, a Semana Profética, etc. Ah, e também parem de receber presentes de aniversário, pois não há nenhum mandamento bíblico para celebrarmos o nosso aniversário!

2. “Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Essa data foi designada por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o cristianismo; de acordo com o calendário judaico, Jesus nasceu em setembro ou outubro”. Ora, como se sabe, Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Mas essa data foi escolhida pela Igreja Católica Romana (casada com o Estado, à época) a fim de induzir os pagãos — que adoravam o sol — a celebrarem o nascimento de Cristo. Em outras palavras, a intenção do imperador romano foi boa! Considerando que já havia uma grande comemoração pagã no mesmo dia, ele induziu a todos a se lembrarem do dia natalício de Cristo na data que eles estavam acostumados a adorar um deus falso! Bem, digamos que, um dia, ocorra um grande avivamento no Brasil, e conversões em massa aconteçam. O Brasil, então, se torna 100% evangélico, e o Estado brasileiro decide que 12 de outubro passará a ser um o Dia de Louvor a Jesus Cristo! O leitor se revoltaria contra essa data, sob a alegação de que ela fora outrora consagrada à Senhora Aparecida?

3. “A igreja do Senhor está vivendo a época profética da festa dos tabernáculos, que significa a preparação do caminho do Senhor; e, se você prepara o caminho para Ele nascer, não o prepara para Ele voltar”. Que contradição! Pessoas se arvoram contra o Natal porque não existe um mandamento específico sobre essa celebração, mas, ao mesmo tempo, apegam-se a uma simbologia “forçada”, com base na festa dos tabernáculos, para se oporem ao Natal de Cristo? Ora, uma das doutrinas fundamentais da Palavra de Deus é a encarnação do Verbo, isto é, o seu glorioso nascimento (Jo 1.14; 1 Tm 3.16). Aliás, a obra da redenção está em um tripé: nascimento do Senhor, sua morte e sua ressurreição (Gl 4.4; 1 Co 15.1-4). Ignorar o Natal de Cristo é deixar de valorizar uma parte de sua obra salvífica.

4. “O natal é uma festa que centraliza a visão no palpável e esquece do que é espiritual. Para Jesus o mais importante é o Reino de Deus, que não é comida nem bebida, mas justiça e paz no espírito”. O Natal de Cristo, em si, não é uma festa de comida e bebida. São as pessoas do mundo sem Deus que só priorizam isso, em detrimento de real sentido da celebração em apreço. Quanto ao cristão que se preza, deve ser diferente das pessoas do mundo, a despeito de estar no mundo. Ele não se conforma com o modus vivendi das pessoas do mundo sem Deus (Rm 12.1,2), nem abraça o modo cada vez mais sincrético e consumista de se celebrar o Natal (cf. 1 Co 10.23-32). A despeito de o Reino de Cristo ser preponderantemente espiritual, somos pessoas normais, que precisam comer, beber, dormir, trabalhar, participar de eventos festivos, etc. Segue-se que se alegrar com a família, no fim de dezembro, com um grande almoço ou jantar, glorificando a Cristo por seu Natal e sua obra vicária, como um todo, é lícito e conveniente ao cristão equilibrado, não legalista.

5. “O natal se tornou um culto comercial que visa render muito dinheiro. Tirar dos pobres e engordar os ricos. É uma festa de ilusão em que muitos se desesperam porque não podem comprar um presentinho para os filhos”. Essa afirmação é reducionista, visto que não pondera que o Natal de Cristo subsiste sem o aludido “culto comercial”. A Páscoa, por exemplo, não deixa de ser legítima em razão de ser usada pelo mundo capitalista para explorar o consumismo. Se há uma celebração de Natal que prioriza o comércio, existe, também, uma celebração que prioriza Cristo. Segue-se que o motivo alegado para não celebrar o Natal de Cristo é, além de reducionista, generalizante e preconceituoso.

