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Ciro Sanches Zibordi

Ciro Sanches Zibordi

Para um pentecostal, o que é o arminianismo?

Sex, 05/02/2016 por Ciro Sanches Zibordi

Há algum tempo, por causa da amizade que tenho com irmãos calvinistas, alguém me perguntou: “Afinal, você é calvinista ou arminiano?” E eu, vendo que o irmão tinha senso de humor, lhe respondi: “Nenhum dos dois. Sou pentecostal”. Risos. Na verdade, brincadeiras à parte, considero que ser pentecostal — pentecostal, mesmo! — é mais que ser arminiano, uma vez que a soteriologia arminiana remonstrante e wesleyana está contida no genuíno pentecostalismo. Neste artigo pretendo fazer uma abordagem histórica do arminianismo, procurando distingui-lo do pelagianismo e do semipelagianismo, que em parte prevalecem em alguns círculos pentecostais.

O QUE NÃO É O ARMINIANISMO?

Especialmente por causa da conduta de Charles Finney, grande evangelista do século XIX, e dos remonstrantes liberais que surgiram no século XVIII, como Philip Limborch, John Taylor e Charles Chauncy, os pentecostais arminianos têm sido acusados — com certa justiça — de pelagianos ou semipelagianos. De fato, Finney pendeu um pouco para o pelagianismo e um pouco mais para o semipelagianismo, mas estes nada têm a ver com o arminianismo clássico, o qual definirei depois de discorrer brevemente sobre o pelagianismo e o semipelagianismo.

O pelagianismo tem origem em Pelágio de Bretanha (350-423), um monge que escreveu sobre pecado, livre-arbítrio e graça. Ele negou o pecado original e elevou as habilidades humanas. E, por isso, foi duramente contestado por Agostinho de Hipona (354-430) e seu contemporâneo Jerônimo (347-420). As heresias de Pelágio, em resumo, foram as seguintes: ele disse que o homem nasce sem a mancha do pecado original, herdado de Adão; negou que a graça seja essencial para a salvação; e defendeu que o homem, por meio do livre-arbítrio, é totalmente responsável por sua salvação — este tipo de sinergismo é herético porque minimiza o papel da graça divina. Segundo o arminianismo clássico — de Armínio, dos primeiros remonstrantes (como Episcópio e Grótius) e de Wesley, o homem nasce pecador (cf. Sl 51.5; Rm 3.23), e a salvação ocorre exclusivamente pela graça (cf. Ef 2.8-10).

Já o semipelagianismo — que não é o mesmo que arminianismo antes do tempo, como alguns críticos têm dito — surgiu a partir da controvérsia de Pelágio e Agostinho. Um teólogo chamado João Cassiano (360-435) tentou construir uma ponte entre Pelágio e Agostinho, que defendia a eleição incondicional tendo por base o fato de que os descendentes de Adão nascem espiritualmente mortos e culpados da culpa de Adão, e a partir daí surgiram duas outras escolas soteriológicas, por assim dizer: o semipelagianismo e o semiagostinianismo. Para a primeira, a salvação começa a partir da vontade humana, que é assistida por Deus. E, para o segundo, Deus coopera com a vontade na obra salvífica, mas é Ele quem dá o start. Alguns teólogos têm preferido ver as duas escolas como se fossem uma só. Eles afirmam que os termos citados são empregados de modo intercambiável, como sinônimos. O certo é que ambos não estão de acordo com o arminianismo clássico.

Quais são as heresias semipelagianas (ou semiagostinianas)? Essa escola prega que o homem, apesar de pecador, tem uma força remanescente, mesmo em seu estado caído, depravado, para iniciar a salvação através de sua boa vontade. Diz também que a depravação do ser humano caído é parcial, uma vez que o homem é capaz de exercer uma boa vontade para com Deus, independentemente de qualquer infusão de graça sobrenatural. Isso não é pregado pelos pentecostais que se prezam, os quais são, em geral, arminianos clássicos. Estes afirmam, com a Bíblia na mão, que a salvação ocorre exclusivamente pela graça, conquanto a santificação seja progressiva (cf. Ef 2.8-10; Hb 12.14). Eles têm a certeza de que a salvação é obra exclusiva de Deus e creem que o sinergismo, à luz das Escrituras, não denota que a salvação depende da cooperação entre Deus e o homem. Os pentecostais estão convictos de que a depravação do homem é total e de que a iniciativa para a salvação é sempre de Deus, que capacita o ser humano para crer e se arrepender (cf. Tt 2.11; Jo 6.44).

O QUE É O ARMINIANISMO?