6. “O natal está baseado em culto a falsos deuses nascidos na Babilônia. Então, se recebemos o natal pela Igreja Católica Romana, e esta, por sua vez, a recebeu do paganismo, de onde a receberam os pagãos? Qual a origem verdadeira? O natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiram na antiga Babilônia de Ninrode. Na verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio”. Esse argumento despreza o fato de o Natal de Cristo transcender o paganismo que se infiltrou na Igreja Católica Romana. O nascimento do Senhor Jesus foi celebrado até pelos anjos, que exclamaram: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!” (Lc 2.14). E mais: os magos do Oriente adoraram o Menino, ofertando-lhe dádivas, em uma casa — e não na manjedoura —, cerca de dois anos após o seu nascimento, conforme análise cuidadosa de Mateus 2. Ou seja, o Natal de Cristo não é invenção dos pagãos, e sim uma celebração genuinamente cristã. Lembrarmo-nos do nascimento de Cristo, descrito na Bíblia, e glorificarmos a Deus por nos ter dado o seu Filho Unigênito é lícito, convém e edifica. E nada tem a ver, de fato, com Roma, Babilônia, etc. Ademais, o fato de o Natal de Cristo ser celebrado também pela Igreja Católica Romana não o torna idolátrico ou pagão. Caso contrário, a missa, com a sua hóstia, tornaria a Ceia do Senhor igualmente idolátrica, não é mesmo?

7. “O natal não glorifica a Jesus, pois quem o inventou foi a Igreja Católica Romana, que celebra o natal diante dos ídolos (estátuas). Jesus é contra a idolatria e não recebe adoração dividida”. Esse argumento também é reducionista, posto que ignora o fato de a idolatria ser uma condição do coração. Ela não é um pecado praticado de modo subjetivo. Celebrar o Natal de Cristo não implica idolatria. Esta, à luz do Novo Testamento, é uma ação objetiva, e não subjetiva. A idolatria é praticada de modo consciente. Nesse caso, dizer que o crente que celebra o Natal é idólatra não reflete julgamento segundo a reta justiça (Jo 7.24), como já destaquei em meu texto anterior, também a respeito do Natal.

8. “Os adereços (enfeites) de natal são verdadeiros altares de deuses da mitologia antiga (que são demônios)”. De fato, muita coisa que há no mundo tem ligação com o paganismo e a idolatria: comidas, festas, nomes de cidades, costumes, etc. O cristão não deve ser paranoico quanto a isso. A ele basta ser fiel ao seu Deus, não tomando parte, ativa e conscientemente, do culto aos deuses. Lembro o leitor, mais uma vez, de que a idolatria é praticada de modo objetivo, e não subjetivo. Opor-se ao Natal por causa dos enfeites cuja origem está ligada ao paganismo e praticar outras coisas de origem pagã é o mesmo que coar mosquitos engolir camelos (Mt 23). O cristianismo verdadeiro não é fanatizante, como as religiões e seitas pseudocristãs e extremistas, que proíbem doação de sangue, ingestão de determinados tipos de alimento, participação em festas, casamento no templo, trabalho em determinado dia da semana, etc. Somos livres em Cristo (1 Co 10.23-32).

Reprovar e até proibir a celebração do Natal de Cristo por causa de Papai Noel, duendes, gnomos, decorações natalinas e outras coisas mundanas não é uma característica do cristianismo equilibrado (cf. Ec 7.16,17). Se quisermos abraçar o legalismo, não podemos falhar em nenhum ponto da lei. O crente que se opõe ao Natal de Cristo por causa dos elementos pagãos e consumistas, mencionados neste artigo, também deixa de consumir bolo de aniversário, em razão de sua origem pagã? O que ele pensa sobre o vestido de noiva, o terno e a gravata, as construções que ele visita e as ruas da cidade por onde ele anda?