Em primeiro lugar, o arminianismo não tem nada com o país da Armênia! Jacobus Arminius (1560-1609) foi um teólogo holandês do período da Reforma Protestante, um reformador que tentou fazer uma reforma dentro da Reforma. E ele não possuía ascendência armênia! Risos. Grosso modo, o arminianismo é a teologia dos seguidores de Armínio. E é bom dizer que Armínio não foi um estudioso que quis “reinventar a roda”. Pelo contrário, em sua argumentação, ele evocou os pais da Igreja, empregou métodos e conclusões teológicas da Idade Média, bem como baseou-se em teólogos protestantes que o antecederam. Ele acabou morrendo no auge da controvérsia sobre a soteriologia, aos 49 anos, e seu pensamento quanto a salvação e sua segurança foi expresso num documento póstumo chamado Remonstrance (Protesto, Objeção, um ato de oposição), publicado em 1610 e apresentado por seus seguidores a uma conferência em Gouda, Países Baixos (Holanda).

Por causa do nome do documento, os cerca de 45 seguidores de Armínio ficaram conhecidos como remonstrantes. Simão Episcópio (1583-1643), provavelmente, foi quem compilou os escritos de Armínio e tornou-se, posteriormente, o primeiro professor do Seminário Remonstrante, na Holanda, fundado depois de seu exílio (1619-1625). Outro remonstrante famoso foi o estadista e cientista político Hugo Grótius (1583-1645). O documento citado foi examinado pelo Sínodo de Dort (1618-1619). Para dar credibilidade ao seu posicionamento, os remonstrantes argumentaram que Melanchton, um líder luterano conservador, e outros luteranos mantinham posicionamentos similares ou idênticos aos de Armínio. Mas o sínodo (uma assembleia) condenou formalmente o pensamento de Armínio, e muitos de seus seguidores foram banidos e passaram a ser perseguidos.

Após rechaçar a remonstrância, os teólogos contrários às ideias de Armínio, divulgaram seu posicionamento, que hoje é conhecido como “os cinco pontos do calvinismo”, apresentado mediante o acróstico TULIP, em inglês: total depravity (depravação total); unconditional election (eleição incondicional); limited atonement (expiação limitada); irresistible grace (graça irresistível); e perseverance of saints (perseverança dos santos). Depois do Sínodo de Dort, o arminianismo foi suprimido nos Países Baixos (Holanda), acolhido na Inglaterra e nos Estados Unidos; e disseminado através do ministério do pregador John Wesley.

QUANTOS TIPOS DE ARMINIANISMO EXISTEM?

A partir do século XVIII, o arminianismo dividiu-se em dois grupos: o clássico e o liberal. O arminianismo clássico é o que se mantém fiel ao pensamento de Armínio, dos primeiros remonstrantes, de John Wesley e seus herdeiros. Aliás, uma clara prova de que nem todos os arminianos se tornaram liberais — como alguns têm dito, de modo injusto — é que Wesley defendeu Armínio e o arminianismo das acusações de que essa escola levava à heterodoxia ou à heresia. Wesley defendeu o sinergismo através da graça preveniente de Deus e pregou a justificação exclusivamente pela graça através da fé. Ele é, sem dúvidas, a maior fonte do arminianismo clássico.

Quando se critica o arminianismo, hoje, é por causa dos remonstrantes liberais, visto que a ênfase deles ao livre-arbítrio está alicerçada no Iluminismo, por influência do arminiano liberal Philip Limborch (1633-1712). O arminianismo liberal tem recebido várias críticas justas, pois, em razão de sua falta de compromisso com as Escrituras, ora se mostra pelagiano ou, no mínimo, semipelagiano, ora universalista ou até ariano, negando a plena deidade de Cristo. Não foi por acaso que o famoso calvinista Jonathan Edwards (1703-1758) se opôs de maneira veemente ao arminianismo liberal, de Limborch.

QUAIS SÃO AS DOUTRINAS BÍBLICAS DEFENDIDAS PELOS PENTECOSTAIS ARMINIANOS?

A teologia arminiana também tem os seus cinco pontos, expressos por meio do acróstico FACTS, que é, por assim dizer, uma tréplica do arminianismo wesleyano aos cinco pontos do calvinismo: freed by grace to believe (liberto [por assim dizer] pela graça para crer); atonement for all (expiação para todos); conditional election (eleição condicional); total depravity (depravação total); e security in Christ (segurança em Cristo). Examinemo-los de modo breve.

Freed by grace to believe (liberto [por assim dizer] pela graça para crer). Este ponto responde à quarta letra de TULIP: irrestible grace (graça irresistível) e alude à graça preveniente, que é persuasiva, e não coercitiva. A doutrina da graça preveniente é interpretada pelos pentecostais arminianos como uma graça convincente, convidativa, iluminadora e capacitadora, que atencede a conversão e torna o arrependimento e a fé possíveis. É a graça preparatória do Espírito Santo exercida no homem abandonado em pecado. A salvação não vem antes da fé e do arrependimento; o que vem antes é a capacitação do Espírito Santo, pela graça preveniente, que precede e capacita os primeiros indícios de uma boa vontade para com Deus, a fim de que o pecador tenha a fé salvadora e o arrependimento.

Segundo os pentecostais arminianos, o novo nascimento é totalmente pela graça, pois o pecador está morto (Ef 2.5,6). Assim como não pudemos ajudar em nada quando do nosso primeiro nascimento, muito menos em nosso segundo (novo) nascimento (cf. GILBERTO, 2008, p. 333-378). Graça preveniente é persuasiva, e não coercitiva; a ação por parte do Espírito para convencer o pecador não é uma coerção, e sim como uma persuasão (Jo 16.8-12). Ou seja, Deus não impõe, mas oferece a salvação (Mt 13.37). Todas as pessoas nascem moral e espiritualmente depravadas e incapazes de fazer qualquer coisa boa ou digna aos olhos de Deus, sem uma infusão especial da graça divina para superar as inclinações do pecado original.

Atonement for all (expiação para todos). Este ponto responde à terceira letra da TULIP: limited atonement (expiação limitada). Expiação geral não significa salvação geral; denota expiação geral do pecado adâmico. Por isso, arminianos acreditam na salvação das crianças que morrem antes de alcançar a idade do despertamento da consciência. A obra expiatória é ilimitada porque se refere ao pecado (Jo 1.29; cf. Lv 4; 16; 23); a expiação é o ato de tirar o pecado, em potencial; é diferente da redenção. Mas a obra redentora é limitada porque se refere ao pecador; a redenção diz respeito à salvação concretizada, de modo eficaz, na vida do pecador.

Segue-se que, para os pentecostais, a expiação precede a redenção, visto que sem expiação pelo sangue não há perdão do pecado (Lv 4.35). Jesus expiou o pecado do mundo, para que todos os que crerem sejam redimidos, uma vez que "todos pecaram" (Rm 3.23), e Deus amou a todos os pecadores (Jo 3.16; Rm 11.32), desejando que todos sejam salvos (1 Tm 2.4). Mas a salvação só se realiza eficaz e efetivamente na vida do pecador quando este crê no Redentor (Jo 5.24; Rm 5.19; Hb 5.8,9). Se a redenção (e não a expiação) fosse ilimitada em sua extensão, o universalismo seria bíblico, visto que o Senhor Jesus provou a morte por todos os homens (Jo 1.9; Tt 2.11; 1 Jo 2.1,2; 1 Tm 2.4-6; Hb 2.9; Rm 11.32).

Conditional election (eleição condicional). Este ponto responde à segunda letra de TULIP: unconditional election (eleição incondicional). Mas há duas grandes escolas arminianas quanto a isso: a que interpreta a eleição segundo a presciência de Deus e a que não nega a presciência de Deus, mas defende prioritariamente a eleição corporativa, condicionada a seu plano. Para um grupo de teólogos de linha arminiana, Deus elegeu de antemão os que receberiam a salvação pela fé, isto é, responderiam livremente, de maneira positiva, à graciosa oferta de salvação. A predestinação, nesse caso, é a determinação (decreto) de Deus para salvar por intermédio de Cristo todos os que livremente respondem à oferta divina da graça livre ao se arrependerem do pecado e crerem em Cristo. Mas um outro grupo — do qual faz parte este articulista — não despreza as doutrinas bíblicas da presciência de Deus e da predestinação, porém afirma que Deus nos elegeu nEle; ou seja, não foram eleitos indivíduos para a salvação, e sim a sua Igreja, a Universal Assembleia dos Santos (Ef 1.1-4; 1 Pe 2.9,10).

Total depravity (depravação total). Este ponto equivale, aparentemente, à primeira letra da TULIP. Mas, para eruditos arminianos, como Stanley Horton, Antonio Gilberto, Roger Olson e Dave Hunt, por exemplo, a depravação total é extensiva e corruptora, e não intensiva e destruidora. Em outras palavras, ela é uma corrupção do bem, e não uma destruição do bem. O ser humano nasce com a propensão de pecar, e não com a necessidade de pecar. A vontade do homem foi diminuída, e não destruída. Alguns teólogos, arminianos ou calvinistas moderados, entendem que, se a depravação tivesse destruído a capacidade do ser humano de distinguir o bem do mal e escolher o bem antes que o mal, então teria destruído a capacidade do ser humano de pecar (cf. GEISLER, 2001). Para o arminianismo, a despeito dos efeitos deletérios do pecado, o ser humano ainda tem livre-arbítrio (cf. Dt 30.19; Lc 9.23; Ap 22.17).