9. “O natal de Jesus não tem mais nenhum sentido profético, pois todas as profecias que apontavam para sua primeira vinda à terra já se cumpriram. Agora nossa atenção de se voltar para sua Segunda vinda”. Nesse caso, a Bíblia é apenas um tratado de escatologia, que se ocupa exclusivamente de assuntos relativos ao futuro? Ora, as Escrituras apresentam muitas doutrinas escatológicas, porém a Palavra de Deus também contém teologia, cristologia, pneumatologia, antropologia, hamartiologia, soteriologia, eclesiologia e angelologia. Sabemos que o Natal de Cristo está ligado diretamente à cristologia e à soteriologia. Entretanto, como todas as doutrinas bíblicas são intercambiáveis, em Apocalipse 12 há uma menção ao Menino Jesus! Será que os inimigos do Natal sabem disso?

10. “A festa de natal traz em seu bojo um clima de angústia e tristeza, o que muitos dizem ser saudades de Jesus, mas na verdade é um espírito de opressão que está camuflado, escondido atrás da tradição romana que se infiltrou na igreja evangélica, e que precisamos expulsar em nome de Jesus”. Desde a minha infância aprendi a celebrar o Natal de Cristo. Lembro-me com muita alegria das peças, poesias e cantatas natalinas, além das maravilhosas mensagens de Natal, ministradas por homens de Deus. A lembrança da encarnação do Senhor propicia alegria na alma, e não tristeza! Prova disso é que vários hinos da Harpa Cristã, hinário oficial das Assembleias de Deus, nos estimulam a celebrar o Natal de Cristo. Vejamos especialmente os hinos 21, 120, 366, 481 e 489.

Diante do exposto, apresento algumas sugestões (ou conselhos) aos cristãos inimigos do Natal de Cristo. Não se deixem influenciar pelo espírito do Anticristo (1 Jo 4.3). Observem que o Diabo deseja, a todo custo, fazer com que o nome de Jesus desapareça da face da terra. E uma de suas estratégias é apresentar “outro evangelho”, fanatizante, farisaico, legalista, que procura desviar os salvos da verdade, carregando-os de ordenanças, como: “não toques, não proves, não manuseies” (Cl 2.20-22). Em vez de apresentarem inúmeras razões para não celebrarmos o Natal de Cristo, falem da gloriosa encarnação do Verbo (1 Tm 3.16; Jo 1.14; Gl 4.4,5), da sua morte vicária (2 Co 5.17-21) e da sua maravilhosa ressurreição (1 Co 15.17-20)!

Ciro Sanches Zibordi

41 comentários

vânia lídia lima de sousa

Muito agredecida pelo eslarecimento, que Deus continue o abençoando.

Flavio Magno de Freitas

Paz a todos. é nosso dever praticar a Escritura sem interpretações próprias ( 2 Pe 1.20). cada um deve estar muito seguro daquilo que pensa estar correto. não colocar tropeço algum para um irmão conforme Rm 14. Deixo aqui para nossa lembrança que cada um dará contas a Deus individualmente. uns fazem distinção de dias, outros não. Curioso e que não há mandamento para celebrar o "natal", e, nem mandamento para não celebrar...Pensemos com qual sentido se celebra ou não alguma coisa.

Adair

O problema das pessoas é a ignorância! Jesus Cristo é nosso Libertador, em síntese. Parabéns, Pastor, pelo conteúdo (fiel a Bíblia). Eu sempre digo: quem quiser conhecer um verdadeiro Cristão, leia o Novo Testamento. O Antigo Testamento conta a história dos Judeus, povo escolhido. Nós, pela graça somos salvos e fazemos parte da mesma Igreja, com os Judeus, com a aceitação de Jesus Cristo como nosso único e suficiente Salvador!

Wanderley Cândido

Eu fico aqui imaginando, os que vem aqui críticar, será que esse ano de 2015 ganharam quantas almas para o reino de Deus? Quantos jejuns fizeram esse ano? Será que usaram o conhecimento bíblico para anunciar o evangelho de Cristo a toda criatura? Será que realmente importa com elas? Feliz Natal a todos e um ano de 2016 com muitas almas para o Senhor Jesus.