Security in Christ (segurança em Cristo). Este ponto responde à quinta letra da TULIP: perseverance of saints (perseverança dos Santos). A bem da verdade, Armínio e os remonstrantes não se posicionaram em relação a essa questão. Como bem observou um dos maiores especialistas em arminianismo, na atualidade, a Remonstrância não é uma declaração completa da teologia arminiana (OLSON, 2013). Por isso, aqui também há duas escolas: a dos arminianos “calvinistas moderados” (como Norman Geisler), que dizem “uma vez salvo, sempre salvo, haja o que houver”; e a dos wesleyanos — da qual este articulista faz parte —, que acreditam na possibilidade de perda de salvação. Estes creem que a salvação pode ser perdida, mas não por qualquer motivo. Eles não ignoram as contundentes passagens em defesa da possibilidade de cair da graça, como Apocalipse 3.8, 2 Pedro 2, Hebreus 3; 6; 10 etc.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS ARMINIANOS DA HISTÓRIA?

Sempre me perguntam, quando participo de eventos envolvendo calvinistas e arminianos: “Quais são os principais arminianos, ao longo História?” É difícil responder essa pergunta de modo objetivo, sem uma explicação sobre cada nome, pois muitos abraçaram o arminianismo em parte; outros tornaram-se arminianos no fim da vida; outros deixaram de sê-lo; outros não fazem questão de declarar-se arminianos etc. Mas vou tentar apresentar aqui uma lista de arminianos, a partir de Armínio, embora reconheça que a soteriologia armininana preceda o próprio Armínio, como afirmou Norman Geisler: “Se afirmar que Deus não viola a livre-escolha de qualquer ser humano a fim de salvá-lo é considerado pensamento 'arminiano', então todos os grandes da patrística, desde o começo, incluindo Justino, Ireneu, Atenágoras, Clemente, Tertuliano, Orígenes, Metódio, Cirilo, Gregório, Jerônimo, Crisóstomo, Agostinho o jovem, até Anselmo e Tomás de Aquino foram arminianos!” (GEISLER, 2001).

Séculos XVII e XVIII. Começo minha lista pelo século XVII, citando os primeiros remonstrantes, além do próprio Armínio (1560-1609): Simão Episcópio (1583-1643) e Hugo Grótius (1583-1645). Do século XVIII, cito John Wesley (1703-1791), lembrando que todo o movimento metodista e suas ramificações, como o multifacetado movimento da santidade, adotaram a versão de Wesley da teologia arminiana, que pouco se difenciava do próprio Armínio. E também menciono John Fletcher (1729-1785), primeiro teólogo sistemático do metodismo, que teve grande influência sobre Wesley, e Richard Watson (1781-1833), metodista britânico e um dos teólogos arminianos mais influentes dos séculos XVIII e XIX. Mas é bom lembrar que ainda no século XVIII surgiram os remonstrantes liberais, como Philip Limborch (1633-1712), John Taylor (1694-1761) e Charles Chauncy (1705-1787). 

Século XIX. Neste, temos os metodistas Thomas Summers (1812-1882), William Burton Pope (1822-903) e John Miley (1813-1895). Este, porém, foi um dos arminianos mais controversos do período, a despeito de ser fortemente apegado à supremacia das Escrituras. Mas os dois nomes mais importantes desse século foram, sem dúvida, Finney e Moody. Charles Finney (1792-1875), a despeito de seus desvios semipelagianos, tão criticados pelos calvinistas e reconhecidos pelos arminianos, teve uma carreira brilhante como pregador avivalista. Dwight Lyman Moody (1837-1899), por sua vez, foi tão usado por Deus com pregador e editor, a ponto de ser chamado de “Célebre ganhador de almas” no livro Heróis da Fé, publicado no Brasil pela CPAD.

Século XX. São muitos os arminianos desse período: H. Orton Wiley (1877-1961), líder da Igreja do Nazareno, produziu a excelente obra Christian Theology, de três volumes, mesclando o arminianismo de Armínio e dos remonstrantes com o perfeccionismo de Wesley. Henry Clarence Thiessen (1883-1947), que, grosso modo, ensinou a posição arminiana clássica em seu livro Palestras Introdutórias à Teologia Sistemática (Imprensa Batista Regular, 1987). Aiden Wilson Tozer (1897-1963), famoso pastor norte-americano, pregador, autor, editor etc., conhecido com "O profeta do século XX". Clive Staples Lewis (1898-1963), arminano em grande parte, professor universitário, escritor, romancista, poeta, crítico literário, ensaísta e apologista cristão britânico. Leonard Ravenhill (1907-1994), escritor e avivado evangelista britânico. William Franklin (Billy) Graham Jr. (nascido em 1918 e ainda vivo), pregador batista norte-americano, conselheiro espiritual de vários presidentes e o mais proeminente membro da Convenção Batista Sulista dos Estados Unidos.

Outros nomes impontantes do século XX: Carl O. Bangs (1922), erudito norte-americano, autor de Arminius: A Study in the Dutch Reformation (1971). Dave Hunt (1926-2013), um dos mais renomados pesquisadores de Escatologia. Thomas Oden (nascido em 1931 e ainda vivo), que não se declara arminiano, mas endossa de modo fervoroso a teologia de Armínio. David Wilkerson (1931-2011), reconhecido evangelista norte-americano, pastor da Times Square Church, em New York, Estados Unidos. Ouso mencionar, ainda, Norman L. Geisler (1932), apologista cristão, erudito, filósofo, o qual é um exemplo de que calvinistas e arminianos podem se entender, pois se declara calvinista moderado e, ao mesmo tempo, agrada, em grande parte, os arminianos. E também Roger E. Olson (1952), professor, erudito, autor de obras meritórias, como Arminian Theology: Myths and Realities.

Há vários nomes ainda no século XX (batistas, metodistas etc.), como Ray Dunning, Dale Moody, Stanley Grenz, Clark Pinnock, Leroy Forlines, Jack Cotrell, Howard Mashall, Jerry Walls etc. Mas quero finalizar a minha longa lista de arminianos ilustres citando o nome de pelo menos dois eruditos pentecostais brasileiros e da Assembleia de Deus: Antonio Gilberto, o principal erudito pentecostal do Brasil, na atualidade, o qual aqui representa todos os eruditos assembleianos que já partiram para a glória (como Stanley M. Horton, brilhante teólogo, que partiu para eternidade há poucos anos, e Donald Stamps, editor da Bíblia de Estudo Pentecostal, etc.). E, como a lista é muito longa, cito por último o erudito, pastor e escritor Esequias Soares como representante dos inúmeros expoentes pentecostais e arminianos da Assembleia de Deus, na atualidade.

Ciro Sanches Zibordi

REFERÊNCIAS

ARMÍNIO, Jacó. As Obras de Armínio. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.
GEISLER, Norman. Eleitos, mas Livres. São Paulo: Editora Vida, 2001.
GEISLER, Norman; BOCCHINO, Peter. Fundamentos Inabaláveis. São Paulo: Editora Vida, 2003.
GILBERTO, Antonio. Soteriologia — a doutrina da salvação. IN: GILBERTO, Antonio et al. Teologia Sistemática Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2008. São Paulo: Vida Nova, 1997.
OLSON, Roger E. Arminian Theology: Myths and Realities. Downers Glove, IL: InterVarsity Press, 2006.
PALMER, Michael D. Panorama do Pensamento Cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 2001.
PIPER, John; TAYLOR, Justin. A Supremacia de Cristo em um Mundo Pós-moderno. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.
RADMACHER, Earl et al. Compact Bible Commentary. Nashville, TN: Thomas Nelson, 2004.
THIESSEN, Henry Clarence. Palestras Introdutórias à Teologia Sistemática. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1987.
ZACHARIAS, Ravi; GEISLER, Norman. Sua Igreja Está Preparada? Rio de Janeiro: CPAD, 2007.
ZIBORDI, Ciro Sanches Zibordi. Procuram-se Pregadores como Paulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.
______. Escatologia — a doutrina das últimas coisas. IN: GILBERTO, Antonio et al. Teologia Sistemática Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
______. Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.
______. Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

46 comentários

Douglas Demétrio de souza

Maravilhado... " a expiação é o ato de tirar o pecado, em potencial; é diferente da redenção. Mas a obra redentora é limitada porque se refere ao pecador; a redenção diz respeito à salvação concretizada, de modo eficaz, na vida do pecador.", "Em outras palavras, ela é uma corrupção do bem, e não uma destruição do bem. O ser humano nasce com a propensão de pecar, e não com a necessidade de pecar. A vontade do homem foi diminuída, e não destruída."

Cláudio Roberto

Excelente exposição sobre o tema. Bastante elucidativa! Deus abençoe sempre

Rubem dos Santos

A paz pastor Ciro. Tenho uma imensa alegria de ter podido congregar com o amado em Cordovil. Seus argumentos são firmes e contundentes. Eu precisava realmente dessa relação de teologos arminianos. Só me parece que os livros desses teólogos são pouco editados aqui no Brasil ou estou enganado? ? Mas a informação já é de grande valia. Deus abençoe. Graça e paz

José Rogério

Caro Pastor, boa exposição sobre o arminianismo, agora os servos de Cristo na história da Igreja não concorda com o pensamento de Armínio até porque no Sínodo de Dort foi rejeitado essa doutrina, salvos se perdem? Crianças nasce inocentes? Como dizia Lutero Escritura com Escritura, caro mim explica Deus Soberano Onipotente salva um pecador e esse pecador foge das suas mãos? Isso é um erro grotesco!