Ciro Sanches Zibordi

Caro João Sabino, leia os outros textos que escrevi neste blog sobre o Natal. E que o Senhor Jesus o ilumine. A paz do Senhor.

joao sabino

Meu caro,por que será que a igreja nunca fez menção do natal,nem no novo testamento,nem os pais da igreja, só estamos copiando da igreja de roma,e só no século 21, será que todos que foram antes de nós eram menos sábio do que a igreja hodierna,nós estamos sendo influenciado pelo mundo e não pelo ESPRITO SANTO,que DEUS tenha misericórdia de sua igreja, pois o templo está sendo profanado com arvore de natal e enfeites e presépio com imagens aí começa a apostasia.

Ciro Sanches Zibordi

Prezada Elaine, apesar do seu linguajar chulo, ofensivo, deselegante, incompatível com a vida cristã, e de sua oposição à celebração bíblica e cristã do Natal de Cristo, espero que a irmã seja, de fato, uma serva de Deus. Desejo um bom fim de ano e um ótimo 2016!

Elaine

E simplesmente nojeto e repugnante, uma pessoa que diz ser pastor e conhecedor da palavra, ao inves de ensinar a verdade, prefere levar pessoas a participar de uma festa paga como essa.....pra mim o senhor nao passa de mais um falso professor.... se fosse vontade de Deus pra comemorar o aniversario de Jesus, Ele proprio deria deixado a data como ele deixou varias outras datas de festividades.... Com certeza o senhor deve ser mais um desses que nao consegue deixar as praticas mundanas...

Ciro Sanches Zibordi

Prezada irmã Maria Vaneide da Silva, leia meu novo texto sobre o Natal: http://www.cpadnews.com.br/blog/cirozibordi/apologetica-crista/173/por-que-o-natal-e-uma-celebracao-crista-e-biblica.html. A paz do Senhor!

Ciro Sanches Zibordi

Carlos Alves, seu comentário não apresenta NENHUM argumento BÍBLICO contrário ao Natal. Nesse caso, reflita sobre o termo "pueril" olhando para o espelho. E, se desejar, insira aqui argumentos BÍBLICOS contrários à celebração genuinamente cristã e bíblica do Natal de Cristo. Feliz Natal, meu irmão!

Carlos Alves

É uma pena que um homem tão inteligente quanto o Pr. Ciro Sanches Zibordi, apresente argumentos tão pueril quanto este. Pastor, o senhor sabe que se a Editora para a qual o senhor escreve e dela recebe dividendos não fomentar este tipo de argumento, como vocês venderão neste período? Como ficarão as vendas de Natal? Me perdoe mas o seu comentário é para mim, somente uma desculpa para incrementar as vendas neste período natalino. Este seu argumento soa para mim, como o comercial da coca-cola.

Ciro Sanches Zibordi

Caro Smaili, por graça de Deus tenho alguns livros publicados pela CPAD. Por gentileza, acesse este link: http://www.cpad.com.br/busca/todo-o-site?ft=CIRO%20SANCHES. Abraços.

Ciro Sanches Zibordi

Caro Romildo, a paz do Senhor. Grato pelo "homem de Deus". Mas... Lamentável, mesmo, é opor-se ao Natal de Cristo. Lamentável, ainda, é opor-se a várias razões bíblicas em abono à celebração do Natal de Cristo sem apresentar sequer uma única razão bíblica contrárias a ela. #PenseNisso.

Terezinha Ferreira da Silva

Excelente comentário Pastor, é muito esclarecedor.

Smaili

A paz Pr. gosto muito de ler seus artigos, pois me identifico muito com sua maneira de pensar. O Pr. tem livros publicados? Poderia me informar os titulos? Deus o abençoe e continue te usando.

Romildo

Lamentável um homem de Deus fazer um comentário tão humanista até uma criança nota que ais razões apresentado é pessoal não bíblica

maria vaneide da silva

para o cristao verdadeiro nao tem natal eu penço assim

Cristina

Porém, nas 3 Festas anuais que referi, reporto mais o Natal ao período desde aproximadamente os Tabernáculos - início do Outono - pois acho que as 3 Festas Judaicas do Antigo Testamento deixaram a marca temporal para as 3 Celebrações anuais da Vida de Jesus - pelo que entendo que o 25 de dezembro para mim funciona apenas como um reflexo da Festa Natalícia (um segundo momento natalício). Jesus como que "Tabernaculou" nos primeiros anos de vida na Terra ao residir fora de Nazaré. Glória a Jesus*

Cristina

Concordo, Pr Ciro. O ano para mim continua sempre com 3 grandes festas ligadas à Vida de Cristo: A Festa da Natividade, a Celebração Pascal e o Nascimento da Igreja Pentecostes-são pelo menos 3 semanas por ano onde os textos Bíblicos lidos expressam os preciosos eventos sumamente importantes no amor de Jesus, dando ao ano a Figura da Sua Vida. Quem não confessa que Jesus veio em carne, esse tal é antiCristo. Afirmar e Celebrar a Encarnação de Jesus anualmente é muitíssimo óbvio.

Edno Conrado

Parabéns Pr. Siro, por esta matéria tão esclarecedora. Que Deus o abençoe mais e mais, a Paz do Senhor e um feliz Natal.

Ciro Sanches Zibordi

Caro Ismael Couto, grato por seus comentários. O irmão me poupou de responder ao irmão Gustavo Silva. Feliz NATAL!

Gustavo Silva

natal é uma festa pagã, e ainda vcs defendem o natal e comemoram o aniversario de tamus. os mesmo q defendem o natal fazem negocio da igreja de Cristo.

Ismael Couto

Se o mundo comemora o Natal com outro sentido, nós o comemoraremos com o sentimento de adorar ao Rei dos reis! Se o mundo comemora o Natal visando os fins lucrativos, nós o comemoraremos visando falar do nascimento do nosso SALVADOR! Se o mundo usa o Natal para projetar papai noel como entregador de presentes, nós o usaremos para dizer ao mundo que o maior presente foi entregue por "PAPAI DO CÉU" aos homens: seu filho JESUS !!!! (Is 9:6).Que a paz do ETERNO esteja convosco...Feliz Natal! rs

Ismael Couto

A paz de Cristo, Pr. Ciro! É triste quando lemos alguns comentários aqui postados, pois só confirma tudo aquilo que o mundo pensa ao nosso respeito: "Crente é ignorante e fanático!". Visto os comentários críticos de alguns ( a propósito sem conteúdo nenhum!) que discordam em celebrarmos o Natal em 25 de dezembro, vemos que a falta de informação em nosso meio é algo preocupante; isso é o principal motivo de existir alguns religiosos radicais no meio do povo de Deus: falta de conhecimento......

gustavo castro

O importante e o que o Salvador nasceu....

Ciro Sanches Zibordi

Caro Geziel evangelista lima, grato por sua opinião, da qual discordo completamente. Leia o texto de novo, devagar, com calma e total atenção. Vou estar em oração, para que o Cristo do Natal, do Calvário e do túmulo vazio o ilumine.

Geziel evangelista lima

Pelo amor de Deus! Todos nós sabemos que Jesus não nasceu em Dez,quanta ignorância! Não celebrar o nascimento de Jesus é uma aberração a nossa fé! O nascimento de Cristo é um divisor de águas na fé cristã! Creio que escritor precisa se preocupar c/outras coisas!

hosana

EXPLICAÇÃO MARAVILHOSA. TINHA QUE TER MAIS UNS CIROS DESSE!!!!!!

Sérgio Luís

Pr.Ciro a paz do Senhor. Mais uma vez Deus usa ao amado irmão. Infelizmente, alguns dos nossos irmãos, por ignorância ou jactância, apegam-se à textos isolados e tornam-se secos,insipedos. Como diria nosso mestre: " ...é lícito curar no sábado?"