Leandro Fernandes

Parabéns pastor Ciro por suas excelentes explanações acerca de temas tão complexos. Seus ensinos são sempre valiosos a qualquer leitor que esteja buscando algo de útil para ler na internet, seu jeito sempre ético, nem por isso deixa de ser crítico, é sempre algo louvável, confesso sem nenhuma idolatria que hodiernamente os pastores que mais admiro na Assembleia de Deus são Antônio Gilberto, Elias Soares de Moraes e Ciro Sanches Zibordi. PARABÉNS por mais esta valiosa explicação.

Cardoso

EU ACREDITO QUE A SALVAÇÃO É PARA TODOS, POIS A MORTE DE JESUS FOI PARA TODOS OS HOMENS. ENTRETANTO, DE TODOS AQUELES QUE AO DE HERDAR A SALVAÇÃO ETERNA, ALGUNS O SENHOR DEUS ESCOLHEU INCONDICIONALMENTE PARA A SALVAÇÃO, CONFORME DIZ OS CALVINISTAS, POIS JESUS FALA SOBRE CERTAS PESSOAS QUE O DEU E ELE, E NENHUM DELES SE PERDERÁ, JOÃO 6:39. AS ESCRITURAS DEIXA ISSO DE FORMA BEM CLARA

wagner arruda

Tenho notado uma crescente calvinista dentro das assemblèias de Deus muito grande principalmente em cursos bàsico de teologia. mas a explicação foi uma benção ; palavra de um quase total arminiano

Leandro Maciel

No final das contas toda essa guerra em um plano de fundo parece guerra de vaidades. Podemos notar pelos comentários postados, alguns de forma honrosa e outros infelizmente muito "idiotas" mesmo que em tom de brincadeira não acredito que tenha algo de positivo nisso. Meu desejo??? Que todos CALVINISTAS e ARMINIANOS vivam em união e amor de Cristo!!! Mais uma vez parabéns pelo seu artigo!

Leandro Maciel

Graça e paz a todos! Pr Ciro Zibordi, gostaria primeiramente de parabenizar pelas suas contribuições literárias, são claramente de grande valor acadêmico. Eu sou calvinista que aprecia boas literaturas, independentes de placas de igrejas ou linhas teológicas (arminianas, calvinistas, etc..). Quando entro em algum blog onde seus moderadores usam de palavras ofensivas fico triste, visto que Deus é o mesmo, não gosto de ver calvinistas atacando arminianos ou vice-versa. No final das (continua)...

Ev.Genildo

Graça e paz! Fico mui feliz pela boa explicação sobre esse assunto tão importante em nossos dias. Vejo muitos querendo nós critica sem nunca ter estudado um pouco da teologia armeniana. Que Cristo continue te abençoando...

walber silva

Estou maravilhado, parabéns pela exposição. É muito bom para os assembleianos terem um referencial de peso para combaterem o avanço do calvinismo no meio da Assembleia de Deus, que é de origem não calvinista. Que o Senhor Deus continue abençoando o seu ministério pastor Ciro.

Lael Canuto de Melo

Pr. Ciro Sanches Zibordi, gostaria saber se T.L. Osborn e Don Gosset são arminianos ou não.

Lael Canuto de Melo

Pr. Ciro, gostaria de saber se T.L.Osborn e Don Gosset é arminiano ou não. Desde já agradeço.

LUCIANO SILVA

Devemos nos apegar a palavra de Deus acima de tudo "pois magnificaste acima de tudo o teu nome e a tua palavra"( Sl 138:2). Qualquer ensino que se contradiz com as escrituras deve ser rejeitado. Julgai todas as coisas, retende o que é bom. (1Ts 5:21). "sendo este ( JESUS) entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos".(At 2:23), quando a bíblia fala de predestinação, fala sempre da morte de Cristo, antes de falar das pessoas.Ef 3-9

Pb. Jesiel Craveiro

A paz meu pastor, Um comentário muito rico e esclarecedor, precisamos desses Artigos tão bem centrados na palavra da verdade, que prima a bíblia centro das respostas.

Ciro Sanches Zibordi

Caro Sidnei, grato pela dica, mas não posso segui-la, pois o meu POR ASSIM DIZER precisa estar onde está, para que ninguém tome o sentido do termo que vem antes como literal. O irmão entendeu o porquê de eu ter usado o POR ASSIM DIZER? Procure entender isso. #FicaADica.

Sidnei

Diminua em seus escritos o "Por assim dizer". #FicaaDica"

Reinaldo

Pr.Ciro .Gosto muito dos artigos que os Pastores da CPAD escrevem devido a profundidade que são abordado os temas,infelizmente parece que todo esse conhecimento estão restrito aos livros e artigos da CPAD.A assembléia de Deus em geral não vivencia essa qualidade de ensino,vocês responsaveis pelo ensino poderia fazer uma visita para as nossas igrejas ,organizando seminários das doutrinas biblicas ou icentivando os Pastores setoriais para que invista mais no ensino da palavra de Deus .Tá dificil!