Elias

Ele é bom, só não é humilde! Só aceita comentários se for para colocá - lo em exaltação, do contrário você é excluído.... Igual ao na CPAD. Quer ver como meu post não será publicado....

João Batista Martins Domingos

Excelente explicações. Obg Pr Ciro.

dsf

quem rejeita o natal rejeita o nascimento de cristo

Excelente. Esclarecedor, na hora certa, Salvei em meus arquivos.

excelente.

Antnio de Oliveira

Muito importante este texo que nos deixa esclarecimento sobre o natal, onde muitos cristãos ficavam em duvida para responde e também como celebra o natal. Independente de como o mundo sem Deus festeja o nascimento de Jesus, nós cristãos temos o dever de fazer e ensinar baseado na palavra de Deus, dizendo que é importante celebra o nascimento, morte e ressurreição. Que Deus continue abençoando o Pr. Ciro Sanches Zibordi.

Marcos Gomes dos Santos

perfeito! hoje está difícil viver a graça da salvação, não pelo "pecado que tão de perto nos rodeia" (Hb 12) mas principalmente pela multidão de juízes e "condutores cegos".

Thiago

Bom partindo desse princípio de vestir o evangelho de Cristo com costumes e práticas pagã, Pergunto, qual o problema do Funk, Forró, Samba, e tantos outros ritmos que agora também são "crentes"? o qual o problema da balada gospel? Qual o problema das festas juninas gospe? Qual o problema do copo ungido? E tantas outras coisas, o intuito não é "louvar" a Jesus, agradar a Jesus, com todo o respeito e temor, que é por coisas assim e semelhantes que a bagunça está geral,Precisamos de uma Reforma.

Fábio Cavalcante

Ótimo artigo, pastor. Sempre pertinente e categórico em suas palavras. Ouso acrescentar que, aos que tem ojeriza ao Natal, deveriam trabalhar no dia 25, caso não caia num sábado. O mesmo vale para todos os feriados "santos" celebrados anualmente. Será que eles encarariam? Paz!

Emmanuel

Creio que o maior problema de quem não consegue enxergar boas coisas no Natal é o próprio "cristão", que por vezes, vive em um radicalismo em que tudo é atribuído ao inimigo. É necessário ter temperança (Gálatas 5:22). Feliz Natal a todos!

Conrad friesen

Certa mulher depois de muitos anos vivendo em adultério, se arrependeu, confessou seu pecado e voltou ao marido. Quando chegou o aniversário de seu marido resolveu fazer uma festa e preparou para o marido o bolo de chocolate que seu amante tanto amava! Não tem como usar a data, as formas e os apetrechos de uma festa pagã e dizer que agora não estamos mais celebrando o nascimento de Tamuz (filho de Ninrode), mas agora é para Jesus! Seria o mesmo bolo do amante para o marido. Para refletir!

antonio gomes da silva

discordo das afirmações dos textos porém discordo da sua forma de pensar pelo menos nesta questão más ninguém é perfeito. a unica coisa que sei é que isto de natal é uma mentira já começa por aí dia 25 / 12 ummmm

WALTER LUCAS

PARABÉNS MINHA VISÃO BÍBLICA TAMBÉM É ASSIM.

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Perfil

Ciro Sanches Zibordi é pastor, escritor, membro da Casa de Letras Emílio Conde e da Academia Evangélica de Letras do Brasil. Autor do best-seller “Erros que os pregadores devem evitar” e das obras “Mais erros que os pregadores devem evitar”, “Erros que os adoradores devem evitar”, “Evangelhos que Paulo jamais pregaria”, “Adolescentes S/A” e “Perguntas intrigantes que os jovens costumam fazer”, todos títulos da CPAD. É ainda co-autor da obra “Teologia Sistemática Pentecostal”, também da CPAD.

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