Reinaldo

Quero fazer das minhas palavras o que escreveu Myer Pearlman.As respectivas posições fundamentais tanto do Calvinismo como do Arminianismo são biblicas.O Calvinismo exalta a graça de Deus como unica fonte de salvação;e o arminianismo acentua a livre vontade e responsabilidade do homem .O que Myer Pearlman ensina é que se deve evitar os dois extremos que pode levar as pessoas a ilegalidade e ao legalismo que é praticado por alguns lideres assembleiano,que exalta muitos os costumes.

William Cervelin

Estou maravilhado, parabéns pela exposição. Só uma pergunta: Por eu crer de modo semelhante aos arminianos clássicos, tenho obrigatoriamente ser declarado arminiano? creio que muito antes de arminio a doutrina da igreja primitiva a precede a de Arminio

Fabrício Souza

Prezado Pr. Ciro, confesso que ultimamente tenho debatido muito estes dois temas:Presciência e predestinação. São pentecostais como você que nos motivam a continuar amando as Escrituras.Há no sacrifício vicário de Cristo Jesus, na eleição condicional e no amor incondicional de Deus, e a Soberania do Eterno não compactuada com a imoralidade do homem.Que Deus o abençoe muito, tenho grande admiração por você. Espero que o Senhor me conceda a oportunidade de lhe conhecer pessoalmente. Paz e Graça!

Sérgio Luís

Pr.Ciro,a paz do Senhor. Imagine a cena : Toda a igreja no céu, a confraternização entre todos os salvos e... de repente ouvem-se gargalhadas, todos viram-se para a direção do som. Armínio e Calvino aos risos e abraços. (Viajei ?!?)rsrsrs. Um forte abraço. Em Cristo.

Roger Gomes

Parabéns pelo artigo. Você está sendo um referencial pentecostal pra mim .(temos tão poucos destaques ). Quanto a soteriologia, atualmente tenho uma visão tanto arminiana quanto calvinistas pois creio que alguns são eleitos e não podem resistir mas outros precisam pela graça inicial , buscar se manter salvo até o fim. Então lhe pergunto, existe essa escola soteriológica ou estou muito perdido em meus pensamentos?

Douglas Caciano

Que maravilha ,poder ler um texto com tanto conteúdo proveitoso e sem ofensas .Que Jesus continue lhe usando .

Frank Braga

Graça e paz Pr. Ciro, como sempre seu admirador e seguidor, muito tem me auxiliado os seus artigos e escritos, tenho lido seus livros e peço autorização para reproduzir este valioso artigo no meu Blog.

Ciro Sanches Zibordi

Caro pastor, doutor, professor, apologista etc., etc., etc. Jamierson Oliveira, grato pelas palavras de incentivo. Que Deus abençoe o seu ministério!

Jamierson Oliveira

QUERlDO ClRO, PAZ Parabéns pela exposição panorâmica coerente, certamente ajudará muitos irmãos não inteirados dos fatos que envolvem o tema arminianismo e calvinismo. Penso como o irmão, que não desejamos "arminianizar" calvinistas, apenas que como disse John Wesley: "Que ninguém levante a voz contra os arminianos antes de saber o que esta palavra significa, só então saberá que arminianos e calvinistas estão no mesmo nível.". Modéstia à parte, só acho que estamos um passo a frente.. (risos)

Weslley Vieira

PARABÉNS Pr Ciro este artigo é maravilhoso, acabei de ler porém vou reler, triler, quadriler rsrsrs Uma excelente contribuição. Deus continue a abençoa lo

Ciro Sanches Zibordi

Caro Luís Felipe Nunes Borduam, grato por suas palavras de incentivo e por sua valiosa contribuição. Quanto ao termo "perfeccionismo wesleyano", digo-lhe que ele vem usado de modo positivo também por defensores do arminianismo, como Roger E. Olson (cf. OLSON. Roger E. Teologia Arminiana: mitos e realidades. São Paulo: Editora Reflexão, 2013. P. 37). Abraços.

Luís Felipe Nunes Borduam

(continuação) 1. Como o Sínodo de Dort foi eivado de de influência política, com a morte do principe Nassau, os remonstrantes e arminianos que sobreviveram a covardia calvinista puderam retornar para a Holanda e o arminianismo pode se instalar lá novamente; 2. O termo "perfeccionismo wesleyano" é um termo pejorativo e criado pelos algozes calvinistas para tentarem desmerecer a obra deste distinto homem de Deus que foi João Wesley. No mais, o congratulo pelo posicionamento. Parabéns!

Luís Felipe Nunes Borduam

Parabéns, Pr. Ciro, pelo posicionamento. Em época de crise de identidade teológica e eclesiológica ajudar o povo de Deus, principalmente, os pentecostais que são maioria, a saberem suas raízes ajuda para o desenvolvimento saudável da igreja brasileira para o presente século. Farei apenas alguns comentários extras que em nada desmerecem o excelente artigo (continua)...

Jean Patrik

Que bom pastor Ciro! O senhor com isso alcançará uma grande gama de leitores que ainda não conhece o armimianismo. Meu Parabéns!

Ev. Diego Colman

muito bom o artigo! bem fundamentado e nos remete a uma convivência saudável entre ambos

Ciro Sanches Zibordi

Caro Fábio, não fiz acusação. É fato que Finney, em alguns momentos, não foi um arminiano clássico. Mas observe que eu me referi a ele de modo POSITIVO: "os dois nomes mais importantes desse século foram, sem dúvida, Finney e Moody. Charles Finney (1792-1875), a despeito de seus desvios semipelagianos, tão criticados pelos calvinistas e reconhecidos pelos arminianos, teve uma carreira brilhante como pregador avivalista". Abraços.

Fabio Mellenbergs

O texto é bem esclarecedor, porém a acusação direcionada ao avivalista Charles Finney é injusta. A própria descrição do artigo quanto ao pelagianismo e o semi-pelagianismo, não se encaixa de maneira nenhuma à teologia de Finney.

Vaaldemir Pires

Paz do Senhor pastor Ciro, parabéns pelo artigo.

Levi Costa

Belo artigo. Sugestões de apresentar as semelhanças e divergências entre o clássico e o wesleyano.

Alexandre Nery

Parabéns pelo artigo, caro Ciro. E o parabenizo também por definir-se como um arminiano clássico, que biblicamente é a posição mais próxima da Escritura, e também historicamente está intimamente ligado ao pentecostalismo e às Assembleias de Deus no Brasil. Um abraço!

Ciro Sanches Zibordi

Grato, irmão Marlon, por sua valiosa informação. Mas ela não altera a conclusão de que hoje há dois posicionamentos quanto ao quinto ponto de FACTS. Por outro lado, penso que calvinistas e arminianos devem conviver pacificamente. Para isso, é necessário que adotemos uma linguagem mais apaziguadora. Abraços. A paz do Senhor.

Ciro Sanches Zibordi

Irmão Caio, leia de novo, com atenção, por favor, pois me posicionei quanto a isso.

Marlon Marlon

... Em 1610 eles deixaram em aberto. Entretanto, oito anos depois, numa declaração a ser entregue ao Sínodo de Dort, eles fecharam o ponto afirmando que um crente verdadeiro pode perder a salvação. No artigo abaixo está a tradução dessa declaração dos remonstrantes. O item D da declaração é onde aborda esse tema. Graça e Paz. http://personaret.blogspot.com.br/2014/02/as-opinioes-dos-remonstrantes-em-1618.html

Marlon Marques

Olá, pr. Ciro Zibordi. Gostei do seu artigo. É muito bom para os assembleianos terem um referencial de peso para combaterem o avanço do calvinismo no meio da Assembleia de Deus, que é de origem não calvinista. Gostaria só de dar uma ressalva. Os remonstrantes fecharam o ponto sobre a perda de salvação em 1618. (continua)

Vitor Barcelos

Excelente artigo! Sou Pentencostal e em breve buscarei conhecer mais sobre o arminianismo. Fica com Deus Pr e que Ele te Abençoe ainda mais. Grato!

Maurício.

Pastor CIRO ,UMA BENÇÃO

Caio Silva

Muito bom Pastor Ciro, parabéns! Só uma dúvida, o irmão crê na eleição pela presciência (arminiano clássico) ou na corporativa (arminiano wesleyano)?

Pb. Devidson

A paz pastor. Gostaria de parabeniza-lo por mais um excelente artigo. Que o Senhor possa usá-lo cada dia mais. Gostaria de saber do senhor, se a CPAD pretende investir ainda mais em traduções de materias arminianos pentecostais, uma vez que temos pouca coisa em português? No mais, um forte abraço e que Deus vos abençoe.

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Perfil

Ciro Sanches Zibordi é pastor, escritor, membro da Casa de Letras Emílio Conde e da Academia Evangélica de Letras do Brasil. Autor do best-seller “Erros que os pregadores devem evitar” e das obras “Mais erros que os pregadores devem evitar”, “Erros que os adoradores devem evitar”, “Evangelhos que Paulo jamais pregaria”, “Adolescentes S/A” e “Perguntas intrigantes que os jovens costumam fazer”, todos títulos da CPAD. É ainda co-autor da obra “Teologia Sistemática Pentecostal”, também da CPAD.

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